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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Avança a promiscuidade sexual
Já que não há censura, toda liberdade é dada aos fautores do mal. Foi lançado o primeiro canal pago de pornografia e filmes eróticos no Brasil, que a partir de dezembro vai divulgar filmes eróticos através de telefones celular. Posteriormente, estes filmes poderão ser copiados integralmente dos telefones para um computador. A pérfida união em prol da promiscuidade sexual foi celebrada entre a imunda e corrupta revista Playboy e a Globo, sendo que esta deterá 60% do negócio. Comprovadamente, o público a ser atingido será o juvenil, especialmente aqueles jovens que são vigiados em casa e, com o celular, poderão assistir filmes pornôs escondidos dos pais. Não se iludam, enquanto se der tanta liberdade a estes corruptores das almas, especialmente as dos jovens, nossa sociedade não verá diminuir os crimes de pedofilia, de estupros e de incestos (seguidos das cenas brutais hoje comuns), pois é com este "alimento" (promiscuidade sexual e pornografia) que se sustentam o que se chama hoje de "monstros sexuais". Junto com o império da homossexualidade, cresce também o da droga, da AIDS e da violência e da tão detestável pedofilia; com o da prostituição juvenil, cresce também todo tipo de doença. E o pior é que não se levanta nenhuma voz contra estes corrupotores de mentes e de almas, porque, se alguém o fizer será logo taxado de "retrógrado", "anti-social", "atrasado", "falso moralista", e tantos outros epítetos utilizados para abafar as vozes sensatas da sociedade.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Células-tronco: as adultas têm suas propriedades regenerativas
Uma equipe de cientistas da Escola de Medicina de Harvard, acaba de apresentar à revista
“Science” uma nova técnica que permite, a partir de células adultas, obter células-tronco com as mesmas propriedades regenerativas que as embrionárias.
O grande avanço conseguido pelos pesquisadores de Harvard tenta resolver um dos maiores obstáculos para obter células-tronco para fins terapêuticos. Dado que as células embrionárias têm a capacidade de converter-se em qualquer tecido do organismo, porém acarretam problemas éticos e técnicos em sua possível aplicação terapêutica, os investigadores acreditam que com esta técnica as células obtidas podem chegar a ser uma fonte de tecidos para regenerar órgãos atrofiados sem acarretar problemas éticos e morais.
As novas células-tronco obtidas nos laboratórios de Harvard poderiam converter-se numa fonte de células de pâncreas para pessoas com diabetes ou em células do coração para pessoas com insuficiência cardíaca.
Após a publicação na revista “Science”, a notícia correu pelos meios de comunicação social e causou impacto na mídia mundial. Estas revelações contrastam com outra realidade: as investigações com embriões obtêm poucos avanços e ainda não convenceram a comunidade científica mundial sobre sua eficácia (podem causar rejeição e até câncer em algumas pessoas), além, é claro, do insolúvel problema de ordem ética e moral por ter que destruir vidas humanas em seu nascedouro.
O primeiro avanço nas pesquisas com células adultas ocorreu há um ano, quando, manipulando células da pele humana obtiveram-se células com propriedades equivalentes à dos embriões. Porém tinham um grande inconveniente: era necessário enxertar-lhes quatro genes para que adquirissem propriedades embrionárias. Para isso se empregavam vírus que introduziam seus genes no ADN da célula, e estes genes ficavam para sempre nas células, o que causava câncer.
O Grande avanço obtido agora foi na mudança do tipo de vírus com o qual se introduzem os genes nas células: se antes empregavam retrovírus e lentivirus, agora estão empregando adenovirus.
Em experiências com cobaias conseguiram que os quatro genes chave estejam ativos durante o tempo necessário para que as células voltem a um estado embrionário, mas que depois desapareçam já que não se integram no ADN das células.
De outro lado, há muito avanço nas pesquisas de células provenientes do cordão umbilical. O primeiro banco de sangue de cordão umbilical privado da Europa, o “Vita 34”, recebeu autorização para utilizar estas células num estudo clínico com meninos diabéticos do tipo 1. Um grupo de cientistas do Hospital San Martino, de Gênova, realizam trabalhos com células provenientes de cordão umbilical para tratar pacientes com leucemia. Esperam obter maior êxito injetando estas células no interior dos ossos dos pacientes do que com o método tradicional de tratamento. De outro lado, a médica adjunta e
coordenadora de Hematologia do Hospital de La Plana de Vila-Real (Espanha), Dra. Sílvia Bernat, confirmava a eficácia das células-tronco de cordão umbilical no tratamento contra o câncer, especialmente em leucemias e linfomas. No Japão, uma equipe de cientisas do instituto Nacional de Ciência Industrial Avançada do Japão asseguram haver conseguido criar, a partir de um dente, células-troncos similares a embrionárias.
“Science” uma nova técnica que permite, a partir de células adultas, obter células-tronco com as mesmas propriedades regenerativas que as embrionárias.O grande avanço conseguido pelos pesquisadores de Harvard tenta resolver um dos maiores obstáculos para obter células-tronco para fins terapêuticos. Dado que as células embrionárias têm a capacidade de converter-se em qualquer tecido do organismo, porém acarretam problemas éticos e técnicos em sua possível aplicação terapêutica, os investigadores acreditam que com esta técnica as células obtidas podem chegar a ser uma fonte de tecidos para regenerar órgãos atrofiados sem acarretar problemas éticos e morais.
As novas células-tronco obtidas nos laboratórios de Harvard poderiam converter-se numa fonte de células de pâncreas para pessoas com diabetes ou em células do coração para pessoas com insuficiência cardíaca.
Após a publicação na revista “Science”, a notícia correu pelos meios de comunicação social e causou impacto na mídia mundial. Estas revelações contrastam com outra realidade: as investigações com embriões obtêm poucos avanços e ainda não convenceram a comunidade científica mundial sobre sua eficácia (podem causar rejeição e até câncer em algumas pessoas), além, é claro, do insolúvel problema de ordem ética e moral por ter que destruir vidas humanas em seu nascedouro.
O primeiro avanço nas pesquisas com células adultas ocorreu há um ano, quando, manipulando células da pele humana obtiveram-se células com propriedades equivalentes à dos embriões. Porém tinham um grande inconveniente: era necessário enxertar-lhes quatro genes para que adquirissem propriedades embrionárias. Para isso se empregavam vírus que introduziam seus genes no ADN da célula, e estes genes ficavam para sempre nas células, o que causava câncer.
O Grande avanço obtido agora foi na mudança do tipo de vírus com o qual se introduzem os genes nas células: se antes empregavam retrovírus e lentivirus, agora estão empregando adenovirus.
Em experiências com cobaias conseguiram que os quatro genes chave estejam ativos durante o tempo necessário para que as células voltem a um estado embrionário, mas que depois desapareçam já que não se integram no ADN das células.
De outro lado, há muito avanço nas pesquisas de células provenientes do cordão umbilical. O primeiro banco de sangue de cordão umbilical privado da Europa, o “Vita 34”, recebeu autorização para utilizar estas células num estudo clínico com meninos diabéticos do tipo 1. Um grupo de cientistas do Hospital San Martino, de Gênova, realizam trabalhos com células provenientes de cordão umbilical para tratar pacientes com leucemia. Esperam obter maior êxito injetando estas células no interior dos ossos dos pacientes do que com o método tradicional de tratamento. De outro lado, a médica adjunta e
coordenadora de Hematologia do Hospital de La Plana de Vila-Real (Espanha), Dra. Sílvia Bernat, confirmava a eficácia das células-tronco de cordão umbilical no tratamento contra o câncer, especialmente em leucemias e linfomas. No Japão, uma equipe de cientisas do instituto Nacional de Ciência Industrial Avançada do Japão asseguram haver conseguido criar, a partir de um dente, células-troncos similares a embrionárias.
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
CNBB divulga nota sobre doação de órgãos
Reunidos em B
rasília nos dias 24 a 26 de setembro de 2008, nós – Bispos do Conselho Permanente da CNBB – desejamos esclarecer a posição da Igreja Católica a respeito da doação de órgãos de pessoas com morte encefálica comprovada. A questão tem sua relevância, dado o grande número de pessoas que estão à espera de algum tipo de órgão.Recordamos antes de tudo a Palavra do Senhor, que diz: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10,45). Guiados pela luz do evangelho, vemos na doação voluntária de órgãos um gesto de amor fraterno em favor da vida e da saúde do próximo. É uma prova de solidariedade, grandeza de espírito e nobreza humana.O magistério da Igreja tem se manifestado favorável à doação voluntária de órgãos. O Catecismo da Igreja Católica afirma: “a doação gratuita de órgãos após a morte é legítima e pode ser meritória” (n. 2301). A encíclica Evangelium Vitae ensina: “merece particular apreço a doação de órgãos feita segundo normas eticamente aceitáveis para oferecer possibilidades de saúde e de vida a doentes, por vezes já sem esperança” (n. 86). O Papa João Paulo II por ocasião do 18º Congresso Internacional sobre Transplantes de Órgãos, dizia: “A doação de órgãos é uma decisão livre de oferecer, sem recompensa, uma parte do próprio corpo em benefício da saúde e do bem-estar de outra pessoa”. (Roma 29 de agosto de 2000).Manifestamos nossa solidariedade para com milhares de pessoas que estão em lista de espera, na expectativa de receber algum órgão para sua sobrevivência, recuperação e saúde. Encorajamos as pessoas e especialmente as famílias a que – livre, conscientemente e com a devida proteção legal – doem órgãos como gesto de amor solidário em consonância com o evangelho da vida. Certamente estamos diante de um gesto nobre e comovente: um sim à vida. Aproveitamos a ocasião também para recordar que a moral católica considera lícita não apenas a doação voluntária de órgãos, bem como os transplantes. Encorajamos a todos a colaborarem sempre mais com as doações de sangue e de medula óssea, tão necessárias.No entanto, destacamos que a doação de órgãos exige rigorosa observância dos princípios éticos que proíbem a provocação da morte dos doadores, a comercialização e o tráfico de órgãos. Sejam conscienciosamente respeitadas a inviolabilidade da vida e a dignidade da pessoa. A ética determina, ainda, que o consentimento do doador ou de sua família seja livre e consciente, após ter recebido todas as informações requeridas.A Lei Federal nº 10.211 de 23 de março de 2001, determina que a família tem o direito de decidir a doação de órgãos da pessoa em estado de morte encefálica; assim, aqueles que se dispõem à doação, devem manifestar previamente aos familiares a sua intenção. O Sistema Nacional de Transplantes é que decide sobre os critérios de destinação justa dos órgãos doados e sobre a organização das listas de espera, evitando e coibindo toda tentativa de comércio de órgãos.A doação de órgãos não contraria à fé cristã na ressurreição final, pois “Deus dá vida aos mortos e chama à existência o que antes não existia” (Rm 4,17). Todos aqueles que se dispõem a doar órgãos aos irmãos, tenham a certeza de que o amor e tudo o que se faz por amor permanecerão para sempre: “o amor jamais acabará” (1Cor 13,8).Brasília-DF, 25 de setembro de 2008
rasília nos dias 24 a 26 de setembro de 2008, nós – Bispos do Conselho Permanente da CNBB – desejamos esclarecer a posição da Igreja Católica a respeito da doação de órgãos de pessoas com morte encefálica comprovada. A questão tem sua relevância, dado o grande número de pessoas que estão à espera de algum tipo de órgão.Recordamos antes de tudo a Palavra do Senhor, que diz: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10,45). Guiados pela luz do evangelho, vemos na doação voluntária de órgãos um gesto de amor fraterno em favor da vida e da saúde do próximo. É uma prova de solidariedade, grandeza de espírito e nobreza humana.O magistério da Igreja tem se manifestado favorável à doação voluntária de órgãos. O Catecismo da Igreja Católica afirma: “a doação gratuita de órgãos após a morte é legítima e pode ser meritória” (n. 2301). A encíclica Evangelium Vitae ensina: “merece particular apreço a doação de órgãos feita segundo normas eticamente aceitáveis para oferecer possibilidades de saúde e de vida a doentes, por vezes já sem esperança” (n. 86). O Papa João Paulo II por ocasião do 18º Congresso Internacional sobre Transplantes de Órgãos, dizia: “A doação de órgãos é uma decisão livre de oferecer, sem recompensa, uma parte do próprio corpo em benefício da saúde e do bem-estar de outra pessoa”. (Roma 29 de agosto de 2000).Manifestamos nossa solidariedade para com milhares de pessoas que estão em lista de espera, na expectativa de receber algum órgão para sua sobrevivência, recuperação e saúde. Encorajamos as pessoas e especialmente as famílias a que – livre, conscientemente e com a devida proteção legal – doem órgãos como gesto de amor solidário em consonância com o evangelho da vida. Certamente estamos diante de um gesto nobre e comovente: um sim à vida. Aproveitamos a ocasião também para recordar que a moral católica considera lícita não apenas a doação voluntária de órgãos, bem como os transplantes. Encorajamos a todos a colaborarem sempre mais com as doações de sangue e de medula óssea, tão necessárias.No entanto, destacamos que a doação de órgãos exige rigorosa observância dos princípios éticos que proíbem a provocação da morte dos doadores, a comercialização e o tráfico de órgãos. Sejam conscienciosamente respeitadas a inviolabilidade da vida e a dignidade da pessoa. A ética determina, ainda, que o consentimento do doador ou de sua família seja livre e consciente, após ter recebido todas as informações requeridas.A Lei Federal nº 10.211 de 23 de março de 2001, determina que a família tem o direito de decidir a doação de órgãos da pessoa em estado de morte encefálica; assim, aqueles que se dispõem à doação, devem manifestar previamente aos familiares a sua intenção. O Sistema Nacional de Transplantes é que decide sobre os critérios de destinação justa dos órgãos doados e sobre a organização das listas de espera, evitando e coibindo toda tentativa de comércio de órgãos.A doação de órgãos não contraria à fé cristã na ressurreição final, pois “Deus dá vida aos mortos e chama à existência o que antes não existia” (Rm 4,17). Todos aqueles que se dispõem a doar órgãos aos irmãos, tenham a certeza de que o amor e tudo o que se faz por amor permanecerão para sempre: “o amor jamais acabará” (1Cor 13,8).Brasília-DF, 25 de setembro de 2008
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