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domingo, 4 de agosto de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
A verdadeira "Igreja das ruas"
Num de seus
discursos feitos no Brasil, dirigido aos argentinos, o Papa Francisco frisou
bem que a Igreja tem que ir às ruas. O
que quer dizer isso, da Igreja ir às ruas?
Com sua
mensagem essencialmente espiritual toda e qualquer manifestação da Igreja é no
campo meramente religioso, penetrando às vezes no campo temporal apenas quando
há questões morais e de doutrina envolvidas, de tal sorte que seja necessária
sua intervenção. Por exemplo, os religiosos são normalmente aconselhados pelos
bispos a não se envolverem em política partidária; é significativo o último
caso do bispo Fernando Lugo, paraguaio, que se candidatou a presidente, mas foi
afastado de ordens por causa disso.
Muitos podem
pensar que a idéia da Igreja sair às ruas quer dizer que os católicos,
doravante, engrossarão o número dos que fazem manifestações políticas do tipo
das que houve ultimamente no Brasil. Ou então que deverão também participar de
comícios e manifestações de cunho marcadamente político-partidárias.
Não, não se
trata disso. Com seu caráter meramente espiritual e superior a todos os setores
sociais, a Igreja, através de seus fiéis, já vem se manifestando nas ruas de
nosso país. São comuns tais manifestações em nosso povo, como as dezenas ou
centenas de procissões de Corpus Christi, a do Círio de Belém (no Pará), a da nossa
Padroeira, em Aparecida, a do Bom Jesus da Lapa, na Bahia, a do Pai Divino, em
Goiás, etc. E não são poucos os que
participam destas romarias e procissões.
Na de Nossa Senhora da Assunção, Padroeira de Fortaleza, as multidões da
última somavam mais de um milhão de peregrinos na rua. É ou não é uma
manifestação típica dos católicos?
Mas, se já
são tão comuns o que deseja o Papa ao conclamar a Igreja a sair às ruas? Será
que ele deseja que os católicos façam passeatas e manifestações mais freqüentes
contra o aborto? Ou que se manifestem publicamente contra a corrupção política?
Pela moralidade pública? Enfim, são tantos os problemas morais perante os quais
os católicos podem se manifestar! Participar deles como anônimos não é caso,
pois já o fazem: toda e qualquer manifestação que houve nestes últimos dias a
presença de católicos foi uma constante. O importante é que o evento seja feito
sob a bandeira da Igreja, patrocinada por ela e organizada pelos católicos, não
é verdade? Se não for assim, não se pode dizer que os católicos saíram às ruas
como tais.
Vamos agora
resumir o pensamento do Papa. Ele deseja, então, que os católicos saiam do
comodismo (a Igreja não é uma ONG, disse ele), e, com o título de católicos,
guiados por seus bispos, se manifestem publicamente sobre questões em que a
Igreja é mestra e mãe, que são as questões morais e doutrinárias, demonstrando
à toda a sociedade a força da nossa Igreja. Não bastam as procissões e congressos
eucarísticos, os católicos têm que se manifestar na praça pública e defender os
princípios morais e religiosos de sua Igreja. E só isso basta, pois se os
motivos das manifestações de rua não forem estes ela não será mais católica.
Mas, esta
conclamação não é uma novidade: Bento XVI já o fez anteriormente, por ocasião da
visita que lhe fez os bispos brasileiros em outubro de 2010.
Eis, na íntegra, o que disse ele:
Eis, na íntegra, o que disse ele:
DISCURSO DO PAPA BENTO XVI
AOS PRELADOS DA CONFERÊNCIA NACIONAL
DOS BISPOS DO BRASIL (REGIONAL NORDESTE V)
EM VISITA «AD LIMINA APOSTOLORUM»
Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010
AOS PRELADOS DA CONFERÊNCIA NACIONAL
DOS BISPOS DO BRASIL (REGIONAL NORDESTE V)
EM VISITA «AD LIMINA APOSTOLORUM»
Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010
Amados
Irmãos no Episcopado,
«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.
Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.
Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. Gaudium et spes, 76).
Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal?Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem,82).
Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. Gaudium et spes 75).
Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17 de setembro de 2010).
Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.
Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.
Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.
© Copyright 2010 - Libreria Editrice Vaticana
«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.
Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.
Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. Gaudium et spes, 76).
Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal?Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem,82).
Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. Gaudium et spes 75).
Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17 de setembro de 2010).
Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.
Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.
Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
Situação da Igreja no Vietnan
Nossa Senhora de Lavang, padroeira do Vietnan
O Vietnan foi um dos países que Santa Teresinha mais rezou pela conversão. Ela chegou a fazer apostolado com um sacerdote francês que missionou naquele país. Porém, a desgraça desabou sobre o Vietnan após o desastroso fim da guerra em 1975, pois o comunismo assenhorou-se completamente dele e os católicos tiveram que sofrer terríveis perseguições. Como sofrem ainda. Pela entrevista dada pelo bispo Monsenhor Paul Nguyên Thai Hop, abaixo transcrita, podemos avaliar a situação em que se encontram os católicos vietnamitas.
Entrevista com monsenhor Paul Nguyên Thai Hop, bispo de Vinh:
A Zenit está divulgando a seguinte entrevista dada pelo bispo vietnamita:
No día seguinte dos sucessos ocorridos na comunidade católica de Con Cuông, monsenhor Paul Nguyên Thai Hop, bispo da diocese de Vinh e presidente da Comissão Justiça e Paz da Conferência Episcopal do Vietnan, concedeu uma entrevista para comentar este e outros temas. A entrevista com a agência "Eglises d'Asie" foi realizada em París no dia 8 de julho.
No día seguinte dos sucessos ocorridos na comunidade católica de Con Cuông, monsenhor Paul Nguyên Thai Hop, bispo da diocese de Vinh e presidente da Comissão Justiça e Paz da Conferência Episcopal do Vietnan, concedeu uma entrevista para comentar este e outros temas. A entrevista com a agência "Eglises d'Asie" foi realizada em París no dia 8 de julho.
- Excelência, a comunidade católica de Con Cuông onde se ocorreram os fatos é designada nos textos com o nome de Giao Diêm (lugar religioso). Pode nos dizer o que significa?
--Mons. Nguyên Thai Hop: Este termo se encontra em alguns decretos publicados nos anos de 1990, antes da aparição da Ordenança sobre a crença e a religião. Se faz uma distinção entre as paróquias propriamente ditas (Giao Xu), os anexos às paróquias (Giao Ho) e este tipo de comunidade cristã que não constitui todavía uma unidade canônica. É o equivalente do que a literatura missionária antes chamava “cristandade”, uma comunidade cristiã em fase de constituição.
- Na origem da maior parte dos conflitos entre as autoridades e as comunidades católicas, dos últimos tempos, estava a questão das propriedades espoliadas pelo Estado, ou mesmo das atividades sociopolíticas dos jovenes católicos. Nada disto em Con Cuông!
Qual é pois a razão de desencadear-se nas autoridades locais tal onda de violência contra um pequeno grupo de crentes que querem celebrar a eucaristía? Esta razão parece bem misteriosa...
--Mons. Nguyên Thai Hop: É verdade que tudo isto parece inexplicável. Não se chegam a compreender as motivações profundas das autoridades, nem o espírito que há guiado sua ação. Sem embargo, se podem adiantar certas razões. No Vietnan existem distritos chamados “distritos heroicos” [considerados como lugares da “resistência comunista”]. Para preservar este estatuto de “heroísmo”, devem submeter-se a três ou quatro critérios. Um dos critérios é a ausência de religião e de manifestações religiosas no território do distrito. Precisamente, o distrito de Con Cuông, situado a noroeste da província de Nghê An, forma parte desta categoría de distritos que têm a obrigação de perpetuar e preservar tal tradição de heroísmo. Se pode pensar que esta é uma das razões da brutalidade de comportamento das autoridades neste assunto. Também se pode falar de uma motivação de ordem política, que sería plausível no Vietnan de hoje.
Há muito tempo que os cristãos estão presentes nesse distrito de Con Cuông. A partir de 1970, vieram sacerdotes para a região a fim de celebrar a missa e ajudar às minorias. Um sacerdote se desloca regularmente ao lugar, no domingo, para celebrar a missa. Já foram enviadas quatro petições às autoridades para pedir que se crie no lugar uma "cristandade" (Giao Diêm) que não existía e uma paróquia anexa (Giao Ho). Enviamos uma petição escrita solicitando a criação de uma paróquia anexa, também sem resposta.
Não compreendemos porque as autoridades interviram com um comportamento tão brutal contra a comunidade católica de Con Cuông. O ano passado, uma mina explodiu na capela. Um ato criminoso. Protestamos sem que tenha havido reação das autoridades civis e policiais.
Desta vez, a 1 de julho, esta brutalidade se manifestou abertamente, de algum modo oficialmente. Isto é inaceitável! Sempre buscamos dialogar, falar com as autoridades e não compreendemos porque chegaram até a utilizar membros do exército contra concidadãos católicos. Alguns se perguntam por que os militares, que gozam de grande poder, não se preocupam em defender a soberanía vietnamita nos arquipélagos de Hang Sa e de Truong Sa, em lugar de utilizar as armas contra seus compatriotas católicos desarmados. Tudo isto é difícil de compreender.
Queremos viver em diálogo com as autoridades. Não temos intenção de utilizar o assunto de Con Cuông para impor nossas reivindicações ou caluniar o Partido e o governo. Mas o caso do 1 de julho é excepcional; é intolerável para a maioría dos católicos. As autoridades foram muito longe! Como se diz entre nós, quando se ultrapassam certas fronteiras, deve-se reagir. A paciência é uma virtude católica, uma virtude humana. Mas como tudo o que é humano, tem seus límites que não se podem ultrapassar impunemente. Tal é o sentimento dos católicos de nossas dioceses. O que prevalece é a solidariedade com nosos irmãos e irmãs católicos numa situação difícil . Não queremos somente protestar, desejamos também expressar esta solidaridade e pedir justiça para as vítimas desta brutalidade.
- O caso de Con Cuông é totalmente isolado ou existe, em sua diocese, regiões onde fatos semelhante poderiam ocorrer?
--Mons. Nguyên Thai Hop: Em minha diocese há três províncias, Nghê An, Ha Tinh e Quang Binh. Há dois anos, em Quang Binh, na aldeia de Tam Toa, houve fatos tão violentos como os de Cong Cuông. A violência, eu não sei por quê, deslocou-se agora para a província de Nghê An. Alí ocorreram os sucessos intoleráveis de Con Cuông. Felizmente, nas outras províncias não há pelo momento nenhum conflito similar. Nas últimas festas de Natal, um alto funcionário governamental veio de Hanoi para nos transmitir os desejos do governo de um feliz Natal e nos dirigir suas próprias felicitações. Nos perguntou: “Qual é a situação na diocese de Vinh?”. Eu lhe respondí que em minha diócese havía três províncias e que cada uma tinha sua particularidade. Não se podem comparar. Cada uma tem sua cor, sua luz, sua originalidade própria. Mas se tivesse que escolher, prefería as cores das províncias de Ha Tinh e de Quang Binh. Mais tarde, um funcionário de Nghê An me preguntou: “Por que não escolher a Nghê An?”. Lhe respondí: “Em minha diocese, há três províncias. Eu escolho duas, pode-se compreender!.
- O Senhor preside a Comissão Justiça e Paz, criada pela Conferência Episcopal do Vietnan há um ano e meio. É bem preparado sem dúvida para fazer um balanço de sua atividade. Mas há concordância ou desacordo entre a doutrina socal da Igreja e a ideologia em vigor no Vietnan atual?
--Mons. Nguyên Thai Hop: Efetivamente, faz pouco tempo que nossa comissão inciou sua missão. No espaço de ano e meio não temos muitas coisas, por causa de nossos limites pessoais, mas também pela situação sociopolitica que não nos permitia fazer o que pensávamos e queríamos. Consideramos a difusão e a aplicação da doutrina social da Igreja como uma maneira de evangelizar o mundo. O Papa João Paulo II disse:
“A doutrina social da Igreja não é a terceira via entre o capitalismo de uma parte e o marxismo de outra". O Papa Bento XVI acrescentou que a Igreja não subsitui o estado em suas funções, senão que podia oferecer sua contribuição e dialogar com o governo com o objetivo de servir aos homens. Devemos evangelizar e servir aos homens de nosso tempo. O Papa Bento XVI pediu aos bispos vienamitas que colaborem e dialoguem francamente com o Estado. Mas nossa vocação evangélica nos obriga a privilegiar o que é conforme a verdade, o que for útil ao serviço do país e conforme os direitos humanos. Por isso somos partidários do diálogo. Um diálogo que é muito interessante mas que está longe de ser simples e fácil.
- A última publicação de sua comissão é um informe intitulado “Considerações sobre a situação geral do país”. Menciona a evolução positiva do país alguns anos atrás, sobretudo no plano econômico. Mas salienta numerosos aspectos negativos da sociedade atual. Não é demasiado pessimista?
--Mons. Nguyên Thai Hop: Obrigado por sua observação. Algumas notas são com efeito um pouco pessimistas, ainda que eu mesmo seja por temperamento otimista. Porém há que ser claro. Olhemos a história do Vietnan dos últimos quarenta anos. Desde 1975 até 1990, a situação foi difícil, especialmente nos anos 1980. Nesta época, houve muitas dificuldades, e sobretudo para os católicos. No período que vai de 1990 a 2008-2009, a situação mudou. A política do "dôi moi" (cambio) ganhou pouco a pouco terreno e renovou o país em todos os campos. Isto é inegável. Porém, nestes últimos anos, houve uma rápida desaceleração do progresso. A sociedade civil e a sociedade política têm visto também um retrocesso. Não é que eu seja pessimista, é que a situação é ruim. A situação sociopolítica é preocupante. Não sou o único que assim pensa. Se ouve o mesmo toque de alarme entre os intelectuais comunistas, e na Assembléia nacional onde se tem pronunciado numerosas declarações importantes a este respeito. Por isto, para este informe, nossa comissão quis fazer ouvir a voz da crítica, mas uma crítica construtiva, desejosa de ver o país empreender o caminho de um verdadeiro desenvolvimento. O desenvolvimento econômico deve estar ligado ao social e humano.
- Hoje no Vietnan o combate pela defesa da soberania vietnamita sobre o conjunto do território e contra a vontade expansionista de seu grande vizinho do norte é apoiada por muita gente incluindo os católicos O senhor mesmo tem se expressado nesta matéria várias vezes. Pensa que este combate forma parte de sua missão de pastor?
--Mons. Nguyên Thai Hop: O Concilio Vaticano II, na constituição pastoral sobre a Igreja no mundo de seu tempo declara: “As alegrías e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens deste tempo, dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrías e as esperanças, as tristezas as angústias dos discípulos de Cristo, e não há nada verdadeiramente humano que não encontre um eco em seu coração”. Somos ao mesmo tempo discípulos de Cristo e filhos de um povo, somos vietnamitas e cristãos. Vietnan é o povo que Deus nos deu para ser verdadeiramente humanos e cristãos. Por isso as alegrias e tristezas de nosso país são nossas alegrias e nossas penas. Assim, com os outros cidadãos, católicos, não católicos, e inclusive marxistas, queremos manifestar nossa preocupação a respeito da situação muito perigosa para o destino do país. Neste espírito, o clube «Paul Nguyên Van Binh» em Saigon, tem organizado foruns sobre a questão da soberania vietnamita no Mar oriental. O primeiro forum encontrou muitas dificuldades mas realizou-se. Os conferencistas não eram somente católicos, havia também não católicos marxistas ou não marxistas. Mesmo com dificuldades para organizar o colóquio foi um serviço governamental o que financiou a publicação dos textos das intervenções. O segundo forum devia celebrar-se sobre o tema "Justiça e paz no Mar oriental". Lamentavelmente, não pôde celebrar-se nas acho que poderão ser publicados os textos previstos. Este combate é para nós um dever de respeito a nosso povo, a nossos antepassados. Cumprimos este dever com os intelectuais do país, católicos ou não, comuistas ou não. É o dever de todos os vietnamitas frente as dificuldades e as ameaças que pesam sobre a independência de nosso país.
- No informe da Comissão Justiça e Paz sobre a situação geral do país, está a questão da liberdade religiosa. Se mencionam os numerosos textos legislativos aparecidos sobre esta matéria e se conclui - caricaturizo um pouo - que a liberdade de religião não poderá verdadeiramente existir senão quando não exista mais leis sobre a matéria.
--Mons. Nguyên Thai Hop: Há que reconhecer que o governo tem feito muito, tanto em favor da Igreja como em favor das religiões em geral. Se se faz a comparação entre a situação da Igreja no Vietnan pouco depois de 1975 e a que existe hoje, pode-se constatar que tem havido muito progresso. O Vietnan entrou na Organizaçao Mundial do Comércio, converteu-se em membro de numerosas instituições internacionais e está já obrigado a aplicar as convenções internacionais sobre os direitos humanos. Falta agora chegar à normalização da situação no que concerne à religião. Hoje está a caminho de preparar um novo decreto sobre a religião. Mas se a situação fosse normal não haveria necessidade deste decreto. É necessário tratar os católicos, os não católicos, os budistas e todos os demais como cidadãos! Temos já um código civil e todo mundo deve ser tratado segundo a lei. Não digo que isto possa fazer-se tudo em seguida. Mas devemos tender para este gênero de situação. Se o conseguirmos, poderá dizer-se então que há uma verdadeira liberdade religiosa.
- Nos anos 1978-79, o arcebispo de Huê, monsenhor Nguêm Kim Dien, declarou numa reunião pública a que havia sido convocado: "Hoje, os católicos são cidadãos de segunda classe...". A situação tem mudado atualmente?
--Mons. Nguyên Thai Hop: Sim, se fala da situação da época depois de 1975, não se pode senão constatar que tem havido mudanças. Hoje, os católicos podem entrar na universidade e exercer muitas profissões. Mas algumas funções ficam, porém, reservadas aos membros do Partido. Na vida de todos os días, restam todavía muitas coisas que mudar. Do lado católico como do lado comunista, do lado da Igreja como do lado do governo, já se tem feito um bom trabalho, mas este trabalho deve prosseguir. Para todos os vietnamitas, ateus como crentes, budistas como protestantes, minorías étnicas como os católicos, é necessário criar una sociedade humana e moderna. Há pois que continuar nosso trabalho para que o Vietnan se converta verdadeiramene num país sem discriminação para todos os cidadãos.
Para inteirar-se melhor sobre a situação dos católicos no Vietnan, veja as duas postagens abaixo
Católicos enfrentam comunistas no Vietnan
http://quodlibeta.blogspot.com.br/2008/09/catlicos-enfrentam-comunistas-no-vietn.html
Manifestações de piedade dos católicos vietnamitas
http://quodlibeta.blogspot.com.br/2008/09/manifestaes-de-piedade-dos-catlicos.html
Relação dos MÁRTIRES CATÓLICOS DO VIETNAN
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Círio de Nazaré - Saída da Imagem do Colégio Gentil
Veja o vídeo da saída da imagem do Colégio Gentil para o início da Trasladação, percurso de 3,5 km no sentido contrário a procissão do Círio.
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sábado, 8 de outubro de 2011
CÍRIO DE NAZARÉ
Já se iniciaram os festejos de uma das maiores manifestações religiosas do mundo - a festa do Cirio de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém do Pará. O Círio de Belém, como é mais conhecido, é realizado em Belém do Pará há mais de dois séculos, tornou-se uma das maiores e mais belas procissões católicas do Brasil e do mundo. Reúne, anualmente, cerca de dois milhões de romeiros numa caminhada de fé pelas ruas da capital do Estado, num espetáculo grandioso em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré, a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo. No segundo domingo de outubro, a procissão sai da Catedral de Belém e segue até a Praça Santuário de Nazaré, onde a imagem da Virgem fica exposta para veneração dos fiéis durante 15 dias. O percurso é de 3,6 quilômetros e já chegou a ser percorrido em nove horas e quinze minutos, como ocorreu no ano de 2004, no mais longo Círio de toda a história. Na procissão, a Berlinda que carrega a imagem da Virgem de Nazaré é seguida por romeiros de Belém, do interior do Estado, de várias regiões do país e até do exterior. Em todo o percurso, os fiéis fazem manifestações de fé, enfeitam ruas e casas em homenagem à Santa. Além da procissão de domingo, o Círio agrega várias outras manifestações de devoção, como a trasladação, a romaria fluvial e diversas outras peregrinações e romarias que ocorrem na quadra Nazarena.
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domingo, 4 de setembro de 2011
Liberdade, liberdade! Quantos crimes se cometem em teu nome!
Quem tiver paciência e complacência, poderá assistir o vídeo abaixo onde foi registrada uma das manifestações mais estúpidas do ateísmo moderno. No dia 13 de maio (exatamente no dia dedicado a Nossa Senhora de Fátima) um punhado inexpressivo de desocupados ocupou as praças de Madri para uma manifestação, não digamos só atéia, mas visceralmente anticatólica. Apesar dos slogans proclamados falar contra a religião, na verdade a única religião que eles odeiam é a Católica.
Vejam que os figurantes dessa encenação ridícula marcham pela rua com um papel na mão, onde lêem e proclamam os slogans preparados antecipadamente em seus antros de conciliábulos. Em tais proclamações há de tudo: blasfêmias contra a Igreja, Deus e a Virgem Maria, palavrões, mentiras descaradas contra o clero católico e "tiradas" eufemísticas contra o cardeal de Madri (Monsenhor Rouca).
Tudo indica que este foi o clima preparatório para a "recepção" que tão mal educados elementos estariam preparando para receber os visitantes que viriam em agosto para a Jornada Mundial da Juventude.
Quando se iniciou a JMJ em Madri já havia um clima artificial preparado por um grupelho de ateus e homossexuais com visível intuito de obscurecer a festa católica. E não se contentaram apenas em declarações verbais, foram às vias de fato como se vê num dos vídeos veiculados na época, que também reproduzimos abaixo. Nele se vê a falta de respeito para com o próximo e a afronta contra os jovens católicos. Vê-se que a reação dos mesmos foi cortês, apesar de acossados, violentados, agredidos. Se houve algum revide esporádico (aliás, merecedores, pois ninguém é obrigado a ouvir gritos e ofensas ao seu ouvido sem revide) foi de pouca importância: a maioria massiça dos católicos reagiu educadamente e de modo cristão aos mal educados e grosseiros agressores. Aliás, protegidos pela polícia...
No final, os católicos mostraram sua força, estampada na grande multidão que acorreu à JMJ e aplaudiu entuasiásticamente o Papa e participou efusivamente de todos os eventos. Não foi uma manifestação de um grupelho, de algumas dezenas de agitadores, mas de milhões de jovens que estavam ali pacificamente para manifestar sua Fé. Apesar das violações, apesar de ingentes dificuldades criadas até por alguns elementos hostis aos católicos.
Isto é, a nossa força está em nossa Fé, coisa que eles não têm, mas se manifesta na hora do confronto com altaneria e nobreza. No confronto recente entre ateus e católicos, nós ganhamos a primeira refrega como verdadeiros vitoriosos de uma guerra. Quando eles dizem em seus "slogans" que "la religion provoca guerras", quem iniciou tal guerra contra a religião católica? Quando eles dizem "la religion es fanatismo", para que fanatismo maior do que atacar cruelmente os católicos apenas porque manifestam sua Fé?
Dois vídeos com testemunhos do êxito da JMJ
Vejam que os figurantes dessa encenação ridícula marcham pela rua com um papel na mão, onde lêem e proclamam os slogans preparados antecipadamente em seus antros de conciliábulos. Em tais proclamações há de tudo: blasfêmias contra a Igreja, Deus e a Virgem Maria, palavrões, mentiras descaradas contra o clero católico e "tiradas" eufemísticas contra o cardeal de Madri (Monsenhor Rouca).
Tudo indica que este foi o clima preparatório para a "recepção" que tão mal educados elementos estariam preparando para receber os visitantes que viriam em agosto para a Jornada Mundial da Juventude.
Quando se iniciou a JMJ em Madri já havia um clima artificial preparado por um grupelho de ateus e homossexuais com visível intuito de obscurecer a festa católica. E não se contentaram apenas em declarações verbais, foram às vias de fato como se vê num dos vídeos veiculados na época, que também reproduzimos abaixo. Nele se vê a falta de respeito para com o próximo e a afronta contra os jovens católicos. Vê-se que a reação dos mesmos foi cortês, apesar de acossados, violentados, agredidos. Se houve algum revide esporádico (aliás, merecedores, pois ninguém é obrigado a ouvir gritos e ofensas ao seu ouvido sem revide) foi de pouca importância: a maioria massiça dos católicos reagiu educadamente e de modo cristão aos mal educados e grosseiros agressores. Aliás, protegidos pela polícia...
No final, os católicos mostraram sua força, estampada na grande multidão que acorreu à JMJ e aplaudiu entuasiásticamente o Papa e participou efusivamente de todos os eventos. Não foi uma manifestação de um grupelho, de algumas dezenas de agitadores, mas de milhões de jovens que estavam ali pacificamente para manifestar sua Fé. Apesar das violações, apesar de ingentes dificuldades criadas até por alguns elementos hostis aos católicos.
Isto é, a nossa força está em nossa Fé, coisa que eles não têm, mas se manifesta na hora do confronto com altaneria e nobreza. No confronto recente entre ateus e católicos, nós ganhamos a primeira refrega como verdadeiros vitoriosos de uma guerra. Quando eles dizem em seus "slogans" que "la religion provoca guerras", quem iniciou tal guerra contra a religião católica? Quando eles dizem "la religion es fanatismo", para que fanatismo maior do que atacar cruelmente os católicos apenas porque manifestam sua Fé?
Dois vídeos com testemunhos do êxito da JMJ
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domingo, 21 de agosto de 2011
Bento XVI se despede da JMJ de Madri anunciando que a próxima será no Brasil
Apesar de um vendaval e de um calor próximo dos 40 graus, o Papa celebrou em Madri a missa de despedida da Jornada Mundial da Juvetude em um aeródodro chamado Cuatro Vientos. Na ocasião, Bento XVI deu suas mensagens de despedidas:
“É impossível encontrar Cristo, e não O dar a conhecer aos outros. Por isso, não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé; necessita, sem dúvida, de Deus.” Com estas palavras, o Santo Padre convidou participantes na missa final da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que façam os seus pares participar da fé que professam.
As palavras do Santo Padre estiveram carregadas de referências a Jesus Cristo, à Igreja e aos sacramentos. Assinalou que “A fé não se limita a proporcionar alguma informação sobre a identidade de Cristo, mas supõe uma relação pessoal com Ele, a adesão de toda a pessoa, com a sua inteligência, vontade e sentimentos, à manifestação que Deus faz de Si mesmo.”
Por sua vez, motivou os jovens a seguir a Deus: “respondei-Lhe com generosidade e coragem, como corresponde a um coração jovem como o vosso. Dizei-Lhe: Jesus, eu sei que Tu és o Filho de Deus que deste a tua vida por mim. Quero seguir-Te fielmente e deixar-me guiar pela tua palavra.”
Além de animar a caminhar com Cristo, recordou a necessidade de segui-lo dentro da Igreja frequentando os sacramentos: “Para o crescimento da vossa amizade com Cristo é fundamental reconhecer a importância da vossa feliz inserção nas paróquias, comunidades e movimentos, bem como a participação na Eucaristia de cada domingo, a recepção frequente do sacramento do perdão e o cultivo da oração e a meditação da Palavra de Deus.”
Esta Eucaristia começou às dez da manhã, depois do Papa percorrer todo o aeródromo para saudar os jovens que – na sua maioria – pernoitaram em Cuatro Vientos.
Rio de Janeiro em 2013!
Ao finalizar a Santa Missa, anunciou a sede da próxima Jornada Mundial da Juventude, que será no Rio de Janeiro (Brasil), entre os gritos de alegria dos brasileiros lá presentes. Esta jornada terá lugar dentro de dois anos, em 2013.
Depois desta celebração, o Santo Padre terá um encontro com os voluntários da Jornada Mundial da Juventude no IFEMA, pelas 17:30 horas.
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sábado, 20 de agosto de 2011
Anuncia-se aglomeração de 3 milhões de católicos em Madri
A quantidade de visitantes é calculada em 1,8 milhão, mas junto com os próprios católicos que residem em Madri e em outras cidades espanholas, espera-se que a quantidade da aglomeração chegue a 3 milhões na Jornada Mundial da juventude. Veja, por exemplo, os vídeos em que mostram a chegada dos peregrinos ao local chamado "Cuatro Vientos", onde houve encontre com o Papa hoje às 13 horas. Incrível a quantidade de pessoas e o entusiasmo que toma conta de todos, apesar do tremendo calor que fazia na hora.
Há apenas 3 meses atrás, na Plaza del Sol, em Madri, os católicos já se manifestavam em massa contra o aborto: El grito silencioso, que ainda hoje ecoa no mundo.
Há apenas 3 meses atrás, na Plaza del Sol, em Madri, os católicos já se manifestavam em massa contra o aborto: El grito silencioso, que ainda hoje ecoa no mundo.
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Bento XVI: “A Universidade tem sempre sido a casa onde se busca a verdade própria da pessoa humana”
Sua Santiade manteve um encontro com 1000 professores, na Basílica de SanLorenzo de El Escorial, onde sublinhou que “não é uma casualidade que tenha sido a Igreja quem promoveu a instituição universitária”
Como professor entre os demais, o Papa pediu aos professores que transmitiam o ideal universitário aos seus alunos …
“Os jovens necessitam autênticos mestres, pessoas abertas à verdade total nas diferentes áreas do saber” declarou o Sumo Pontífice
O cardeal Rouco Varela, assegurou que o Papa é a luz que os guiará no desenrolar cristão da sua tarefa intelectual e educativa.
Madrid, 19 agosto de 2011 – A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Madrid 11 saiu da cidade por umas horas que a acolhe, para se transladar um pouco mais para norte, para o Real Sitio de El Escorial, um lugar que não é desconhecido para o Papa, que já o visitou, em 1989, como perfeito da Congregação para a Doutrina da Fé.
Num ambiente festivo e colorido, com togas e capelos de diferentes disciplinas, teve lugar o encontro do Papa com mais de 1000 professores e investigadores de todo o mundo. Este encontro tem a marca do constante empenho do Santo Padre para contribuir para a reflexão entre a ciência e a fé (com precedentes em Ratisbona, na Alemanha, do encontro dos Bernardinos em Paris ou em Westmister Hall). No evento estive presente o ministro da Educação, Ángel Gabiondo que cumprimentou o Papa à entrada da Basílica.
Durante este encontro com jovens docentes, Bento XVI defendeu o papel que tem a instituição universitária hoje em dia. “A universidade foi, e está chamada a ser sempre, a casa onde se busca a verdade própria da pessoa humana”. Nesse sentido, o pontífice deixou claro que “não é casualidade que fosse a igreja quem promoveu a instituição universitária, pois a fé cristã fala-nos de Cristo como o Logos por quem tudo foi feito (cf. Jo 1, 3)”.
Além disso, o Papa assegurou que “a universidade encarna um ideal que não se deve desvirtuar nem por ideologias fechadas ao diálogo racional, nem por servilismos a um lógica utilitarista de simples mercado, que olha para o homem como mero consumidor”.
Por outro lado, o Papa convidou aos docentes a que transmitam esse ideal universitário de propor e acreditar na fé perante a inteligência dos homens, enquanto os advertiu que não basta ensiná-lo mas também vivê-lo. “Os jovens precisam de mestres autênticos: pessoas abertas à verdade total nos diversos ramos do saber, capazes de escutar e viver, dentro de si mesmos, este diálogo interdisciplinar”. Seguidamente, usou Platão como exemplo: “«Busca a verdade enquanto és jovem, porque, se o não fizeres, depois escapar-te-á das mãos» (Parménides, 135d)”.
O Santo Padre quis animá-los “a não perder jamais tal sensibilidade e encanto pela verdade, a não esquecerdes que o ensino não é uma simples transmissão de conteúdos, mas uma formação de jovens a quem deveis compreender e amar.” Para Bento XVI, “não podemos avançar no conhecimento de algo, se não nos mover o amor; nem tão pouco amar uma coisa em que não vemos racionalidade”. Nesse sentido, pediu aos professores que sejam humildes. “Na actividade intelectual e docente, a humildade é também uma virtude indispensável, pois protege da vaidade que fecha o acesso à verdade.”
Para finalizar, motivou-os a voltar sempre a olhar para Cristo e fez uso do tema da JMJ “Radicados n’Ele, sereis bons guias dos nossos jovens.” E concedeu-lhes a sua bênção.
Antes do discurso de Bento XVI, o Cardeal Arcebispo de Madrid Antonio María Rouco Varela manifestou a gratidão de variados sectores da vida universitária, especialmente de Espanha, pela decisão do Papa de incluir este encontro no programa da JMJ. Esta é a primeira vez que sucede na história das Jornadas.
Rouco assinalou que “os jovens universitários, que acolheram com tanto calor e afecto, estão muito conscientes que a Palavra do Papa será para eles, nestes momentos tão críticos para a humanidade, luz que os guiará no desenvolvimento cristão da sua tarefa intelectual e educativa.”
Também tomou a palavra em nome de todos os professores, Alejandro Rodrígiues de la Peña, doutorado em história, vice-reitor da Universidade San Pablo CEU e director do Colégio Mayor de San Pablo de Madrid. Rodriguez de la Peña agradeceu ao Papa o “fecundo magistério sobre a vocação universitária e, em particular, entre a ciência e a fé, e sobre o lugar vital da religião revelada na sociedade actual.” Além disso, afirmou que a “recente beatificação do cardeal John Henry Newman foi para todos os católicos um sinal eloquente da importância que vossa Santidade atribui a dimensão intelectual da vivência cristã”.
Neste encontro participou a Escolania del Monastério, que interpretou a “Avé Maria” do compositor e celebre polifonista do renascimento espanhol, Tomás de Vitoria.
No mesmo dia, Bento XVI teve um outro encontro no Pátio de los Reyes do Real Mosteiro de San Lorenzo del Escorial, do qual fez parte jovens religiosas, uma das quais fez uma bela saudação ao Pontífice
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Homenagens ao Papa em sua chegada a Madri
Os noticiários procuram toldar a belíssima imagem da viagem de Bento XVI à Espanha dando enorme destaque a algumas escaramuças irrelevantes de um punhado de agitadores. Em vão. Corre pelo mundo as imagens das multidões que acorrem para aplaudir o Pontíficee. Veja as imagens abaixo:
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Bento XVI chega a Madri e entusiasma as multidões
Madrid 16 de agosto de 2011 – Este domingo, no angelus desde Castelgandolfo, Bento XVI dirigiu-se aos peregrinos que participarão na JMJ para lhes pedir que o “acompanhem com a oração” para que neste evento “se colham abundantes frutos espirituais”.
“Quinta-feira partirei para Madrid. Estou feliz de encontrar ali todos os jovens que estarão presentes dos diversos países do mundo”, assinalou. O Santo Padre insistiu na necessidade de “se confiarem à oração” durante a Viagem Apostólica a Espanha para “que se colham abundantes frutos espirituais”
Do mesmo modo, convidou aos peregrinos “a meditar sobre o tesouro da fé que nos foi transmitido e a acolhe-lo com gratidão”. “Comprometendo-nos a responder de maneira responsável a chamada de Deus e a eleger fundamentar a nossa vida em Cristo. Neste caminho, nos não estamos sós”, realçou Bento XVI.
Mensagem do Papa:
Obrigado, Espanha, pelo legado que a humanidade recebeu de um povo com profundas raízes cristãs e futuro de esperança contagiosa.
O Papa concedeu a possibilidade de ganhar indulgências àqueles que participem na JMJ
Bento XVI concedeu indulgências para quem participe na Jornada Mundial da Juventude, e cumpra com os requisitos requeridos. Em concreto:
• Concede-se a indulgência plenária aos fiéis que participem devotamente em qualquer cerimónia sagrada ou acção piedosa que se celebre em Madrid durante a XXVI Jornada Mundial da Juventude e na sua conclusão solene, desde que, confessados e verdadeiramente arrependidos, recebam a santa comunhão e rezem com devoção pelas intenções de Sua Santidade.
• Se concede la indulgencia parcial a los fieles, dondequiera que se encuentren durante la mencionada Jornada Mundial, si al menos con ánimo contrito, elevan sus súplicas a Dios Espíritu Santo, para que impulse a los jóvenes a la caridad y les dé la fuerza de anunciar el Evangelio con su propia vida.
O que são as indulgências? (Catecismo da Igreja Católica, n. 1471 e seguintes)
• A indulgência é a remissão, perante Deus, da pena temporal devida aos pecados cuja culpa já foi apagada; remissão que o fiel devidamente disposto obtém em certas e determinadas condições, pela acção da Igreja, a qual, enquanto dispensadora da redenção, distribui e aplica por sua autoridade o tesouro das satisfações de Cristo e dos santos.
• O fiel pode lucrar para si mesmo as indulgências ou aplicá-las aos defuntos.
• Para compreender esta doutrina e esta prática da Igreja, deve ter-se presente que o pecado tem uma dupla consequência.
o O pecado grave priva-nos da comunhão com Deus e, portanto, torna-nos incapazes da vida eterna, cuja privação se chama «pena eterna» do pecado.
o Por outro lado, todo o pecado, mesmo venial, traz consigo um apego desordenado às criaturas, o qual precisa de ser purificado, quer nesta vida quer depois da morte, no estado que se chama Purgatório. Esta purificação liberta do que se chama «pena temporal» do pecado.
Condições para ganhar as Indulgências
• Ser baptizado
• Estar em estado de graça
• Ter intenção de receber a Indulgência
Cumprir com as outras condições que a Igreja determinou para a Indulgência que se deseja obter:
para a Indulgência Plenária: estar arrependido dos pecados, realizar a acção requerida para a dita indulgência (neste caso a participação na JMJ) e, além disso, fazer uma confissão sacramental, receber a sagrada comunhão e rezar pelas intenções do Papa (um Pai Nosso e uma Ave-maria, por exemplo). Finalmente, há que estar livre de todo a ligação ao pecado, incluindo os pecados veniais.
para Indulgência Parcial: estar arrependido dos pecados e realizar a acção requerida para a referida Indulgência (neste caso a participação na JMJ)
Veja os vídeos da chegada do Papa a Madri
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
JMJ de Madri tem relíquia de João Paulo II
Uma oferta para Madrid : uma ampola com sangue do novo beato presidirá as celebrações da JMJ
Madrid, 16 de Agosto de 2011– A presença de João Paulo II é reforçada na Jornada Mundial da Juventude de Madrid com uma relíquia que presidirá as principais celebrações. O arcebispo de Cracóvia e ex-secretário do agora beato, Stanisław Dziwisz, ofereceu esta relíquia que presidirá às principais celebrações da Jornada.
O cardeal arcebispo de Madrid, Antonio María Rouco Varela, acompanhado de um grupo de jovens voluntários, rezaram uma oração a João Paulo II pedindo que interceda pelos participantes nestas Jornadas que começaram graças à sua iniciativa em 1985.
Durante as celebrações litúrgicas da JMJ utilizar-se-á um evangeliário – escultura em forma de livro aberto – no qual se conserva uma relíquia do beato João Paulo II: sangue armazenado numa ampola de vidro. A página direita deste livro contem uma imagem do crucifixo que João Paulo II usava como báculo. Na página esquerda aparece o escudo de armas papal, sob o qual se pode ler uma das frases mais famosas do beato durante o seu papado: “Não tenhais medo”, em latim.
O evangeliário será colocado na missa de abertura da JMJ diante do ambão de onde serão proclamadas as leituras, virado para a assembleia.
O sangue que a ampola contém foi extraído de João Paulo II numas recolha para análises que se realizaram nos últimos dias da sua doença no Hospital Menino Jesus. Depois da sua beatificação foi recuperado para relicário. A relíquia foi oferecida ao arcebispo de Madrid a 15 de Agosto de 2011. A escultura que contém a relíquia é obra do artista italiano Carlo Ballina.
O beato João Paulo II, é um dos dez patronos da Jornada Mundial. Além disso, Madrid estará preenchida de múltiplas actos culturais nas quais se celebrará o novo beato e que inundam a cidade por estes dias.
Existem outras duas relíquias de João Paulo II: uma conservada no Hospital Menino Jesus de Roma e outra na Oficina para as Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice.
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Tudo pronto para se iniciar a Jornada Mundial da Juventude em Madri
Está tudo pronto na capital espanhola para a inauguração esta noite, às 20;00h (hora local) da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Madri 2011, onde espera-se uma participação de um milhão e meio de jovens provenientes de todo o mundo.
Após inaugurar o Centro Internacional de Imprensa, junto ao Palácio de Congressos de Madri (exatamente em frente ao estádio Santiago Bernabeu, do Real Madri), o arcebispo de Madri e Presidente da Conferência Apiscopal Espanhola, Cardeal Antonio Maria Rouco Varela, presidirá a Missa inaugural da JMJ na Praça Cibeles.
Tão logo terminaram os “Dias nas dioceses” em diferentes lugares da Espanha exceto Madri, os peregrinos começaram a abarrotar a capital exigindo uma série de medidas para poder acomodá-los e a fim de garantir o transporte durante os dias do evento, entre os dias 16 de 21 de agosto. Os peregrinos passarão o primeiro dia num dos 7 mil lugares de acolhida que se lhes ofereceu em toda Madri, entre colégios, paróquias, ginásios esportivos, etc.
Quanto ao transporte, a agência ACI Prensa foi informada, por exemplo, que o Metrô de Madri, que funciona com dez linhas fixas, ampliará sua oferta de veículos em 60%, apesar das ameaças de greve. Algumas linhas de ônibus deverão modificar suas rotas, mas também asseguraram que os peregrinos poderão fazer uso normal deles.
Nos primeiros dias, além de várias atividades culturais, programadas especialmente para os peregrinos, entre exposições, conferências, concertos, participarão das catequeses dadas por alguns dos 800 bispos que estão chegando a Madri para fazer parte deste importante evento eclesial e mundial.
Mais de uma vez foi desmentido que a JMJ ofereça algum custo para o governo, e destacou-se a austeridade com que o mesmo foi feito. Em entrevista dada à Europa Press, o vice-secretário geral do PSOE e porta-voz do governo, o ministro do fomento José Blanco, disse que esta jornada “acarretará alguns gastos, mas também importantes ingressos e, no final, ponderando ambos, não acarretará gasto para o Estado”.
Acompanhe os eventos no Site Oficial da JMJ Madri 2011
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Assunção de Nossa Senhora aos Céus
Hoje, numa das maiores festas da Cristandade, está ocorrendo uma concorridíssima procissão na Capital cearense, Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, quando espera-se mais de um milhão de pessoas, como se deu no ano passado na "Caminhada com Maria"
Definição solene do dogma
No dia 1 de novembro de 1950, o Papa Pio XII assim definou o Dogma da Assunção de Nossa Senhora aos Céus:
"Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus onipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos s. Pedro e s. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial".
CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA DO PAPA PIO XII MUNIFICENTISSIMUS DEUS
DEFINIÇÃO DO DOGMA DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA EM CORPO E ALMA AO CÉU
domingo, 7 de agosto de 2011
Caminhada com Maria - convite da Arquidiocese de Fortaleza

A Festa de Nossa Senhora da Assunção, em Fortaleza, está se tornando uma das maiores manifestações católicas do mundo. No ano passado, a Procissão, denominada "Caminhada com Maria", contava com mais de 1,5 milhão de pessoas. Espera-se que neste ano, número igual ou maior de devotos acompanhem o cortejo religioso. Veja nossa postagem sobre o evento ocorrido no ano passado, clicando aqui Caminhada com Maria na Festa de Nossa Senhora da Assunção.
Transcrevemos abaixo o convite que a Arquidiocese de Fortaleza está divulgando sobre o Evento:
Fortaleza, 24 de julho de 2011.
Carta Circular 009/2011: Caminhada com Maria – Solenidade da Assunção de Nossa Senhora
Caríssimos Irmãos no Sacerdócio,
Alegria e Paz no Senhor!
Na Solenidade de Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Cidade de Fortaleza, estaremos realizando pela nona vez a Caminhada com Maria.
A própria história da evangelização no Ceará está marcada por esta presença de Nossa Senhora: desde o primeiro povoado na Barra do Rio Ceará, passando pela Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção e finalmente marcando sua presença como Padroeira da Cidade de Fortaleza, na Catedral Metropolitana. Esta celebração marca o reconhecimento das origens cristãs católicas de nossa cidade.
Em continuidade e sintonia com a Exortação Apostólica Pós-sinodal do Papa Bento XVI – Verbum Domini e as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2011 – 2015), teremos como tema desta Caminhada: “Caminhando com Maria: acolhendo Jesus – a Palavra de Deus.”
No dia 15 de agosto, segunda-feira,
Solenidade da Assunção de Nossa Senhora,
a partir do Santuário de Nossa Senhora da Assunção – Nova Assunção,
com início às 14h00min,
até a Catedral Metropolitana de Fortaleza,
pela Avenida Leste-Oeste.
Convocamos todos os fiéis de nossa Arquidiocese, especialmente das comunidades das Paróquias e Áreas Pastorais das Regiões Metropolitanas, das Comunidades Religiosas, das Associações e Movimentos Eclesiais, para esta manifestação pública de nossa fé em Cristo e seguimento de seus passos com Maria.
Para que o maior número de fiéis possa participar, nas paróquias e áreas pastorais metropolitanas, todas as celebrações sejam realizadas nas igrejas na manhã do dia 15, conforme as rubricas litúrgicas abaixo, ficando reservada a tarde e noite do dia 15 para esta grande manifestação comum de nossa Igreja Arquidiocesana.
Lembramos a todos as diretrizes litúrgicas para esta celebração, conforme as encontramos no Diretório da Liturgia para o Brasil – da CNBB:
Fortaleza, 24 de julho de 2011.
Carta Circular 009/2011: Caminhada com Maria – Solenidade da Assunção de Nossa Senhora
Caríssimos Irmãos no Sacerdócio,
Alegria e Paz no Senhor!
Na Solenidade de Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Cidade de Fortaleza, estaremos realizando pela nona vez a Caminhada com Maria.
A própria história da evangelização no Ceará está marcada por esta presença de Nossa Senhora: desde o primeiro povoado na Barra do Rio Ceará, passando pela Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção e finalmente marcando sua presença como Padroeira da Cidade de Fortaleza, na Catedral Metropolitana. Esta celebração marca o reconhecimento das origens cristãs católicas de nossa cidade.
Em continuidade e sintonia com a Exortação Apostólica Pós-sinodal do Papa Bento XVI – Verbum Domini e as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2011 – 2015), teremos como tema desta Caminhada: “Caminhando com Maria: acolhendo Jesus – a Palavra de Deus.”
No dia 15 de agosto, segunda-feira,
Solenidade da Assunção de Nossa Senhora,
a partir do Santuário de Nossa Senhora da Assunção – Nova Assunção,
com início às 14h00min,
até a Catedral Metropolitana de Fortaleza,
pela Avenida Leste-Oeste.
Convocamos todos os fiéis de nossa Arquidiocese, especialmente das comunidades das Paróquias e Áreas Pastorais das Regiões Metropolitanas, das Comunidades Religiosas, das Associações e Movimentos Eclesiais, para esta manifestação pública de nossa fé em Cristo e seguimento de seus passos com Maria.
Para que o maior número de fiéis possa participar, nas paróquias e áreas pastorais metropolitanas, todas as celebrações sejam realizadas nas igrejas na manhã do dia 15, conforme as rubricas litúrgicas abaixo, ficando reservada a tarde e noite do dia 15 para esta grande manifestação comum de nossa Igreja Arquidiocesana.
Lembramos a todos as diretrizes litúrgicas para esta celebração, conforme as encontramos no Diretório da Liturgia para o Brasil – da CNBB:
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
"Um mar de gente com fé desaba sobre Belém"
A frase acima, dita por uma repórter da TV Nazaré, retrata bem o fenômeno religiosa que ocorre com a festa do Círio de Nazaré, em Belém do Pará. Talvez seja a maior manifestação de fé do mundo, quando se reune mais de 2 milhões de pessoas para homenagear Nossa Senhora de Nazaré.Eis um pouco de história desta importante devoção mariana.
A devoção a Nossa Senhora de Nazaré teve início em Portugal. A imagem original da Virgem pertencia ao Mosteiro de Caulina, na Espanha, e teria saído da cidade de Nazaré, em Israel, no ano de 361, tendo sido esculpida por São José. Em decorrência de uma batalha, a imagem foi levada para Portugal, onde, por muito tempo, ficou escondida no Pico de São Bartolomeu. Só em 1119, a imagem foi encontrada. A notícia se espalhou e muita gente começou a venerar a Santa. Desde então, muitos milagres foram atribuídos a ela.
No Pará, foi o caboclo Plácido José de Souza quem encontrou, em 1700, às margens do igarapé Murutucú (onde hoje se encontra a Basílica Santuário), uma pequena imagem da Senhora de Nazaré. Após o achado, Plácido teria levado a imagem para a sua choupana e, no outro dia, ela não estaria mais lá. Correu ao local do encontro e lá estava a “Santinha”. O fato teria se repetido várias vezes até a imagem ser enviada ao Palácio do Governo. No local do achado, Plácido construiu uma pequena capela.
A devoção a Nossa Senhora de Nazaré teve início em Portugal. A imagem original da Virgem pertencia ao Mosteiro de Caulina, na Espanha, e teria saído da cidade de Nazaré, em Israel, no ano de 361, tendo sido esculpida por São José. Em decorrência de uma batalha, a imagem foi levada para Portugal, onde, por muito tempo, ficou escondida no Pico de São Bartolomeu. Só em 1119, a imagem foi encontrada. A notícia se espalhou e muita gente começou a venerar a Santa. Desde então, muitos milagres foram atribuídos a ela.
No Pará, foi o caboclo Plácido José de Souza quem encontrou, em 1700, às margens do igarapé Murutucú (onde hoje se encontra a Basílica Santuário), uma pequena imagem da Senhora de Nazaré. Após o achado, Plácido teria levado a imagem para a sua choupana e, no outro dia, ela não estaria mais lá. Correu ao local do encontro e lá estava a “Santinha”. O fato teria se repetido várias vezes até a imagem ser enviada ao Palácio do Governo. No local do achado, Plácido construiu uma pequena capela.
A autoridade religiosa que mais contribuiu, no passado, para aumentar a devoção popular foi o famoso bispo,uma das vítimas da "Questão Religiosa" do império, Dom Antonio de Macedo Costa, natural da cidade de Maragogipe, Bahia. Alguns anos depois, em data próxima a seu falecimento a Igreja já se manifestava oficialmente sobre a festa do Círio de Belém.
Em 1792, o Vaticano autorizou a realização de uma procissão em homenagem à Virgem de Nazaré, em Belém do Pará. Organizada pelo presidente da Província do Pará, capitão-mor Dom Francisco de Souza Coutinho, o primeiro Círio foi realizado no dia 8 de setembro de 1793. No início, não havia data fixa para o Círio, que poderia ocorrer nos meses de setembro, outubro ou novembro. Mas, a partir de 1901, por determinação do bispo Dom Francisco do Rêgo Maia, a procissão passou a ser realizada sempre no segundo domingo de outubro.
Tradicionalmente, a imagem é levada da Catedral de Belém à Basílica Santuário. Ao longo dos anos, houve adaptações. Uma delas ocorreu em 1853, quando, por conta de uma chuva torrencial, a procissão – que ocorria à tarde – passou a ser realizada pela manhã.
Em 1792, o Vaticano autorizou a realização de uma procissão em homenagem à Virgem de Nazaré, em Belém do Pará. Organizada pelo presidente da Província do Pará, capitão-mor Dom Francisco de Souza Coutinho, o primeiro Círio foi realizado no dia 8 de setembro de 1793. No início, não havia data fixa para o Círio, que poderia ocorrer nos meses de setembro, outubro ou novembro. Mas, a partir de 1901, por determinação do bispo Dom Francisco do Rêgo Maia, a procissão passou a ser realizada sempre no segundo domingo de outubro.
Tradicionalmente, a imagem é levada da Catedral de Belém à Basílica Santuário. Ao longo dos anos, houve adaptações. Uma delas ocorreu em 1853, quando, por conta de uma chuva torrencial, a procissão – que ocorria à tarde – passou a ser realizada pela manhã.
Hoje, a festa transcorre durante vários dias, sendo que a principal procissão é realizada no segundo domingo de outubro. Segue abaixo a programação da festa, que só termina no dia 25;OUTUBRO 2010
DIA HORA EVENTO LOCAL RESPONSÁVEL
02 08:30 Reunião Colégios/Carros Círio CSN Procissões / Evangelização
05 19:00 Abertura Oficial do Círio 2010 Casa de Plácido Eventos
05 20:00 Apresentação da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais Concha Acústica --
06 08:00 Abertura da Vigília de Oração Capela Bom Pastor Evangelização
06 18:00 Apresentação do Manto Basílica Santuário Marketing
06 20:30 Transportes dos Carros – CDP Basílica Santuário / CDP Procissões
07 20:00 Concerto – Um Canto para Maria Basílica Santuário --
08 08:00 Encerramento da Vigília de Oração Capela Bom Pastor Evangelização
08 09:00 Traslado Ananindeua / Marituba Basílica Santuário Procissões
08 19:30 Apresentação da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais Teatro da Paz --
09 05:30 Romaria Rodoviária Ananindeua Procissões
09 09:00 Romaria Fluvial Icoaraci Procissões
09 11:30 Moto Romaria Pça. Pedro Teixeira Procissões
09 12:30 Descida da Imagem Basílica Santuário Evangelização
09 16:30 Missa da Trasladação Colégio Gentil Evangelização
09 17:30 Trasladação Colégio Gentil Procissões
10 05:00 Missa do Círio Catedral da Sé Cúria da Sé / Evangelização
10 06:30 Círio Catedral da Sé Procissões
10/23 21:30 Programação Cultural/Círio Musical Concha Acústica Eventos
11/23 05:30 Terço da Alvorada Basílica Santuário Confraria de Nazaré
11 10:00 Coletiva Balanço do Círio 2010 Cúria Metropolitana --
11 19:00 Noite dos Eleitos Salão de Festa da Basílica Santuário Coordenação
12 a 23 19:00 Noitários Salão de Festa da Basílica Santuário Eventos
16 08:00 Ciclo Romaria Pça Santuário Procissões
17 07:00 Romaria das Crianças Pça. Santuário Procissões
22 19:30 Missa 60 anos de ordenação sacerdotal de D. Vicente Zico. Praça. Santuário --
23 16:00 Romaria da Juventude Igreja São Judas Tadeu Procissões
24 08:00 Procissão da Festa Pça. Santuário Procissões
24 19:30 Missa de Encerramento Pça. Santuário Evangelização
24 21:00 Encerramento do Círio 2010 Salão de Festa da Basílica Santuário Eventos / Marketing
24 22:00 Espetáculo Pirotécnico Pça. Santuário Eventos
25 05:30 Subida da Imagem Basílica Santuário Evangelização
25 06:00 Missa do Recírio Pça. Santuário Evangelização
25 07:00 Recírio Pça. Santuário Procissões
25 Coletiva Balanço da Festividade de Nazaré 2010 A definir --
TV Nazaré divulga a festa com destaque
Transcrevemos abaixo, pequeno trecho de uma grande reportagem da TV Nazaré, da Fundação Nazaré de Comunicação, transmitida no dia da procissão mais imporotante realizada este ano, dia 10 de outubro último.
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
Prevista nova multidão de peregrinos na Caminhada com Maria em Fortaleza
Fortaleza (Sexta-feira, 13-08-2010, Gaudium Press) A cidade de Fortaleza, no Ceará, receberá no próximo domingo, 15, mais de um milhão e meio de pessoas de todo o mundo, que irão participar da Caminhada com Maria 2010. A procissão, que este ano terá como tema "Fica Conosco Senhor", é uma homenagem à solenidade de Nossa Senhora da Assunção padroeira da capital cearense.
Os peregrinos começarão a romaria por volta das 15h, na Igreja Nossa Senhora da Assunção, no bairro de Vila Velha. No total, caminharão 8 quilômetros portando a coroa da Virgem, até chegar ao destino final: a Catedral Metropolitana de Fortaleza, localizada no Centro da Cidade. Neste templo religioso, acontecerá, por volta das 19h, a cerimônia solene de coroação da imagem de Nossa Senhora da Assunção.
Para o dia anterior à Caminhada, a arquidiocese de Fortaleza preparou também uma moto-romaria, na qual um pelotão de mulheres motociclistas levará a coroa de Nossa Senhora - a mesma que será portada na romaria de domingo - até a praça do conjunto polar.
Os organizadores do evento informam que os peregrinos terão segurança total proporcionada por moto patrulhas e um policiamento aberto de 200 policiais. O corpo de bombeiros da cidade também estará a postos caso haja necessidade.
Os peregrinos começarão a romaria por volta das 15h, na Igreja Nossa Senhora da Assunção, no bairro de Vila Velha. No total, caminharão 8 quilômetros portando a coroa da Virgem, até chegar ao destino final: a Catedral Metropolitana de Fortaleza, localizada no Centro da Cidade. Neste templo religioso, acontecerá, por volta das 19h, a cerimônia solene de coroação da imagem de Nossa Senhora da Assunção.
Para o dia anterior à Caminhada, a arquidiocese de Fortaleza preparou também uma moto-romaria, na qual um pelotão de mulheres motociclistas levará a coroa de Nossa Senhora - a mesma que será portada na romaria de domingo - até a praça do conjunto polar.
Os organizadores do evento informam que os peregrinos terão segurança total proporcionada por moto patrulhas e um policiamento aberto de 200 policiais. O corpo de bombeiros da cidade também estará a postos caso haja necessidade.
Veja nossa postagem sobre a VII Caminhada com Maria, ocorrida em 15 de agosto do ano passado, quando chamamos a atenção com esta epígrafe: "Como atrair multidões como esta?... são os devotos de Maria".quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Manifestação ímpar da Fé de nosso povo
Quando o Brasil foi descoberto, logo foi batizado com nomes católicos: Terra de Santa Cruz ou Ilha de Vera Cruz. Porém, já desde aqueles áureos tempos, houve uma verdadeira perseguição a tão lindo nome. Como os mapas geográficos eram feitos por tipógrafos renascentistas ou humanistas, todos eles infensos à religiosidade de nosso povo, começaram a colocar nos mapas não os nomes verdadeiros, mas o que lhes convinha, ou seja "terra dos brasis", ou simplesmente "brasil", por causa da árvore que aqui se cultivava. O mesmo ocorreu com a América, cujo nome verdadeiro "Nova Hispaniola", foi alterado naqueles mapas por "Ameriggo" ou "América", em homenagem a um amigo deles (também renascentista e humanista) Américo Vespúcio, apenas porque fez uma carta descrevendo o novo continente, cometendo-se assim uma grande injustiça com Colombo.
No Brasil, se não temos o país todo com o nome com que foi originalmente batizado, temos pelo menos uma cidade, Santa Cruz, situada no Rio Grande do Norte, e onde parece que há ainda uma pujante fé católica verdadeira. Um exemplo foi dado recentemente.
Uma estátua de 56 metros de altura de Santa Rita de Cássia, a padroeira da cidade, foi inaugurada naquela cidade.
"O fundador da cidade era devoto de Santa Rita de Cássia e construiu a primeira capela em homenagem à santa em 1825. Desde então ela é padroeira da cidade. Anualmente, em 22 de maio, dia de Santa Rita de Cássia, mais de 60 mil pessoas costumam vir para a cidade em peregrinação", diz o padre Aerton Sales, reitor do Santuário de Santa Rita na cidade. Santa Rita de Cássia é conhecida como santa das causas impossíveis.
A imagem de Santa Rita de Cássia fará parte do complexo Alto de Santa Rita, que oferecerá auditório para 225 pessoas, restaurante e capela. Segundo o Governo do Rio Grande do Norte, a obra contou com um investimento de cerca de R$ 6 milhões, com recursos municipais, estaduais e federais, e deve incrementar o turismo e uma maior manifestação da religiosidade do nosso povo. Vejam abaixo um vídeo institucional sobre o evento, um mostrando as etapas da construção do monumento e o terceiro com um teatro realizado na Festa de Santa Rita de Cássia.
No Brasil, se não temos o país todo com o nome com que foi originalmente batizado, temos pelo menos uma cidade, Santa Cruz, situada no Rio Grande do Norte, e onde parece que há ainda uma pujante fé católica verdadeira. Um exemplo foi dado recentemente.
Uma estátua de 56 metros de altura de Santa Rita de Cássia, a padroeira da cidade, foi inaugurada naquela cidade.
"O fundador da cidade era devoto de Santa Rita de Cássia e construiu a primeira capela em homenagem à santa em 1825. Desde então ela é padroeira da cidade. Anualmente, em 22 de maio, dia de Santa Rita de Cássia, mais de 60 mil pessoas costumam vir para a cidade em peregrinação", diz o padre Aerton Sales, reitor do Santuário de Santa Rita na cidade. Santa Rita de Cássia é conhecida como santa das causas impossíveis.
A imagem de Santa Rita de Cássia fará parte do complexo Alto de Santa Rita, que oferecerá auditório para 225 pessoas, restaurante e capela. Segundo o Governo do Rio Grande do Norte, a obra contou com um investimento de cerca de R$ 6 milhões, com recursos municipais, estaduais e federais, e deve incrementar o turismo e uma maior manifestação da religiosidade do nosso povo. Vejam abaixo um vídeo institucional sobre o evento, um mostrando as etapas da construção do monumento e o terceiro com um teatro realizado na Festa de Santa Rita de Cássia.
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