SÃO JOSÉ DE ANCHIETA E A NATUREZA

SÃO JOSÉ DE ANCHIETA E A NATUREZA
São José de Anchieta

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Relíquias de Santa Margarida Maria percorrem paróquias da Arquidiocese de Maceió

Fazendo parte de uma tournée por diversas dioceses brasileiras, as relíquias de Santa Margarida Maria Alacoque estiveram percorrendo diversas paróquias da Arquidiocese de Maceió. Conduzidas por missionários da Rede Católica de TV Século 21 as relíquias chegaram a Maceió no dia 31 de agosto sendo solenemente recebidas por Dom Antonio Muniz, na Catedral Metropolitana, onde houve a Celebração Eucarística.
A Catedral, esteve repleta de fiéis, sobretudo do movimento Apostolado da Oração a quem se deve a divulgação da Prática da Devoção das Primeiras Sextas-Feiras reveladas pelo Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque. Durante a homilia o Exmo.Sr. Arcebispo enfatizou dois pedidos ao movimento Apostolado da Oração: a oração pelos sacerdotes e pelas vocações e a ajuda material ao Seminário diocesano, onde são formados e de onde saem os novos sacerdotes para a Igreja.
Os Arautos do Evangelho, estiveram presentes à esta manifestação de fé auxiliando no translado das relíquias desta grande santa, que esteve ainda na Igreja dos Martírios, em Santa Luzia e Viçosa. A devoção das Primeiras Sextas-feiras é uma devoção que consiste em confessar-se e receber a Sagrada Comunhão em nove consecutivas Primeiras Sextas-Feiras de cada mês em honra e reparação ao Sagrado Coração de Jesus. Esta prática nasceu de aparições privadas de Cristo a Santa Margarida Maria Alacoque de 1647 a 1690, por meio das quais se pode ganhar a graça do arrependimento e a graça de receber os Sacramentos à hora da morte.
Santa Margarida Maria Alacoque era una religiosa da Visitação, de França, que tinha uma grande devoção ao Sagrado Coração de Jesus e está na origem da festa ao Sagrado Coração de Jesus que se celebra anualmente na Sexta-Feira da semana a seguir ao Corpo de Deus, e é a esta devoção reparadora das nove Primeiras Sextas-feiras, que se dá o nome de Comunhão Reparadora.
É bom ter em conta que na altura das Aparições a Santa Margarida, a Comunhão era raramente recebida, especialmente em França, por causa da heresia dos Jansenistas, e só muito mais tarde é que se começou a recomendar e a fazer a Comunhão freqüente. É costume, em cada Primeira Sexta-Feira de cada mês, fazer também a prática da Hora-Santa reparadora.
A prática das Primeiras Sextas-Feiras tem sido promovida especialmente pelos membros do Apostolado da Oração. Esta prática e devoção não são um dogma de fé, mas tratando-se de amor e reparação ao Sagrado Coração de Jesus, a Igreja aceita-a e recomenda-a como sinal do nosso amor e é já uma importante tradição na Igreja católica, a que andam ligadas as doze promessas, para os que fizerem as nove Primeiras Sextas-feiras.
Diz o Catecismo da Igreja Católica:
616. - É o «amor até ao fim» (Jo. 13,1) que confere ao sacrifício de Cristo o valor de redenção e reparação, de expiação e satisfação. Ele conheceu-nos e amou-nos a todos no oferecimento da sua vida. «O amor de Cristo exerce pressão sobre nós, ao pensarmos que um só morreu por todos e que todos, portanto, morreram»(2 Cor. 5/14). Nenhum homem, ainda que fosse o mais santo, estava em condições de tomar sobre si os pecados de todos os homens e de se oferecer em sacrifício por todos. A pessoa de Cristo, Filho de Deus Encarnado, ultrapassa e ao mesmo tempo abrange todas as pessoas humanas e O constitui cabeça de toda a humanidade, é o que torna possível o seu sacrifício redentor por todos.

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