quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Um vibrante professor ensina como lidar com os jovens

O Colégio Anchieta tem a fama de ser um dos melhores da capital baiana, dispondo de excelente corpo docente e de uma plêiade de alunos de nível social que vai do médio ao alto. Dentre seus docentes, destaca-se o professor Octamar, de matemática. Isto pelo fato de fazer com que os jovens assistam suas aulas com redobrada atenção: nelas o professor exerce o papel de um verdadeiro prestidigitador, ilustrando seus ensinamentos com uma série de exercícios de “ginástica”, ou de gesticulações, fazendo uma mímica bem ilustrativa para marcar cada ponto da aula e chamar a atenção dos seus ouvintes. O fato nos chama a atenção para alguns pontos que são necessários considerar. Primeiramente, a necessidade do recurso usado inteligentemente pelo professor Octamar é decorrente de uma certa apatia para a concentração nos estudos que predomina na juventude de hoje. Talvez se ele desse suas aulas com sisudez não obteria êxito, como tem ocorrido com diversos outros professores. Em segundo lugar, poderemos ver também no episódio como as pessoas hoje em dia são facilmente manobráveis ou influenciáveis. E isto não ocorre somente com a juventude. É claro que os jovens alunos do professor Octamar se comprazem em fazer esta “ginástica” porque confiam em seu mestre e nada vêm de mal nisto. O que é natural. Nos vídeos que mostramos abaixo, os alunos estão repetindo na formatura apenas aquilo que já aprenderam a fazer na sala de aula. Não é curioso?
Vejamos, porém, outra face da questão. Se no lugar do professor Octamar estivesse no palco um cantor de uma música louca qualquer, dando pulos e gritos, e convidando os assistentes a imitá-lo até mesmo em alguns gestos tresloucados, todos o seguiriam sem pestanejar. E isto pode ser observado em qualquer show destes cantores ou bandas modernas ou então em alguns programas de auditórios das TVs. É para onde caminhou a tão propalada e badalada liberdade: a de uma alienação do povo a qualquer prestidigitador que esteja em cima de um palco, desde que ele tenha algo de atraente para oferecer. Não vai aqui nenhuma crítica ao trabalho do professor Octamar. Pelo contrário, damos-lhe os parabéns por ter encontrado um método tão eficiente para ministrar com êxito suas aulas. Poucos hoje conseguem penetrar psicologicamente na mentalidade dessa juventude para estudar métodos eficientes de ensino como este do professor "Octa", como é chamado entre seus alunos.

Octamar na formatura do Anchieta de 2007

Formatura do Anchieta de 2008

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Governo australiano combate alto índice de abortos

O aborto, na Austrália, é legal desde a década de 1970, mas o governo anunciou um plano para reduzir o número de abortos no país, em torno de 100 mil anuais. Para o governo australiano este número é excessivo. A fim de reduzir a prática do aborto, o governo federal daquele país vai investir 51 milhões de dólares australianos (aproximadamente 40 milhões de dólares americanos) num programa de aconselhamento à gestante e prevenção do aborto.
Por ser legal, o aborto tornou-se um problema de saúde pública, e está levando aquele país à crise demográfica. Tal como na Espanha e em outros países, o numero de abortos executados tem disparado desde que a prática foi legalizada. Em 1985, foram executados na Austrália 66 mil abortos. Esse número saltou para 71.000 em 1987, 83 mil em 1991, 92 mil em 1995, estabilizando-se em torno de 88 mil por ano até 2002. Em 2005, o Ministério da Saúde australiano registrou cerca de 100 mil abortos executados legalmente. E a tendência é sempre aumentar. Os dados, com exceção dos relativos ao ano de 2005, foram extraídos da página eletrônica do Medical Journal of Australia.

Aborto na Austrália pode ser: Legal a pedido; Legal em caso de violação, risco de vida da mãe, saúde, doença mental, fatores socioeconómicos ou defeitos do feto; Legal em caso de violação, risco de vida da mãe, saúde, doença mental ou defeitos do feto; Nos demais casos é ilegal, exceto se houver risco de vida da mãe, saúde, ou doença mental.
O número astronômico de abortos, cem mil anualmente, é prova de que a descriminalização não diminui o número de abortos em um país. A tragédia nacional preocupou o governo australiano que, por meio do Ministéiro da Saúde, criou um programa de financiamento para entidades que se empenhassem em apoiar mulheres grávidas em crise e informá-las a respeito dos “fatos sobre o aborto”. O ministro da saúde, Tony Abbott, esclareceu que a proposta visava criar um número telefônico pelo qual as mulheres, seus parceiros e família pudessem ser aconselhados diariamente (24h por dia, sete dias na semana). E quem venceu a licitação para operar o programa de aconselhamento foi uma organização chamada Centacare (hoje “Catholic Care”), um braço da Igreja Católica na Austrália.
Os abortistas reclamam, é claro! Colocaram em dúvida a capacitação profissional da organização, divulgaram a filosofia católica da vencedora, denunciaram o que seria uma afronta ao Estado laico, mas só esqueceram de se fazer uma perguntinha: quem acreditaria num programa em prol da redução do número de abortos desenvolvido por uma organização abortista se foram justamente os abortistas que aumentaram o número de abortos no país?!
Lá, foi o próprio governo que escolheu uma organização de leigos católicos para participar da empreitada educativa.
O ministro Tony Abbott responde aos abortistas:
“Independente de que lado estamos na discussão sobre o aborto, penso que todos nós queremos que o número de abortos diminua. E isto não é um ponto de vista religioso. Em 2006, quando o parlamento discutiu sobre a pílula RU486 (mifepristona), quase todos os oradores disseram que o número de abortos na Austrália era alto demais e deveria ser reduzido. Essa foi uma das razões pela qual o governo tomou partido do seriço de aconselhamento e apoio à gestante”.

Caminhamos a passos largos para a volta do canibalismo?

A antropofagia reduz-se ao fato de se comer apenas a carne humana? E as gorduras dessa carne se forem comidas também não caracterizam a antropofagia? Vejamos o absurdo que ocorre na Europa: A empresa holandesa Irfak recicla graxa humana resultante de lipo-aspiração e destina-a para fazer bolachas e outros produtos alimentícios. Depois, a graxa humana é enviada a países em vias de desenvolvimento, onde, certamente, não há fiscalização para proibir tamanha afronta ao ser humano. A notícia foi divulgada pelo canal de TV “Netwerk”, da Holanda, num programa de atualidades. Mieke Smits, fundadora da empresa, explica em sua página pela internt que realmente a empresa “recicla graxa humana e a transforma em alimentos que se exportam a países do Terceiro Mundo” ou para regiões com problemas de alimentação ou em estado de guerra. Completa a empresária que um de seus produtos, fechado herméticamente para poder ser distribuído nas situações mais adversas, é composto de cerca de 50% de graxa humana e o restante com açúcar e uma grande quantidade de vitaminas. A cara de pau da empresária vai mais longe: anuncia que está promovendo um concurso pela internet, onde o ganhador terá direito a uma lipo-aspiração gratuita. A clínica de lipo-aspiração que lhe fornece as “graxas” humanas é também descaradamente citada, trata-se da “Gerven & Van Iersel”. O próximo passo não já será o consumo da carne humana? Será que caminhamos para o costume indígena mais bárbaro que já houve, isto é, o da antropofagia ritual?

Negada na Europa patente para células-tronco embrionárias de origem humana

A notícia foi veiculada com uma bem feita ironia pelo blog Desafiando a Nomenklatura Científica, cujo texto transcrevemos abaixo:
"Células-tronco embrionárias: fanáticos religiosos na Europa impedem o avanço da ciência" Seria uma notícia que a Grande Mídia tupiniquim teria o maior prazer em publicar. Só que o impedimento aqui não foi provocado por esses fanáticos religiosos fundamentalistas, mas por autoridades científicas européias competentes: algumas pesquisas com células-tronco embrionárias envolve a destruição do embrião".

Lá também tem o link da "Sala Européia de Patentes", de onde saiu aquela decisão: The Enlarged Board of Appeal (EBoA)
O secretário-geral da Comissão de Representantes das Conferências Episcopais da Europa (COMECE), o sacerdote Piotr Mazurkiewicz, divulgou um comunicado no qual mostrou o apoio dessa instituição à decisão da Sala Européia de Patentes (EPO) de não admitir patentes procedentes de células-tronco embrionárias de origem humana.
«Obter uma patente sobre células-tronco embrionárias é contrário à lei européia de patentes, afirmou Mazurkiewicz. Esta confirmação por parte do Departamento Europeu de Patentes supõe uma decisão significativa e um sinal importante para a proteção dos embriões humanos.»
Segundo uma nota enviada à Zenit pela COMECE, a lei européia de patentes «proíbe o registro de patente de cultivos de células-tronco embrionárias humanas, cuja preparação implique necessariamente a destruição de embriões humanos».
A decisão foi tomada pela Corte de Apelação da EPO, em sua deliberação sobre se concederia ou não a patente a um método para obter cultivos de células-tronco embrionárias procedentes de primatas superiores, inclusive o homem, e desenvolvido por WARF/Thomson.
Já em outubro de 2006, o bispo Adrianus van Luyn, presidente da COMECE, enviou uma Nota Amicus Curiae a esta Corte, apresentando as objeções éticas e legais à concessão desse tipo de patentes.
Na Nota se sublinhava a responsabilidade do Departamento para com a sociedade sobre permitir ou não aplicações que questionavam a inviolabilidade da vida humana e sua dignidade.
«Ainda que uma patente tenha formalmente só o objetivo de evitar que outras pessoas utilizem certo invento (ou vendam licenças permitindo usá-lo), as patentes implicam certo apoio ao invento reconhecido», afirma a COMECE.
«Em todo caso, segundo a Convenção Européia de Patentes, qualquer invenção tecnológica que tenha a ver com o uso de embriões humanos com fins industriais ou comerciais está excluída.»
No presente caso, explica Mazurkiewicz, Thomson havia pedido, entre outras coisas, que se lhe permitisse realizar cultivos de células-tronco embrionárias humanas; em 2003 havia excluído o método de recolhimento de células embrionárias em estado de blastocisto, que é o primeiro passo essencial para o cultivo das células embrionárias.
Em todo caso, sublinha a COMECE, «existe um vínculo indissolúvel entre o uso de embriões humanos para a pesquisa e o cultivo de células-tronco embrionárias humanas, tanto para seu uso com fins comerciais como industriais».
«Por esta razão, é impossível separar estas duas fases quando consideradas em termos de direito de patente.»
A COMECE é a Comissão das Conferências Episcopais da Comunidade Européia, formada por 24 bispos delegados dos respectivos episcopados da Áustria, Bélgica, Bulgária, República Checa, Inglaterra e Gales, Escócia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Escandinava, Eslováquia, Eslovênia e Espanha.
Também está presente o arcebispado de Luxemburgo, assim como Croácia e Suíça em qualidade de membros associados. Este organismo foi criado em 1980 para acompanhar e analisar os processos políticos e legais da União Européia, assim como para oferecer os ensinamentos e orientações da doutrina social da Igreja neles.

Somente após a borrasca... é hora de meditar e pensar em Deus?




“Subi a Deus na ventura e Ele descerá a vós na desgraça”. (Marquês de Maricá).





Catarina:
O nome do furacão que arrasou Nova Órleans (Kathrine); o nome de um Estado brasileiro que comemorou o dia de sua toponímia (25 de novembro foi dia de Santa Catarina) com uma catástrofe semelhante e terminou no dia de Nossa Senhora das Graças (dia 27). Catarina também foi o nome de uma tempestade tropical havida na região em 2004, lembram-se? É evidente que parece haver apenas coincidência com o nome, pois Santa Catarina (a de Alexandria) tem relação mais com cultura (era uma culta filósofa grega que se converteu ao cristianismo nascente) do que com catástrofes.
Uma lição, porém, todo o povo brasileiro está tendo: a de servir o próximo desinteressadamente.
Veja o texto abaixo, colhido junto a um participante do grupo de orações “Sagrado Coração de Jesus”, (sagrado-coracao@googlegroups.com) redigido por um sofredor catarinense:

"Hoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí. As fotos que circulam na internet e os telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas. Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos. Que aquela entidade superior que cada um acredita (Deus, Alá, Buda, GADU etc.) e da forma que cada um a concebe tenha piedade daqueles: - Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma. - Que pediam 5 reais por um litro de água mineral. - Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás. - Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas. - Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas. - Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava. - Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas. - Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração. - Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.
Da mesma forma, que essa mesma entidade superior abençoe: - Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma. - Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver. - A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença. - À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida. - Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul. - Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos. - Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos. - Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas. - Aos Médicos Voluntários. - Às enfermeiras Voluntárias. - Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos. - Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso. - Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar. - Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade. - Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa. - Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem. - Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos. - Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem. - A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa. - A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou. - A todos que oraram por todos. - Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas. - Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira. - A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente. - A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém. - A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto: COMEÇAR DE NOVO
Eu tinha medo da escuridão
Até que as noites se fizeram longas e sem luz
Eu não resistia ao frio facilmente
Até passar a noite molhado numa laje
Eu tinha medo dos mortos
Até ter que dormir num cemitério
Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires
Até que me deram abrigo e alimento
Eu tinha aversão a Judeus
Até darem remédios aos meus filhos
Eu adorava exibir a minha nova jaqueta
Até dar ela a um garoto com hipotermia
Eu escolhia cuidadosamente a minha comida
Até que tive fome
Eu desconfiava da pele escura
Até que um braço forte me tirou da água
Eu achava que tinha visto muita coisa
Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas
Eu não gostava do cachorro do meu vizinho
Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar
Eu não lembrava os idosos
Até participar dos resgates
Eu não sabia cozinhar
Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome
Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras
Até ver todas cobertas pelas águas
Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome
Até a gente se tornar todos seres anônimos
Eu não ouvia rádio
Até ser ela que manteve a minha energia
Eu criticava a bagunça dos estudantes
Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias
Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos
Agora nem tanto
Eu vivia numa comunidade com uma classe política
Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora
Eu não lembrava o nome de todos os estados
Agora guardo cada um no coração
Eu não tinha boa memória
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos
Eu não te conhecia
Agora você é meu irmão
Tínhamos um rio
Agora somos parte dele
É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio Graças a Deus
Vamos começar de novo. Anônimo

É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano. Pelo menos é a minha hora, acredito. Que Deus abençoe a todos. Luis Fernando Gigena
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Os anônimos também têm seus pensamentos, eis um deles:
“Eu dormia quando sonhava que a vida feliz consiste em gozar; acordei quando verifiquei que o gozo da verdadeira felicidade consiste em servir”. (anônimo).