SÃO JOSÉ DE ANCHIETA E A NATUREZA

SÃO JOSÉ DE ANCHIETA E A NATUREZA
São José de Anchieta

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Campanha em favor do ateísmo?

Como já se não bastasse o ateísmo prático, da vida que se leva hoje em dia, foi lançada na Inglaterra uma campanha publicitária a favor do ateísmo. O lema, tirado de um famoso biólogo darwinista, Richard Dawkins, é este: “Deus provavelmente não existe, deixe de preocupar-se e goze a vida”. Esta legenda será afixada nos ônibus de Londres por iniciativa da jornalista Ariane Sherine, dizendo ela para fazer face às mensagens religiosas. A campanha está obtendo êxito em virtude dos organizadores terem conseguido arrecadar cinco vezes os fundos necessáros, isto é, 35 mil euros, para colocar os anúncios em 30 ônibus urbanos. O caráter do anúncio será, de início, meio de brincadeira, para divertir as pessoas, mas, no fundo (segundo os autores) há algo de sério, pois os ateus desejam afastar tudo o que lembra Deus da sociedade, até mesmo das cogitações das mentes das pessoas. Não pretendem parar por aí, é claro, e já pensam numa campanha mais audaciosa no futuro, talvez até ofensiva contra as religiões. O que se lamenta mais é a torpe e frouxa reação dos “cristãos” ingleses: alegam que é um direito de qualquer grupo manifestar sua posição ideológica e filosófica, criticando apenas o aspecto do gozo da vida, o qual, dizem, nada tem a ver com os ensinamentos cristãos. A tradicional Igreja Metodista Britânica também se manifestou de modo positivo, considerando interessante que autores como Dawkins se preocupem com Deus. Por aí se vê, quanta condescendência com o ateísmo, até mesmo por aqueles que deveriam combatê-lo! Nem sequer os argumentos favoráveis à existências de Deus (tão prolixos na teologia moderna) foram apresentados para calar a boca do biólogo, o qual tentou, inutilmente, se utilizar da ciência para provar a inexistência de Deus em seu livro “Deus, um delírio”. O evolucionismo, sim, é um delírio inconseqüente, especialmente aquele denominado “evolucionismo natural ou espontâneo”, hoje contestado por inúmeros cientistas, pois as teses ou teorias evolucionistas nunca conseguiram ser provadas.

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