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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Comprovado: maioria dos pedófilos são também homossexuais

Quando os ativistas homossexuais falam sobre os ataques em que seus colegas são vítimas, em geral escondem que a violência impera entre eles mesmos. Assim, a maioria dos crimes cometidos pelos homossexuais são casos de ciúmes e de revides pessoais que eles mesmos cometem: e não seria para menos, pois trata-se de gente que convive com drogas, promiscuidade sexual e violência. Mas uma coisa não está muito clara ainda, pelo menos na mídia: os homossexuais são também pedófilos? É isto que começa a clarear agora.
A justiça de Edimburgo acaba de condenar, entre outros participantres de uma rede pedófila, dois militantes homossexuais. Um deles, James Rennie, de 38 anos, era antigo diretor executivo de uma organização de ativistas homossexuais, "LGBT Youth Scotland". O outro era Neil Strachan, de 41 anos, também ativista político de defesa dos gays. E os abusos comprovadamente praticados por estes dois foram os mais horropilantes e monstruosos: James Rennie abusou até de um bebê de 3 meses e de uma outra criança de 4 anos de idade; a relação de abusados do outro homossexual não é menos detestável: um bebê de 18 meses e um menino de seis anos fazem parte da lista. Os acusados eram sete e a notícia não fala se os outros cinco eram também homossexuai, pelo menos declarados. Mas foram condenados também por outros delitos, como publicar fotos de crianças pela internet e disribuir material pornográfico.
Em 2007, a revista "Empirical Journal of Same-Sex Sexual Behavior" publicou um estudo analisando 902 casos de professores envolvidos em pedofilia com seus alunos, no período de 26 anos, destacando a grande quantidade de homossexuais entre os pedófilos. Em virtude do percentual de homossexuais na sociedade, em geral, ser baixíssimo (não chega a 4%), é espantoso o percentual de pedófilos homossexuais: 63% na Irlanda, 62% na Nova Zelândia, 60% no Canadá, 54% na Escócia, e por aí vai... Não se divulga nada a respeito aqui no Brasil, pois o interesse maior é destacar apenas a violência sofrida pelos homossexuais. No mundo todo, de um total de 3457 alunos vítimas de assédios dos pedófilos, 1925 (56%) foram abusados por aqueles que eram também homossexuais.

Será que tais cifras são fornecidas aos adovados, promotores e juizes que pretendem entregar crianças para a custódia de homossexuais?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Bispos africanos se solidarizam com Bento XVI

Enquanto na católica Espanha (eivada de socialistas e comunistas) se propõe na Câmara dos deputados uma moção de repúdio a Bento XVI por causa de seu pronunciamento a respeito do uso de preservativos no combate à AIDS, bispos africanos resolveram se solidarizar com o Papa.
A Conferência Epicospal do Congo emitiu uma mensam na qual denuncia, como já o fez o Papa, que o uso de preservativo constitui não somente uma desordem no plano moral, mas sobretudo é a prova da banalização da sexualidade em nossa sociedade já que alimenta a enfermidade, agrava o problema da AIDS e favorece a libertinagem sexual. Era preciso que a CNBB seguisse o exemplo da Conferência do Congo e de alguns prelados de outros países.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Ditadura homossexual até em concurso de miss

Os deploráveis e imorais concursos de miss cada vez mostram maior decadência. No último domingo Miss Carolina do Norte, Kristen Dalton, foi eleita Miss Estados Unidos, mas não foi para ela que a mídia chamou a atenção e sim para a segunda colocada, Carrie Prejean, Miss Califórnia. A diferença entre as duas não foi nenhum atributo de beleza, mas a resposta dada sobre o “matrimônio homossexual”.
Carrie Prejean respondeu assim à pergunta, falando sobre a opção entre casamento normal e entre homossexuais: “Creio que é fantástico que os americanos sejam capazes de eleger a um e a outro. Vivemos numa terra em que se pode eleger o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e o matrimônio heterossexual, mas sabes que... em meu país e em minha família creio que um matrimônio deve ser entre um homem e uma mulher. Sem ofender a ninguém, mas assim é como me criaram e assim é como acredito que deve ser: entre um homem e uma mulher”.
O entrevistador, Perez Hilton, é conhecido militante homossexual e não negou que reprovou a candidata por causa de sua resposta. A propósito da qual a mídia criou uma artificial celeuma, publicando tanto entusiásticos apoios quanto ácidas críticas do público. O próprio Perez Hilton insultou publicamente a candidata com adjetivos impublicáveis, acusou-a de ignorante e assegurou que foi sua resposta que a fez perder o concurso. Em declarações à imprensa, disse: “A forma em que Miss Califórnia respondeu à pergunta a fez perder não resta dúvida...”
Apesar de tudo Carrie Prejean declarou que está feliz e mantém sua resposta mesmo após perder o concurso: “Custou-me a coroa, mas não a teria de qualquer forma. Disse o que sinto. Manifestei uma opinião verdadeira para mim e é tudo o que posso fazer”.
No entanto, afirmou que perdeu o concurso oficialmente, mas sentia que o ganhou moralmente. O vídeo com a resposta da Miss pode ser visto no youtube http://www.youtube.com/watch?v=OY-1cybT6p8

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Como a família derrotou o “casamento homossexual” na Califórnia

Mais ou menos a partir de 2004, o então prefeito de San Francisco, Gavin Newson, começou a dar licenças de casamentos a casais de homossexuais, com grandes destaques dados pela mídia local e internacional. Era o início da militância gay para “legalizar” suas espúrias uniões. Estas notícias, correndo o mundo, influenciaram políticos de outros países a tomarem idênticas medidas. Na Espanha, por exemplo, o governo socialista de Zapatero impôs lei idêntica, sem sequer ouvir a população. Quatro anos depois, em maio de 2008, a Suprema Corte da Califórnia determinou que casar-se era um direito constitucional, anulando estes juízes o que havia sido promulgado por 61% da população num plebiscito anterior, em 2000. As famílias ficaram abaladas com tal decisão, pois foram igualadas ao consórcio de casais homossexuais. Iniciou-se então uma coleta de abaixo-assinado, agora com intuito de reformar a constituição do Estado e garantir o instituto da família como oriunda de um casal formado por um homem e uma mulher somente. Ficou denominada como “proposição 8” e o plebiscito foi marcado para 4 de novembro, junto com as última eleições. O resultado foi supreendente: 52% aprovaram a reforma constitucional.
A causa do casamento tradicional não contou com o apoio de políticos influentes, nem dos chamados famosos da sociedade, nem da mídia; enfim, quase nada da elite americana. O apoio ao casamento tradicional só contava com o apoio de 15 senadores e 13 prefeitos de cidades pequenas. Pelo contrário, o “lobby” homossexual na Califórnia contou com muito dinheiro, com a mídia e com a influência de políticos importantes. Por exemplo, o prefeito de San Francisco é o maior ativista da causa gay na região. Houve até truques ardilosos para envolver a população. Um ativista gay, Jerry Brown, pedia que se colocasse na cédula de votação esta frase: “eliminar o direito dos casais do mesmo sexo a se casar”. A expressão “eliminar o direito” era um truque ardiloso, pois para o americano fica difícil eliminar um direito. Mas a causa tradicional ganhou a parada, sendo feita a consulta da seguinte forma: “somente o matrimònio entre homem e mulher é válido e reconhecido na Califórnia”.

Na campanha do plebiscito da Califórnia houve de tudo. De um lado, tivemos os conservadores, que constavam da maioria da população e de grupos de ativistas pró-família. Do outro, os riquíssimos e agitados grupos contrários à família, contando com personalidades famosas como Angelina Jolie, Brad Pitt e até o próprio governador do Estado, famoso ex-ator de cinema, Arnold Schuarzenegger. Fala-se que, somados os dois grupos, houve uma arrecadação de mais de 70 milhões de dólares para a campanha. Mas se houve equilíbrio na arrecadação não é porque o lado conservador contou com forte apoio da elite, mas da própria população. A maioria das empresas de grande porte, como a Pacific Gas & Electric, a Appel e a Google, fizeram polpudas doações a favor do “casamento homossexual”. A Google chegou até a divulgar um anúncio (certamente gratuito), o mesmo fazendo todos os chamados “famosos” da Califórnia, Hollywood em peso, que se engajaram “corporativamente” a favor dos gays. Houve também “estrondos” da mídia para afugentar o público conservador: nas TVs circulou um anúncio de Mórmons barbudos, armados com rifles, entrando na casa de um “inocente” casal de lésbicas para romper seu enlace “matrimonial”. A nota principal das TVs, é claro, queria demonstrar que o voto a favor do matrimònio tradicional era coisa de fanáticos religiosos. E por aí vai.
Apesar de tudo, o chamado “casamento homossexual” foi recusado, e com recursos (e os votos) quase que exclusivos da população. Poderemos dizer que esta foi uma vitória autêntica do sentimento popular, com rejeição de toda a elite corrupta e amoral (para não dizer, imoral) que predomina naquele riquíssimo estado americano. No Arizona e na Flórida repetiu-se o mesmo fenômeno, somando-se com o estado da Califórnia a outros 27 estados americanos que já definem em sua Constituição que o matrimônio deve ser, exclusivamente, entre um homem e uma mulher.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Bispos americanos defendem matrimônio no Youtube perante uniões homossexuais

Bispos americanos estão divulgando uma série de pronunciamentos no Youtube a respeito da intenção de certos grupos de equiparar as uniões homossexuais ao matrimônio. A ACI Prensa está divulgando a versão em espanhol, feita pelo Arcebispo de San Antonio, Mons. José Gómez, presidente do Comitê de Diversidade Cultural da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos. No vídeo, o Prelado adverte que estes grupos minoritários buscam redefinir radicalmente o significado do matrimônio, procurando negar a verdade de que se trata da união exclusiva de um homem com uma mulher. Afirma o Prelado que as chamadas uniões do mesmo sexo são realidades completamente diferentes, e que ao se reafirmar isto não se está fazendo discrminação nem negando supostos direitos às pessoas com tendências homossexuais. A sociedade, segundo o mesmo, necessidade do matrimônio a fim de estabelecer e preservar a unidade básica da mesma sociedade.