SÃO JOSÉ DE ANCHIETA E A NATUREZA

SÃO JOSÉ DE ANCHIETA E A NATUREZA
São José de Anchieta

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Hino Pontifício



No vídeo anterior podemos ver a interpretação do Hino Pontifício executado antes do Hino nacional de Portugal, por ocasião da chegada do Papa a Lisboa. Vejamos sua origem e uma primorosa execução feita pelos Arautos do Evangelho, logo a seguir em vídeo.
No ano de 1950, por ocasião do Ano Santo, Sua Santidade o Papa Pio XII decidiu que a Marcha Pontifícia de Charles Gounod (1818-1893) tornar-se-ia o hino oficial do Vaticano, executado pela primeira vez como hino oficial em 24 de dezembro de 1949. A Marcha Pontifícia, como era chamada pelo próprio autor (e de acordo com alguns também conhecida como Marcha Religiosa), assumiu o novo título de Hino Pontifício, substituindo o antigo hino composto por Vitorino Hallmayr, em 1857, no estilo da época. Gounod, um homem de profunda fé, havia composto o hino por ocasião do Jubileu Sacerdotal de Sua Santidade, o Papa Pio IX. O hino foi executado pela primeira vez na presença do Pontífice, em 11 de abril de 1869, interpretada por 7 bandas militares na Basílica de São Pedro. Ele lembra, portanto, os tempos em que a Igreja ressurgia de tremenda perseguição no pontificado do Beato Pio IX.

Acima, uma bela interpretação acompanhada de imagens de Bento XVI. Abaixo, a letra em português e uma interpretação bem brasileira:

Ó Roma eterna, dos Mártires, dos Santos!
Ó Roma eterna, acolhe nossos cantos!
Glória no alto ao Deus de majestade!
Paz sobre a terra, justiça e caridade.
A ti corremos, angélico Pastor,
Em ti nós vemos o doce Redentor.
A voz de Pedro, na tua o mundo escuta,
Conforto e escudo de quem combate e luta.
Não vencerão, as forças do inferno,
Mas a verdade, o doce amor fraterno.
Salve, salve Roma, é eterna a tua história,
Cantam-nos tua glória monumentos e altares!
Roma dos Apóstolos, Mãe e Mestra da verdade,
Roma, toda a Cristandade, o mundo espera em ti.
Salve, salve Roma, o teu sol não tem poente!
Vence refulgente, todo erro e todo mal!
Salve, Santo Padre, vivas tanto ou mais que Pedro!
Desça qual mel do rochedo, a bênção paternal!

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