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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

LUTERO: NÃO E NÃO!




* Plinio Corrêa de Oliveira * 

Na bula "Exsurge Domine", de 1520, o Papa Leão X condenou os erros de Lutero, o promotor do espírito de dúvida e da contestação da primeira grande Revolução do Ocidente
Tive a honra de ser, em 1974, o primeiro signatário de um manifesto publicado em cotidianos dos principais do Brasil e reproduzido em quase todas as nações onde existiam as então onze TFPs. Era seu título: "A política de distensão do Vaticano com os governos comunistas – Para a TFP: Omitir-se? Ou resistir?" (cfr. "Folha de S. Paulo", 10-4-74).
Nele, as entidades declaravam seu respeitoso desacordo face à "ostpolitik" conduzida por Paulo VI, e expunham pormenorizadamente suas razões para tanto. Tudo – diga-se de passagem – expresso de maneira tão ortodoxa que ninguém levantou a propósito qualquer objeção.
Para resumir numa frase, ao mesmo tempo toda a sua veneração ao Papado e a firmeza com a qual declaravam sua resistência à "ostpolitik" vaticana, as TFPs diziam ao Pontífice "Nossa alma é Vossa, nossa vida é Vossa. Mandai-nos o que quiserdes. Só não nos mandeis que cruzemos os braços diante do lobo vermelho que investe. A isto nossa consciência se opõe".
Lembrei-me desta frase com especial tristeza lendo a carta escrita por João Paulo II ao cardeal Willebrands (cfr. "L’Osservatore Romano", 6-11-83), a propósito do quingentésimo aniversário do nascimento de Martinho Lutero, e assinada no dia 31 de outubro p.p. data do primeiro ato de rebelião do heresiarca, na igreja do castelo de Wittenberg. Está ela repassada de tanta benevolência e amenidade, que me perguntei se o Augusto signatário esquecera as terríveis blasfêmias que o frade apóstata lançara contra Deus, Cristo Jesus Filho de Deus, o Santíssimo Sacramento, a Virgem Maria e o próprio Papado.
O certo é que ele não as ignora, pois estão ao alcance de qualquer católico culto, em livros de bom quilate, os quais ainda hoje não são difíceis de obter.
Tenho em mente dois deles. Um, nacional é "A Igreja, a Reforma e a Civilização, do grande jesuíta pe. Leonel Franca. Sobre o livro e o autor, os silêncios oficiais vão deixando baixar a poeira.
O outro livro é de um dos mais conhecidos historiadores franceses deste século, Funck-Brentano, membro do Instituto de França, e aliás insuspeito protestante.
Comecemos por citar textos colhidos na obra deste último: "Luther" (Grasset, Paris, 1934, 7ª ed. 352 pp.). E vamos diretamente a esta blasfêmia sem nome: "Cristo – diz Lutero – cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte, de que nos fala João. Não se murmurava em torno dele: "Que fez, então, com ela? Depois com Madalena, em seguida com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve de fornicar, antes de morrer" ("Propos de table", no. 1472, ed. de Weimar 2. 107 – cfr op. cit. p. 235).
Lido isto, não nos surpreende que Lutero pense – como assinala Funck-Brentano – que "certamente Deus é grande e poderoso, bom e misericordioso (...) mas é estúpido – "Deus est stultissimus" ("Propos de table", no. 963, ed. de Weimar, I, 487). É um tirano. Moisés agia movido por sua vontade, como seu lugar-tenente, como carrasco que ninguém superou, nem mesmo igualou em assustar, aterrorizar e martirizar o pobre mundo" (op. cit. p. 230).
Tal está em estrita coerência com estoutra blasfêmia, que faz de Deus o verdadeiro responsável pela traição de Judas e pela revolta de Adão: "Lutero – comenta Funck-Brentano – chega a declarar que Judas, ao trair Cristo, agiu sob imperiosa decisão do Todo-poderoso. Sua vontade (a de Judas) era dirigida por Deus: Deus o movia com sua onipotência. O próprio Adão, no paraíso terrestre, foi constrangido a agir como agiu. Estava colocado por Deus numa situação tal que lhe era impossível não cair" (op. cit. p. 246).
Coerente ainda nesta abominável seqüência, um panfleto de Lutero intitulado "Contra o pontificado romano fundado pelo diabo", de março de 1545, chamava o Papa, não "Santíssimo", segundo o costume, mas "infernalíssimo", e acrescentava que o Papado mostrou-se sempre sedento de sangue (cfr. op. cit. 337-338).
Não espanta que, movido por tais idéias, Lutero escrevesse a Melanchton, a propósito das sangrentas perseguições de Henrique VIII contra os católicos da Inglaterra. "É lícito encolerizar-se quando se sabe que espécie de traidores, ladrões e assassinos são os papas, seus cardeais e legados. Prouvesse a Deus que vários reis da Inglaterra se empenhassem em acabar com eles" (op. cit. p. 254).
Por isso mesmo exclamou ele também: "Basta de palavras: o ferro! o fogo!" E acrescenta: "Punimos os ladrões à espada, por que não havemos de agarrar o papa, cardeais e toda a gangue da Sodoma romana e lavar as mãos no seu sangue?" (op. cit., p. 104).
Esse ódio de Lutero o acompanhou até o fim da vida. Afirma Fuck-Brentano: "Seu último sermão público em Wittenberg é de 17 de janeiro de 1546; o último grito de maldição contra o papa, o sacrifício da missa, o culto da Virgem" (op. cit., p. 340).
Não espanta que grandes perseguidores da Igreja tenham festejado a memória dele. Assim "Hitler mandou proclamar festa nacional na Alemanha a data comemorativa de 31 de outubro de 1517, quando o frade agostiniano revoltoso afixou nas portas da igreja do castelo de Wittenberg as famosas 95 proposições contra a supremacia e as doutrinas pontifícias" (op. cit., p. 272).
E, a despeito de todo o ateísmo oficial do regime comunista, o Dr. Erich Honnecker, presidente do Conselho de Estado e do Conselho de Defesa, o primeiro homem da República Democrática Alemã, aceitou a chefia do comitê que, em plena Alemanha vermelha, organizou as espalhafatosas comemorações de Lutero neste ano (cfr. "German Comments", de Osnabruck, Alemanha Ocidental, abril de 1983).
Que o frade apóstata tenha despertado tais sentimentos num líder nazista, como mais recentemente no líder comunista, nada de mais natural.
Nada mais desconcertante e até vertiginoso, do que o ocorrido quando da recentíssima comemoração do quingentésimo aniversário do nascimento de Lutero num esquálido templo protestante de Roma, no dia 11 do corrente.
Deste ato festivo, de amor e admiração à memória do heresiarca, participou o prelado que o conclave de 1978 elegeu Papa. E ao qual caberia, portanto, a missão de defender, contra heresiarcas e hereges, os santos nomes de Deus e de Jesus Cristo, a Santa Missa, a Sagrada Eucaristia e o Papado!
"Vertiginoso, espantoso"- gemeu, a tal propósito, meu coração de católico. Que, sem embargo, com isto redobrou de fé e veneração pelo Papado.

(Folha de São Paulo, 27 de dezembro de 1983)

LUTERO PENSA QUE É DIVINO!



Plinio Corrêa de Oliveira
Não compreendo como homens da Igreja contemporâneos, inclusive dos mais cultos, doutos ou ilustres, mitifiquem a figura de Lutero, o heresiarca, no empenho de favorecer uma aproximação ecumênica, de imediato com o protestantismo, e indiretamente com todas as religiões, escolas filosóficas, etc. Não discernem eles o perigo que a todos nos espreita, no fim deste caminho, ou seja, a formação, em escala mundial, de um sinistro supermercado de religiões, filosofias e sistemas de todas as ordens, em que a verdade e o erro se apresentarão fracionados, misturados e postos em balbúrdia? Ausente do mundo só estaria – se até lá se pudesse chegar – a verdade total; isto é, a fé católica apostólica romana, sem nódoa nem jaça.
Sobre Lutero – a quem caberia, sob certo aspecto, o papel de ponto de partida nessa caminhada para a balbúrdia total – publico hoje mais alguns tópicos que bem mostram o odor que sua figura revoltada espargiria nesse supermercado, ou melhor, nesse necrotério de religiões, de filosofias, e do próprio pensamento humano.
Segundo em anterior artigo prometi, tiro-os da magnífica obra do padre Leonel Franca S. J., "A Igreja, a Reforma e a Civilização" (Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 3ª ed., 1934, 558 pp.).
Elemento absolutamente característico do ensinamento de Lutero é a doutrina da justificação independente das obras. Em termos mais chãos, que os méritos superabundantes de Nosso Senhor Jesus Cristo só por si asseguram ao homem a salvação eterna. De sorte que se pode levar nesta terra uma vida de pecado, sem remorsos de consciência, nem temor da justiça de Deus.
A voz da consciência era, para ele, não a da graça, mas a do demônio!
  1. Por isso escreveu a um amigo que o homem vexado pelo demônio, de quando em quando "deve beber com mais abundância, jogar, divertir-se e mesmo fazer algum pecado em ódio e acinte ao diabo, para lhe não darmos azo de perturbar a consciência com ninharias (...) Todo o decálogo se nos deve apagar dos olhos e da alma, a nós tão perseguidos e molestados pelo diabo"(M. Luther, "Briefe, Sends breiben und Bedenken", e. De Wette, Berlim, 1825-1828 – cfr. op. cit., pp. 199-200).
  2. Neste sentido, escreveu ele também: "Deus só te obriga a crer e a confessar. Em todas as outras coisas te deixa livre e senhor de fazeres o que quiseres, sem perigo algum de consciência; antes é certo que, de si, Ele não se importa, ainda mesmo se deixasses tua mulher, fugisses do teu senhor e não fosses fiel a vínculo algum. E que se lhe dá (a Deus), se fazes ou deixas de fazer semelhantes coisas?"("Werke", ed. de Weimar, 12, pp. 131 ss. – cfr. op. cit., p. 446).
  3. Talvez ainda mais taxativo é este incitamento ao pecado, em carta a Melanchton, de 1º de agosto de 1521: "Sê pecador, e peca a valer (esto peccator et pecca fortiter), mas com mais firmeza ainda crê e alegra-te em Cristo, vencedor do pecado, da morte e do mundo. Durante a vida presente devemos pecar. Basta que pela misericórdia de Deus conheçamos o Cordeiro que tira os pecados do mundo. Dele não nos há de separar o pecado, ainda que cometêssemos por dia mil homicídios e mil adultérios"(Briefe, Sendschreiben und Bedenken", ed. De Wette, 2, p. 37 – cfr. op. cit. p. 439).
  4. Tão descabelada é esta doutrina, que o próprio Lutero a duras custas nela conseguia acreditar: "Nenhuma religião há, em toda a terra, que ensine esta doutrina da justificação; eu mesmo, ainda que a ensine publicamente, com grande dificuldade a creio em particular"( Werke", ed. de Weimar, 25, p. 330 – cfr. op. cit., p. 158).
  5. Mas os efeitos devastadores da pregação assim confessadamente insincera de Lutero, ele mesmo os reconhecia: "O Evangelho hoje em dia encontra aderentes que se persuadem não ser ele senão uma doutrina que serve para encher o ventre e dar larga a todos os caprichos"("Wekw", ed. de Weimar, 33, p. 2 – cfr. po. cit., p. 212).
E Lutero acrescentava, acerca de seus sequazes evangélicos, que "são sete vezes piores que outrora. Depois da pregação da nossa doutrina, os homens entregaram-se ao roubo, à mentira, à impostura, à crápula, à embriaguez e a toda espécie de vícios. Expulsamos um demônio (o papado) e vieram sete piores"("Werke", ed. de Weimar, 28, p. 763 – cfr. op. cit., p. 440).
"Depois que compreendemos não serem as boas obras necessárias para a justificação, ficamos muito mais remissos e frios na prática do bem (...) E se hoje se pudesse voltar ao antigo estado de coisas, se de novo revivesse a doutrina que afirma a necessidade do bem fazer para ser santo, outra seria a nossa alacridade e prontidão no exercício do bem"("Werke", ed. de Weimar, 27, p. 443 – cfr. op. cit., p. 441).
  1. Todas essas insânias explicam que Lutero chegasse ao frenesi do orgulho satânico, dizendo de si mesmo: "Este Lutero não vos parece um homem extravagante? Quanto a mim, penso que ele é Deus. Senão, como teriam os seus escritos e o seu nome a potência de transformar mendigos em senhores, asnos em doutores, falsários em santos, lodo em pérolas!" (Ed. Wittemberg, 1551, t. 4, p. 378 – cfr. op. cit., p. 190).
  2. Em outros momentos, a opinião que Lutero tinha de si mesmo era muito mais objetiva: "Sou um homem exposto e implicado na sociedade, na crápula, nos movimentos carnais, na negligência e em outras moléstias, a que se vêm ajuntar as do meu próprio ofício"("Briefe, Sendschreiben und Bedenken", ed. De Wette, 1, p. 232 – cfr. op. cit., p. 198). Excomungado em Worms em 1521, Lutero entregou-se ao ócio e à moleza. E a 13 de julho escreveu a outro prócer protestante, Melanchton: "Eu aqui me acho, insensato e endurecido, estabelecido no ócio, oh dor!, rezando pouco, e deixando de gemer pela Igreja de Deus, porque nas minhas carnes indômitas ardo em grandes labaredas. Em suma, eu que devo ter o fervor do espírito, tenho o fervor da carne, da libidinagem, da preguiça, do ócio e da sonolência"(Briefe, Sendscheiben und Bedenken", ed. De Wette, 2, p. 22 – cfr. op. cit. p. 198).
Num sermão pregado em 1532: "quanto a mim confesso – e muitos outros poderiam sem dúvida fazer igual confissão – que sou desleixado assim na disciplina como no zelo, sou muito mais negligente agora que sob o papado; ninguém tem agora pelo Evangelho o ardor que se via outrora" ("Saemtliche Werke", ed. de Plochman-Irmischer, 28 (2), p. 353 – cfr. op. cit. p. 441).
* * *
O que de comum se pode encontrar, pois, entre esta moral, e a da Santa Igreja Católica Apostólica Romana?

("Folha de S. Paulo", 10 de janeiro de 1984)

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

A "FELICIDADE" QUE IMPERA NA SUÉCIA PROTESTANTE



A imagem consagrada da Suécia é de um modelo de harmonia,  justiça social e completa felicidade. Mas, num instante se descobre o quanto é falsa essa idéia. Para começar é o país menos religioso da Europa e com maior número de ateus.
  • Apenas 23% da população crê em Deus.
  • 53% creem em algum tipo de espírito ou “força vital”.
  • 23% são ateus.
A família sueca é um simulacro
A taxa de casamentos lá é uma das mais baixas do mundo, e é onde há mais divórcios.  E, apesar dos incentivos do governo – um dos pais pode ficar em casa por até um ano, recebendo 80% do salário – a Suécia é um dos países com menor taxa de natalidade. Como no resto da Europa, são comuns os casais que não desejam ter filho algum. E o homossexualismo cresce como no resto do mundo. De outro lado, a população muçulmana aumenta consideravelmente, pois os índices de natalidade entre eles são altíssimos (geralmente mais de dez filhos por família). Há receios de que dentro de alguns anos os muçulmanos se tornem maioria no país.
O aborto, uma operação corriqueira
E o hediondo crime do aborto, lá, é uma operação comum. Uma menor de idade que deseje abortar, por qualquer motivo que seja, pode fazer isso sem que seus pais autorizem ou fiquem sabendo, até a 18ª semana. Os menores também têm livre acesso a todo o tipo de acessórios para a prática de atos libidinosos, assim como para filmes eróticos.
Luteranismo
Seguindo a onda de revolta herética que varreu a Europa, em 1527 o rei e os príncipes da Suécia aderiram à reforma protestante. Foi o primeiro passo dado para o ceticismo, a dúvida, a falta de religião e o ateísmo hoje imperante. Onde há mais ateísmo, na Europa é nos países que aderiram ao protestantismo: são alarmantes os índices de ateus na Inglaterra, países nórdicos e na Alemanha. Hoje, aqueles países colhem os frutos daquela revolta. Poucos imaginavam que o “livre exame”, nascido da dúvida da autoridade da Igreja, levaria multidões á irreligiosidade e ao ateísmo.
Desespero, solidão e suicídio
O país foi um dos primeiros (junto com a Holanda, também protestante) a liberar a venda e uso de todas as drogas, e o resultado foi desastroso: dispararam os índices de criminalidade e suicídio. Por isso, o governo reviu a legislação e hoje tanto a Suécia quanto a Holanda reprimem fortemente o tráfico e o uso de drogas. O governo chegou a descobrir que haviam médicos encarregados de subministrar drogas (a lei o permitia em locais apropriados) que faziam parte de quadrilhas internacionais do tráfico.
Mas as drogas não explicam, isoladamente, o problema do suicídio. Em um país onde pessoas são levadas a negar noções humanas elementares sobre o sexo, sobre Deus e a família, não surpreende que o número de pessoas psicologicamente atormentadas seja altíssimo. Em 2009, o suicídio era a causa mais comum de morte na Suécia, no grupo de pessoas entre 15 e 44 anos de idade. Hoje são alarmantes os índices em idades mais jovens, exatamente entre aqueles que sofrem fortes influências da vida moderna, que lhes promete completamente plena liberdade mas não lhes garante paz de espírito, e, portanto, a verdadeira felicidade.

A ESTATOLATRIA SUECA

Ah… a Suécia!!! O país de lindas montanhas de picos nevados, que possui a 4ª economia mais competitiva do mundo. Lá, todas as crianças de 1 a 5 anos têm lugar garantido nas creches públicas gratuitas; os cidadãos têm acesso a educação e saúde de alto padrão. 
A imagem consagrada da Suécia é de um modelo de harmonia e justiça social. O que muitos desconhecem é que o grande bem-estar social contrasta com a degeneração das mais básicas noções de moral e dignidade humana. O Estado dá muito, mas cobra um altíssimo preço, e não é só em impostos: ele domina a alma e a vida dos suecos, especialmente das crianças e jovens.
A Suécia é a prova de que o mundo sem religião cantado por John Lennon em “Imagine” é um hospício.
A família fragilizada
A taxa de casamentos entre os suecos é uma das mais baixas do mundo, e o país é campeão em divórcios.  E, apesar dos incentivos do governo – um dos pais pode ficar em casa por até um ano, recebendo 80% do salário – a Suécia é um dos países com menor taxa de natalidade. São comuns os casais que não desejam ter filho algum.
Tanta aversão a ter filhos talvez seja compreensível. Afinal, é o Estado sueco, e não as famílias, quem determina como devem ser educados e que valores devem ter. Um pai que discuta em voz alta com o filho pode ser alvo de denúncia criminal.
“…a maior parte de nós não foi, de maneira alguma, criada pelos pais. Nós fomos criados pelas autoridades em creches do estado desde a época da infância; e então empurrados para ginásios estatais, colégios estatais, e universidades estatais”.
- Per Bylund, cidadão sueco. Fonte: Ecclesia Una
Uma menor de idade que deseje abortar, por qualquer motivo que seja, pode fazer isso sem que seus pais autorizem ou fiquem sabendo, até a 18ª semana. Os menores também têm livre acesso a acessórios para masturbação, vendidos nas farmácias.
Em 2010, um casal sueco ficou nove meses na cadeia e teve que pagar uma multa equivalente a 10 mil dólares após confessar que a educação de seus filhos incluía palmadas (sem espancamento, é bom notar). O tribunal reconheceu em seus documentos que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com os filhos” mas, ainda assim, o casal foi condenado e os filhos enviados a um orfanato.
Vejam que maravilha, que país “avançado”: o governo trata como monstros os pais que disciplinam os filhos com palmadas, mas permite que gente depravada se masturbe em lugares públicos. 
Não há mais homem e mulher, e sim “gêneros”
Lá, domina a ideologia de gênero, que nega que a pessoa nasça com determinada identidade sexual; segundo essa filosofia, não é a natureza, mas sim cada qual é que decide qual é o seu “gênero”. O Estado prega que as crianças devem ser tratadas como criaturas de “gênero neutro”, mas, na prática, muitos meninos são estimulados a se afeminarem, e as meninas são motivadas a mensosprezar as tarefas ligadas à maternidade.
Essa ideologia, cujo erro foi denunciado pela Igreja durante o papado de Bento XVI, é introduzida na mente das crianças suecas desde bem pequenas. 
Igreja luterana “vida loka”
Os católicos liberais e o pessoal da Teologia da Libertação sonham (em vão) que a Igreja Católica se enquadrará um dia nos moldes da igreja luterana sueca: os líderes eclesiásticos são eleitos democraticamente pelos membros da igreja, mulheres recebem a ordenação sacerdotal e episcopal e o “casamento” gay é permitido. Hoje, há duas “bispas” luteranas que são lésbicas e aceitas com naturalidade pelos dirigentes da “Igreja”.


Os suecos têm cada vez mais relações sexuais com animais

Bestialidade é o ato de se envolver em relações sexuais com um animal.

A Suécia é o país mais ateu do mundo e os relatórios do adherents.com mostram que 46 - 85% dos suecos são agnósticos / ateus / não-crentes em Deus. A Suécia também tem a 3a. maior taxa de crença na evolução, na medida das nações ocidentais

Em 2005, o
LifeSiteNews relatou em um artigo intitulado A bestialidade em ascensão na sexualmente libertina Suécia:

A Suécia, conhecida no mundo inteiro por seus costumes vanguardistas sexuais ultrapassou mais um obstáculo na sua descida moral com a notícia de que o abuso sexual de animais está a aumentar. Um estudo encomendado pelo  governo concluiu que mais de 300 animais, principalmente cavalos, foram abusados ​​sexualmente na Suécia desde 1970.

A Agência do Bem-Estar Animal sueca coletou suas informações com base nas respostas recebidas a partir de 1.600 questionários enviados para os veterinários, inspetores de bem-estar animal e as agências policiais em todo o país. No período de 2000 a 2004, 119 casos de bestialidade foram documentados, em comparação com apenas três casos conhecidos na década de 1970, 17 em 1980 e 70 em 1990.

O autor do relatório indicou que os números podem não refletir corretamente o problema real. Katarina Andersson, disse que o aumento dos casos documentados não significa necessariamente que houve um aumento de fato.
"Nós sabemos que deve haver casos que não foram documentados", disse ela, acrescentando que as pessoas também se tornaram mais conscientes do problema nos últimos anos e são, portanto, mais propensas a relatar casos suspeitos às autoridades (http://www.lifesitenews.com/news/archive/ldn/1950/50/5050406).

Em 26 de abril de 2001, em um artigo intitulado
Os suecos têm cada vez mais relações sexuais com animais o site sueco de notícias Nettavision declarou:

O sexo animal não é ilegal na Suécia, e todos os anos entre 200 e 300 animais de estimação são feridos por causa de agressões sexuais.
A estimativa foi apresentada por Svenska Veterinärforbundet, a organização sueca veterinária, e agora está tentando fazer com que as autoridades e o público se tornem mais conscientes do sofrimento dos animais. A organização afirmou que o problema aumentou durante o último par de anos, mesmo que a maioria das pessoas não tenha consciência disso.
"Temos visto um aumento desde 1999, quando a pornografia infantil se tornou ilegal", disse Johan Beck-Friis. "Parece que, em outras palavras, existem algumas pessoas que substituíram o sexo de crianças com os animais. Em ambas as circunstâncias, é o sexo com pessoas indefesas".(http://pub.nettavisen.no/nettavisen/english/article177749.ece)
Fonte:


segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Lutero foi um grande herege

Não é novidade para um verdadeiro católico que Lutero nada mais foi do que um grande herege. E que sua tão propalada "reforma" nada mais trouxe para a Igreja e a humanidade do que ódios, dissenções, guerras, negações de verdades fundamentais da Religião. Ouçamos o que diz uma autorizada autoridade sobre o assunto:
“Nenhum historiador atual é capaz de sustentar, porque é falsa a tese de que Lutero encabeçou o Protestantismo para exigir uma reforma ante a decadência moral da Igreja sob os papas renascentistas, porque esta havia chegado a um extremo intolerável”. Estas afirmações foram feitas pelo padre José Maria Iraburu, professor de Teologia Espiritual na Faculdade de Teologia da Universidade de Borgos, na Espanha. Conclui com lógica aquele sacerdote: “Para começar arrasou com a Bíblia, já que deixando-a à mercê do livre-exame modificou a infalível e única palavra divina por uma variedade inumerável e contraditória de falíveis palavras humanas. Se levou adiante a sucessão apostólica, o sacerdócio ministerial, os bispos e sacerdotes, a doutrina de padres e concílios, eliminou a Eucaristia enquanto sacrifício de redenção. Destruiu a devoção e o culto à Virgem Santíssima e aos santos, os votos e a vida religiosa, a função benéfica da lei eclesiástica. Deixou em um e meio os sete sacramentos. Afirmou, partindo da corrupção total do homem pelo pecado original, que “a razão é a grandíssima prostituta do diabo, comida pela sarna e pela lepra”. Afirmou Lutero: “Eu, o doutor Lutero, indigno evangelista de Nosso Senhor Jesus Cristo, os asseguro que nem o Imperador romano [...] nem o Papa, nem os cardeais, nem os bispos, nem os santarrões, nem os príncipes, nem os cavaleiros nada poderão contra estes artículos, apesar do mundo inteiro e de todos os diabos [...] Sou em quem o afirmo, eu, o doutor Martin Lutero, falando em nome do Espírito Santo. Não admito que minha doutrina possa ser julgada por ninguém, nem pelos anjos. Quem não escuta minha doutrina não pode salvar-se”.
Tanta prepotência, tanto orgulho, tanto ódio ao bem e à verdadeira dourina de cristã, ainda hoje é oculta por cegos que querem ver em Lutero um mero “reformador”, quando na realidade foi talvez o maior herege da História, um contestador das verdades reveladas por Nosso Senhor Jesus Cristo no Evangelho.