segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Rússia: 64% das gestações acabam em aborto, 250 mil mulheres ficam inférteis

Assustadoramente as altas taxas de aborto na Rússia estão deixando um número crescente de mulheres inférteis, disse Marina Tarasova, chefe-adjunto do Instituto de Pesquisa de São Petersburg Para Ginecologia e Obstetrícia da Academia Russa de Ciências. O jornal The St. Petersburg Times relatou que, com 64 por cento das mulheres russas fazendo abortos, de 200000 a 250000 mulheres por ano são despojadas de suas capacidades biológicas de procriar devido a efeitos permanentes a partir do procedimento abortivo. "Durante os últimos cinco anos, a infertilidade feminina na Rússia aumentou 14 por cento, e mais de 1,5 milhões de russas precisam de uma avançada tecnologia médica para engravidar e manter uma gravidez saudável", disse Tarasova. Ela também mencionou que até o final do ano passado, havia 5,5 milhões de casais inférteis no país. Na população adolescente, uma em quatro mulheres têm uma doença ginecológica ou distúrbio reprodutivo. Além disso, ao longo dos últimos cinco anos, tem havido um aumento de 30 por cento no número de mulheres com idades compreendidas entre os 15-17 anos que sofreram estes problemas de saúde. O governo russo está a tentar promover os valores familiares no país, nomeando 2008, "O Ano da Família." Abortos, no entanto, ainda são oferecidos, gratuitamente, em todas as clínicas estatais.

Mais de um milhão de abortos somente na Espanha!

Na Espanha, uma manifestação comum em defesa da vida: cruzes brancas simbolizavam a espantosa quantidade de um milhão de abortos já praticados na Espanha desde que o Governo daquele país não só descriminalizou tal abominação, mas o está promovendo em suas clínicas de "saúde reprodutiva". Oficialmente reconhecidos, porque os "ilegais" não são computados nesta matemática macabra. O protesto das cruzes foi organizado por ativistas pró-vida espanhóis relembrando os 30 anos da promulgação da constituição abortista. Enrique Jaureguízar, médico e um dos organizadores do protesto, disse que existem mais de 100 mil famílias espanholas querendo adotar crianças abandonadas; não havendo razão, portanto, para que as mulheres pratiquem tantos abortos. Foi exigido daquele governo que impulsione o "Plano Nacional de Ajuda à Mulher", onde se dá assistência àquelas que, desamparadas, procuram no aborto uma fuga para seu problema "reprodutivo".
O número de abortos praticados na Espanha durante 2007 subiu para 112.138, frente aos 101.592 que se registraram em 2006, o que representa um incremento de 10,38%, segundo o relatório enviado pelo Ministério de Sanidade e Consumo às comunidades autônomas, através da Direção Geral de Saúde Pública. Quer dizer, estes dados são oficiais. Muitos discutem se o ministério da saúde de lá não encobre outra realidade: a dos abortos ditos "ilegais", objetos de várias denúncias, mas não computados nessa cifra.
Na maioria dos casos (96,93%), o motivo da interrupção foi a "saúde materna" --como ocorreu durante 2006, quando em 96,98% dos casos se alegou esta razão-- e a maioria das intervenções (97,91%) de 2007 se realizaram em centros privados, uma percentagem que se mantém similar ao ano anterior. Alegar que o motivo é a "saúde materna" representa o que há de mais hipócrita e mentiroso na questão, pois gravidez não é doença. É impossível que mais de 96% das mulheres grávidas tenham problemas de saúde graves a ponto de comprometer o parto. Se for feita uma averiguação ver-se-á que todos os laudos médicos que justificam tais abortos foram mentirosos e atenderam apenas o desejo da abortanda.

O Papa no Angelus: em Maria Imaculada o reflexo da beleza salvadora

Bento XVI falou esta manhã da “Cheia de graça”, a primeira a ser libertada da primitiva queda dos nossos progenitores, durante o Angelus na solenidade da Imaculada Conceição de Maria.
“Em Maria Imaculada, nós contemplamos o reflexo da Beleza que salva o mundo: a beleza de Deus que resplende sobre a face de Cristo. Em Maria, esta beleza é totalmente pura, humilde, livre de qualquer soberba ou presunção”.
Assim, Bento XVI falou esta manhã da “Cheia de graça”, a primeira a ser libertada da primitiva queda dos nossos progenitores, durante o Angelus na solenidade da Imaculada Conceição de Maria. Mistério que nos recorda duas verdades fundamentais da nossa fé, explicou o Papa: o pecado original e a vitória sobre ele da graça de Cristo, que resplende em Maria. O pecado original, a experiência do mal, em torno de nós e dentro de nós, comentou ainda Bento XVI, suscitam uma ‘interrogação profunda, especialmente para o fiel: de onde vem o mal, se Deus criador é absoluta Bondade? Como responde o conto da criação, concluiu o Papa, Deus não criou a morte, mas ela entrou no mundo por inveja do diabo, que atraiu os homens para o engano, induzindo-os à rebelião a Deus. A nossa esperança é Cristo, o filho da Mulher que espezinha a cabeça da antiga serpente
Fonte: H2ONews

domingo, 7 de dezembro de 2008

Como a legalização do "casamento" homossexual pode corromper as crianças

A propósito de nossa postagem de 11.11.2008, "Como a família derrotou o "casamento homossexual" na Califórnia", assista o vídeo abaixo, onde se demonstra até onde chega a perseguição movida contra a família tradicional e se promove a todo custo a corrupção infantil no mundo de hoje.

O triunfo da Imaculada Conceição

Enfim, chegado era o tempo. Em 2 de fevereiro de 1849, Pio IX, desterrado em Gaeta, escreveu a todos os Patriarcas Primazes, Arcebispos e Bispos do orbe a Encíclica “Ubi primum”, questionando-lhes acerca da devoção de seu clero e de seus povos ao mistério da Imaculada Conceição, e seu desejo de vê-lo definido.
De um total de 750 Cardeais, Bispos e vigários apostólicos que em seu seio contava então a Igreja, mais de 600 responderam ao Sumo Pontífice. Levando-se em conta as dioceses que estariam vacantes, os prelados enfermos e as respostas perdidas, pode-se dizer que todos atenderam à solicitação do Papa, manifestando unanimemente que a fé de seu povo era completamente favorável à Imaculada Conceição, e apenas “cinco” se diziam duvidosos quanto à oportunidade de uma declaração dogmática.
Afirmara-se a crença universal da Igreja. Roma iria falar, a causa estava julgada.
“Agora – são palavras de uma testemunha da bela festa de 8 de dezembro de 1854 – transportemo-nos ao augusto templo do Chefe dos Apóstolos (Basílica de São Pedro de Roma). Nas suas amplas naves se comprime e se confunde uma imensa multidão impaciente, porém recolhida. É hoje em Roma, como outrora em Éfeso: as celebrações de Maria são em toda a parte populares. Os romanos se aprestam a receber a definição da Imaculada Conceição, como os efesianos acolheram a da maternidade divina de Maria: com cânticos de júbilo e manifestações do mais vivo entusiasmo.
“Eis no limiar da Basílica o Soberano Pontífice. Circundam-no 54 Cardeais, 41 Arcebispos e 98 Bispos dos quatro cantos do orbe cristão, duas vezes mais vasto que o antigo mundo romano. Os Anjos das Igrejas estão presentes como testemunhas da fé de seus povos na Imaculada Conceição. Subitamente, irrompem as vozes em tocantes e reiteradas aclamações. O cortejo dos Bispos atravessa lentamente o longo corredor do templo, e vem tomar posição em torno do Altar da Confissão. Sobre a cátedra de São Pedro está sentado seu 258º sucessor.
“Iniciam-se os santos mistérios. Logo o Evangelho é anunciado e cantado nas diversas línguas do Oriente e do Ocidente. Eis o solene momento marcado para o decreto pontifício. Um Cardeal, carregado de anos e de méritos, aproxima-s do trono: é o decano do Sacro Colégio; feliz está ele, como outrora o velho Simeão, por ver o dia da glória de Maria... Em nome de toda a Igreja, dirige ele ao Vigário de Cristo uma derradeira postulação.
“O Papa, os Bispos e toda a grande assembléia caem de joelhos: a invocação ao Espírito Santo se faz ouvir; o sublime hino é repetido por cinqüenta mil vozes ao mesmo tempo, subindo aos Céus como imenso concerto.
“Cessado o cântico, ergue-se o Pontífice sobre a cátedra de São Pedro; sua face é iluminada por celeste raio, visível efusão do Espírito de Deus; e de uma voz profundamente emocionada, em meio às lágrimas de alegria, pronuncia ele solenemente palavras que colocam a Imaculada Conceição de Maria no número dos artigos de nossa fé.
“Declaramos – disse ele -, pronunciamos e definimos que a doutrina de que a Bem-aventurada Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, por singular graça e privilégio de Deus Onipotente, em atenção aos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune d toda mancha de culpa original, essa doutrina foi revelada por Deus, e deve ser, portanto, firme e constantemente crida por todos os fiéis”.
O Cardeal decano, prostrado segunda vez aos pés do Pontífice, suplicou-lhe então que publicasse as cartas apostólicas contendo a definição. E como promotor da fé, acompanhado dos protonotários apostólicos, pediu também que se lavrasse um processo verbal desse grande ato. Ao mesmo tempo, o canhão do Castelo de Santo Ângelo e todos os sinos da Cidade Eterna anunciavam a glorificação da Virgem Imaculada.
À noite, Roma, cheia de ruidosas e alegres orquestras, embandeirada, iluminada, coroada de inscrições e de emblemas, foi imitada por milhares de vilas e cidades em toda a superfície do globo.
O ano seguinte pode ser chamado o “Ano da Imaculada”: quase todos os dias foram assinalados por festas em honra da Santíssima Virgem.
Em 1904, São Pio X celebrou, juntamente com toda a Igreja Universal, com grande solenidade e regozijo, o cinqüentenário da definição do dogma da Imaculada Conceição.
O Papa Pio XII, por sua vez, em 1954 comemorou o primeiro centenário dessa gloriosa verdade de fé, decretando o Ano Santo Mariano. Celebração essa coroada pela Encíclica “Ad Coeli Reginam”, na qual o mesmo Pontífice proclama a soberania da Santíssima Virgem, e estabelece a festa anual de Nossa Senhora Rainha.
(transcrito da obra “Pequeno Ofício da Imaculada Conceição Comentado”, de João S. Clá Dias, págs. 501/502)