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domingo, 7 de agosto de 2011

Caminhada com Maria - convite da Arquidiocese de Fortaleza



A Festa de Nossa Senhora da Assunção, em Fortaleza, está se tornando uma das maiores manifestações católicas do mundo. No ano passado, a Procissão, denominada "Caminhada com Maria", contava com mais de 1,5 milhão de pessoas. Espera-se que neste ano, número igual ou maior de devotos acompanhem o cortejo religioso. Veja nossa postagem sobre o evento ocorrido no ano passado, clicando aqui Caminhada com Maria na Festa de Nossa Senhora da Assunção.




Transcrevemos abaixo o convite que a Arquidiocese de Fortaleza está divulgando sobre o Evento:

Fortaleza, 24 de julho de 2011.

Carta Circular 009/2011: Caminhada com Maria – Solenidade da Assunção de Nossa Senhora

Caríssimos Irmãos no Sacerdócio,

Alegria e Paz no Senhor!

Na Solenidade de Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Cidade de Fortaleza, estaremos realizando pela nona vez a Caminhada com Maria.

A própria história da evangelização no Ceará está marcada por esta presença de Nossa Senhora: desde o primeiro povoado na Barra do Rio Ceará, passando pela Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção e finalmente marcando sua presença como Padroeira da Cidade de Fortaleza, na Catedral Metropolitana. Esta celebração marca o reconhecimento das origens cristãs católicas de nossa cidade.
Em continuidade e sintonia com a Exortação Apostólica Pós-sinodal do Papa Bento XVI – Verbum Domini e as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2011 – 2015), teremos como tema desta Caminhada: “Caminhando com Maria: acolhendo Jesus – a Palavra de Deus.”

No dia 15 de agosto, segunda-feira,
Solenidade da Assunção de Nossa Senhora,
a partir do Santuário de Nossa Senhora da Assunção – Nova Assunção,
com início às 14h00min,
até a Catedral Metropolitana de Fortaleza,
pela Avenida Leste-Oeste.

Convocamos todos os fiéis de nossa Arquidiocese, especialmente das comunidades das Paróquias e Áreas Pastorais das Regiões Metropolitanas, das Comunidades Religiosas, das Associações e Movimentos Eclesiais, para esta manifestação pública de nossa fé em Cristo e seguimento de seus passos com Maria.

Para que o maior número de fiéis possa participar, nas paróquias e áreas pastorais metropolitanas, todas as celebrações sejam realizadas nas igrejas na manhã do dia 15, conforme as rubricas litúrgicas abaixo, ficando reservada a tarde e noite do dia 15 para esta grande manifestação comum de nossa Igreja Arquidiocesana.

Lembramos a todos as diretrizes litúrgicas para esta celebração, conforme as encontramos no Diretório da Liturgia para o Brasil – da CNBB:

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Nossa Senhora do Carmo



No dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem Carmelitana, da qual era o Prior Geral. Enquanto ele rezava, a Virgem apareceu- lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: "Filho diletíssimo, recebe o Escapulário da tua Ordem, sinal especial de minha amizade fraterna, privilégio para ti e todos os carmelitas. Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno. É sinal de salvação, amparo e proteção nos perigos, e aliança de paz para sempre".

A 16 de julho, a Igreja celebra a festa de Nossa Senhora do Carmo. Saiba tudo sobre esta grande festa acessando o site dos
Arautos do Evangelho, ou o vídeo abaixo.




segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

O Papa no Angelus: em Maria Imaculada o reflexo da beleza salvadora

Bento XVI falou esta manhã da “Cheia de graça”, a primeira a ser libertada da primitiva queda dos nossos progenitores, durante o Angelus na solenidade da Imaculada Conceição de Maria.
“Em Maria Imaculada, nós contemplamos o reflexo da Beleza que salva o mundo: a beleza de Deus que resplende sobre a face de Cristo. Em Maria, esta beleza é totalmente pura, humilde, livre de qualquer soberba ou presunção”.
Assim, Bento XVI falou esta manhã da “Cheia de graça”, a primeira a ser libertada da primitiva queda dos nossos progenitores, durante o Angelus na solenidade da Imaculada Conceição de Maria. Mistério que nos recorda duas verdades fundamentais da nossa fé, explicou o Papa: o pecado original e a vitória sobre ele da graça de Cristo, que resplende em Maria. O pecado original, a experiência do mal, em torno de nós e dentro de nós, comentou ainda Bento XVI, suscitam uma ‘interrogação profunda, especialmente para o fiel: de onde vem o mal, se Deus criador é absoluta Bondade? Como responde o conto da criação, concluiu o Papa, Deus não criou a morte, mas ela entrou no mundo por inveja do diabo, que atraiu os homens para o engano, induzindo-os à rebelião a Deus. A nossa esperança é Cristo, o filho da Mulher que espezinha a cabeça da antiga serpente
Fonte: H2ONews

domingo, 7 de dezembro de 2008

O triunfo da Imaculada Conceição

Enfim, chegado era o tempo. Em 2 de fevereiro de 1849, Pio IX, desterrado em Gaeta, escreveu a todos os Patriarcas Primazes, Arcebispos e Bispos do orbe a Encíclica “Ubi primum”, questionando-lhes acerca da devoção de seu clero e de seus povos ao mistério da Imaculada Conceição, e seu desejo de vê-lo definido.
De um total de 750 Cardeais, Bispos e vigários apostólicos que em seu seio contava então a Igreja, mais de 600 responderam ao Sumo Pontífice. Levando-se em conta as dioceses que estariam vacantes, os prelados enfermos e as respostas perdidas, pode-se dizer que todos atenderam à solicitação do Papa, manifestando unanimemente que a fé de seu povo era completamente favorável à Imaculada Conceição, e apenas “cinco” se diziam duvidosos quanto à oportunidade de uma declaração dogmática.
Afirmara-se a crença universal da Igreja. Roma iria falar, a causa estava julgada.
“Agora – são palavras de uma testemunha da bela festa de 8 de dezembro de 1854 – transportemo-nos ao augusto templo do Chefe dos Apóstolos (Basílica de São Pedro de Roma). Nas suas amplas naves se comprime e se confunde uma imensa multidão impaciente, porém recolhida. É hoje em Roma, como outrora em Éfeso: as celebrações de Maria são em toda a parte populares. Os romanos se aprestam a receber a definição da Imaculada Conceição, como os efesianos acolheram a da maternidade divina de Maria: com cânticos de júbilo e manifestações do mais vivo entusiasmo.
“Eis no limiar da Basílica o Soberano Pontífice. Circundam-no 54 Cardeais, 41 Arcebispos e 98 Bispos dos quatro cantos do orbe cristão, duas vezes mais vasto que o antigo mundo romano. Os Anjos das Igrejas estão presentes como testemunhas da fé de seus povos na Imaculada Conceição. Subitamente, irrompem as vozes em tocantes e reiteradas aclamações. O cortejo dos Bispos atravessa lentamente o longo corredor do templo, e vem tomar posição em torno do Altar da Confissão. Sobre a cátedra de São Pedro está sentado seu 258º sucessor.
“Iniciam-se os santos mistérios. Logo o Evangelho é anunciado e cantado nas diversas línguas do Oriente e do Ocidente. Eis o solene momento marcado para o decreto pontifício. Um Cardeal, carregado de anos e de méritos, aproxima-s do trono: é o decano do Sacro Colégio; feliz está ele, como outrora o velho Simeão, por ver o dia da glória de Maria... Em nome de toda a Igreja, dirige ele ao Vigário de Cristo uma derradeira postulação.
“O Papa, os Bispos e toda a grande assembléia caem de joelhos: a invocação ao Espírito Santo se faz ouvir; o sublime hino é repetido por cinqüenta mil vozes ao mesmo tempo, subindo aos Céus como imenso concerto.
“Cessado o cântico, ergue-se o Pontífice sobre a cátedra de São Pedro; sua face é iluminada por celeste raio, visível efusão do Espírito de Deus; e de uma voz profundamente emocionada, em meio às lágrimas de alegria, pronuncia ele solenemente palavras que colocam a Imaculada Conceição de Maria no número dos artigos de nossa fé.
“Declaramos – disse ele -, pronunciamos e definimos que a doutrina de que a Bem-aventurada Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, por singular graça e privilégio de Deus Onipotente, em atenção aos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune d toda mancha de culpa original, essa doutrina foi revelada por Deus, e deve ser, portanto, firme e constantemente crida por todos os fiéis”.
O Cardeal decano, prostrado segunda vez aos pés do Pontífice, suplicou-lhe então que publicasse as cartas apostólicas contendo a definição. E como promotor da fé, acompanhado dos protonotários apostólicos, pediu também que se lavrasse um processo verbal desse grande ato. Ao mesmo tempo, o canhão do Castelo de Santo Ângelo e todos os sinos da Cidade Eterna anunciavam a glorificação da Virgem Imaculada.
À noite, Roma, cheia de ruidosas e alegres orquestras, embandeirada, iluminada, coroada de inscrições e de emblemas, foi imitada por milhares de vilas e cidades em toda a superfície do globo.
O ano seguinte pode ser chamado o “Ano da Imaculada”: quase todos os dias foram assinalados por festas em honra da Santíssima Virgem.
Em 1904, São Pio X celebrou, juntamente com toda a Igreja Universal, com grande solenidade e regozijo, o cinqüentenário da definição do dogma da Imaculada Conceição.
O Papa Pio XII, por sua vez, em 1954 comemorou o primeiro centenário dessa gloriosa verdade de fé, decretando o Ano Santo Mariano. Celebração essa coroada pela Encíclica “Ad Coeli Reginam”, na qual o mesmo Pontífice proclama a soberania da Santíssima Virgem, e estabelece a festa anual de Nossa Senhora Rainha.
(transcrito da obra “Pequeno Ofício da Imaculada Conceição Comentado”, de João S. Clá Dias, págs. 501/502)