SÃO JOSÉ DE ANCHIETA E A NATUREZA

SÃO JOSÉ DE ANCHIETA E A NATUREZA
São José de Anchieta

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Só o Cristianismo tem a solução para a questão palestina

Apesar do paganismo reinante, a tônica das mensagens de fim de ano no Ocidente ainda traz algo da doutrina cristã, baseada na paz. No entanto, o estado de Israel e os palestinos distoam de tudo trazendo ao mundo a mensagem de uma guerra sangrenta e desumana: se fossem cristãos não estariam envolvidos neste ódio perpétuo, mas tentando encontrar uma saída pacífica para o conflito. De um lado, fogos de artifício; de outro, fogos de tanques e canhões.
Encerra-se o ano 2008 sob o signo de mais uma catastrófica guerra na Palestina. E a propósito dela, é importante ter presente as observações que se seguem.
Desde o ano 70 de nossa Era, quando Jerusalém foi destruída pelos romanos, os judeus ficaram dispersos pelo mundo. Esta dispersão e destruição de Jerusalém estão previstas em várias profecias, inclusive do próprio Nosso Senhor Jesus Cristo. É a famosa diáspora judaica que perdura até os dias atuais.

Foi o judeu Theodor Herzl que lançou o “movimento sionista”, o qual pretendia fundar o Estado de Israel. Em 1904, Herzl obteve uma audiência com o Papa São Pio X, do qual obteve a seguinte resposta ao pedido de apoio ao seu movimento: “De duas uma: ou os judeus guardarão sua antiga fé e continuarão a esperar pelo Messias, que nós cristãos cremos já ter vindo à terra, - e nesse caso negarão a divindade de Cristo, e não poderemos ajudá-los; ou então irão para a Palestina não professando nenhuma religião, e nesse caso nada teremos a ver com eles”.
Mais adiante, São Pio X acrescenta: “A fé judaica foi o fundamento de nossa própria fé, mas foi ultrapassada pelo ensinamento de Cristo e não podemos admitir que ela tenha qualquer validade hoje em dia. Os judeus, que deviam ser os primeiros a reconhecer Jesus Cristo, não o fizeram ainda”.
Herzl argumentou que o povo judeu vivia errante e precisava de uma terra, ao que o Papa retrucou: “Tem que ser Jerusalém?”. O judeu respondeu que não estava pedindo Jerusalém, mas a Palestina. Mesmo assim o Papa não concordou: “Não nos podemos declarar a favor desse projeto”.
No decorrer do século XX, de uma forma misteriosa (principalmente durante o Nazismo), começou a haver uma ignominiosa perseguição aos judeus dispersos pelo mundo e alguns milhões deles foram mortos. Isto causou nas Nações Unidas um sentimento de pena (um tanto artificial) deste povo, fazendo com que após a Segunda Guerra a ONU reunida tivesse aprovado a concessão de um território para ele. Escolheram a Palestina, região onde surgiram os judeus mas ocupada há séculos por muçulmanos, árabes ou não. Para que os judeus ocupassem o terreno doado arbitrariamente pela ONU teriam que expulsar os atuais ocupantes, e para isto tiveram que mover uma guerra, a primeira de uma série delas... É bem verdade que, logo após a proclamação de seu Estado, Israel foi implacavelmente atacado por países árabes, alguns com regimes muçulmanos (Egito, Líbano, Síria, Iraque, etc.), os quais não reconheciam o novo país naquela área, pois temiam o que veio ocorrer depois: a expulsão dos palestinos. Dentro de poucos dias, Israel (auxiliado inclusive por tropas francesas e inglesas) já era dono de área superior àquela preceituada pela ONU, expulsando inapelavelmente a população civil de suas propriedades para serem ocupadas pelos judeus imigrantes.
Consta de um “Petit Guide de Terre Sainte”, escrito em 1964 pelo padre franciscano Paulin Lamaire, as seguintes observações: “No momento em que extinguiu o Mandato Britânico sobre a Palestina (1947), ali existia uma população de 2.260.000 habitantes, dos quais 1.140.000 eram muçulmanos, vivendo ao lado de cerca de 775.000 judeus, 145.000 cristãos e 15.000 outros. Atualmente, segundo o recenseamento de 1960, existem em Israel 2.140.000 habitantes, dos quais apenas 240.000 não são judeus. Os cristãos são agora perto de 45.000, os muçulmanos, próximo de 135.000 e os druzos, 17.000”. Em 1948, o Estado de Israel tinha 12.000 km2, aumentando para 21.000 km2 a partir de 1967. Sua população total, hoje, supera os 5 milhões de habitantes, a maioria composta de judeus. Inicialmente, escolheram como capital a cidade Tel Aviv, mas a partir de 1980 o parlamento israelense (Knesset) proclamou Jerusalém como capital, embora houvesse resolução da ONU em contrário.
De 1948 até nossos dias o Estado de Israel não teve um só dia de paz. Depois da guerra de 1948, veio a de 1956 (em 29 de outubro, a “campanha do Sinai), apoiados por forças anglo-francesas, e a grande guerra dos seis dias em 1967. A ONU tem procurado sempre ser favorável a Israel, e nunca suas resoluções foram cumpridas, porque aquela organização tem se mostrado inteiramente incapaz de solucionar os conflitos internacionais. Vejamos como as coisas, no âmbito da ONU, ocorreram até os dias atuais:
- Em data de 29 de novembro de 1947 (apenas dois anos depois da formal criação da ONU), foi aprovada a resolução n. 181, que decide pela divisão do território palestino em dois Estados, um judeu e outro composto pelos atuais ocupantes da região. O Estado judeu foi criado logo no ano seguinte, por decisão e imposição dos mesmos, mas o palestino nunca o foi até nossos dias;
- Resolução n. 303, de 9 de dezembro de 1949, determina que a cidade de Jerusalém tenha “status” internacional e seja administrada pela ONU. Hoje, os judeus mandam na cidade, embora ainda tolerem algumas áreas cristãs e muçulmanas;
- Após a guerra dos seis dias, a 22 de novembro de 1967, resolução n. 242 do Conselho de Segurança da ONU determina que Israel se retire dos territórios ocupados naquela guerra. Nada se cumpriu até o momento;
- Resolução n. 3379, de 10.11.75, qualifica o sionismo como uma forma de racismo e de discriminação racial. Mas tudo no papel, nada na prática, pois nenhum país ousou pôr em uso contra o sionismo as leis que eles criaram contra o nazismo e outras formas de racismo;
- Em março de 1978 são aprovadas duas resoluções, de n. 425 e 426, exigindo o fim das ações bélicas de Israel contra o Líbano e decide criar uma força internacional da ONU na região. Em parte, isto foi cumprido, mas após terrível massacre dos judeus contra palestinos em Sabra e Chatilla;
- Em 14 de dezembro de 1978, a resolução 33/71 da Assembléia Geral da ONU proíbe seus integrantes de cooperação bélica com Israel e de lhe fornecer qualquer equipamento militar. Sabe-se que os Estados Unidos até hoje mantêm forte cooperação e ajuda militar a Israel, sem qualquer censura do inócuo organismo da ONU;
- Mais uma resolução é feita, em 30 de junho de 1980, a de n. 476, determinando que Israel se retire dos territórios ocupados na guerra de 1967. Tal resolução, como as demais, foi ignorada por Israel;
- Com violência inaudita, o exército de Israel lança tanques de guerra contra loucos atiradores de pedras, forçando mais uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, em 07 de outubro de 2000, a de n. 1322, que condena tais ações bélicas. Israel continua surdo ao que determina o máximo organismo internacional de paz entre as nações.
A impressão que se tem é que o judaísmo, infiltrado e poderoso em vários setores chaves dos postos de mando (ONU, Estados Unidos, etc), consegue “abafar” normas que possam impedir o crescimento do Estado judaico. Mas de outro lado, quanto mais este Estado cresce, mais aumenta o ódio de seus vizinhos contra ele. Assim, aquilo que poderia ser tido como um desafio ao próprio Deus, que lhes amaldiçoou com a dispersão pelo mundo por causa do deicídio praticado em Jesus Cristo, trouxe aos judeus amargos frutos, uma convivência difícil com vizinhos inconformados e justamente revoltados, a ponto talvez de provocar, ou melhor suscitar, um sentimento de repúdio entre eles para com o Ocidente Cristão e a deflagração de uma Revolução islâmica universal. Pior ainda, suscitou entre eles a formação de redes terroristas capazes de horríveis ataques suicidas, com bombas atadas ao próprio corpo do atacante, e com a morte de inúmeras vítimas civis inocentes.
O problema da Palestina é tão importante para a revolução islâmica que todos os terroristas e dirigentes muçulmanos em geral o alegam como principal ódio que mantêm contra a América do Norte. Quando Israel os guerreia, os combate com seu exército, com seus tanques e bombas “legais”, está diretamente lhes açulando o ódio contra os Estados Unidos e contra todo o Ocidente cristão. Pesquisa publicada pelo jornal “Al Watan” (em abril de 2002), da família real da Arábia Saudita, constatou que 60% dos sauditas odeiam os EUA. Perante a pergunta “Você odeia o Ocidente em geral?”, 49% responderam que sim, 30% não, e o restante se manteve indiferente. Perguntados qual a razão deste ódio, 75% responderam que era por causa do apoio logístico que os americanos davam aos judeus no conflito israelo-palestino (cf. “Folha de São Paulo”, 09.04.2002).
E assim, tanto Israel quanto o Próprio EUA e a ONU ficam num impasse: precisam acalmar os beligerantes palestinos islâmicos e lhes prometem criar um Estado, um País onde possam viver; mas como manter este povo na fronteira de Israel com perigo constante para seu território? Mais cedo ou mais tarde, estando a Palestina estruturada como País e com assento na ONU, o Estado de Israel correria perigo. Da mesma forma os judeus não abrem mão de seu território, conquistado a ferro e fogo. Como sair do impasse? Aparentemente como as coisas andam no momento, não há saída. O impasse continua, as guerras continuam e Israel terá que conviver sem paz...
A solução para o problema encontra-se por enquanto nas elucubrações teóricas utópicas: todos os judeus se tornarem muçulmanos ou então todos muçulmanos tornarem-se judeus, ou, mais difícil ainda, quase impossível, muçulmanos e judeus tornarem-se cristãos. Lembrem-se, entretanto, que foi o Cristianismo que conseguiu harmonizar a Europa e as Américas. Provavelmente, será a única solução para a Palestina, embora hoje pareça utópica e irrealizável.
Uma cidade que simboliza estes dois mundos é Belém, conforme pode se vê no vídeo abaixo.
video

3 comentários:

Muhammad Rafik disse...

Engraçado, estudando os livros de história, qualquer criança vê que o Cristianismo é a mais sanguinária religião que ja existiu.

Em nome do Cristianismo quantas pessoas foram escravizadas, queimadas, quantos povos nas américas foram destruidos por serem "pagãos" aos olhos dos países europeus? Africa e Ásia brutalmente assaltadas e divididas entre naçoes cristãs.

Meu amigo, me perdoe mas você necessita ler um pouco mais do que o jornal nacional e provavelmente os folhetos que sua igreja distribui.

Anônimo disse...

Não é possível que vocês não entendaam que não é o Cristianismo quee faz essas guerraas acontecerem... O Cristianismo não apoiaa oo jeitoo radicalista de os judeus quererem tomar as terras dos palestinooos. O que acontece é que os Judeeus esperam por um Deus que pra os Cristãos éé Jesus Cristo e que pra eles não existee. Jesus pra eles Não é Filho de Deus.. Eles não aceitam Ele como um Homem enviado por Deus para concertar e ajudar o mundooo. Se os Jedeeus tivessem aceitado Jesus e seus ensinamentos não estariam matando ninuém por nadaa. É um absurdo tudo isso. DEUS NÃO QUER QUE NINGUÉM MATE NINGUÉM, QUE NINGUÉM MORRA POR CAUSA DE TERRITÓRIOOOS.

Roberto Knudsen disse...

Prezados Senhores
O que o mundo chama e pratica sob a falsa alegação cristã não passa de uma falsa ideologia e uma tentativa mundana de sujar e denegrir o nome do verdadeiro cristianismo ensinado nas Escrituras Sagradas Originais desde a fundação do mundo.
O primeiro erro a ser corrigido é com relação à Palavra Cristão, que tem o mesmo significado da palavra Messias, sendo a primeira grega e a segunda hebraica. Ela tem apenas um único significado, ou seja: Ungido com o Espírito da Verdade.
Ser um cristão nada tem em haver com ser católico, protestante, evangélico, mórmon, testemunha de Jeová, e nem tão pouco com ser judeu, muçulmano, ou membro de qualquer outra denominação religiosa monoteísta que possa estar em algum ponto contrário ao que Deus ordenou e/ou ensinou em Suas Escrituras Sagradas Originais escritas em Hebreu e Grego, e que foram traduzidas para a maioria das línguas espalhadas pelo mundo, e que no Brasil podemos encontra-las compiladas em um livro chamada de bíblia, ao qual chamamos de: A Palavra de Deus. Este livro foi ainda dividido em duas partes, antigo e novo testamento, ou antes e depois da vinda de Jesus, o Cristo, o Messias.
Segundo a Bíblia (adoto este nome por ser mais simples), Deus pretende estabelecer seu reinado eterno aqui na Terra, assim como já o fez no Céu, e depois em todo Universo, a partir da inserção do Seu Espírito da Verdade (I João 5:6; I Pedro 2:5; I Coríntios 3:16) em cada coração de cada criatura que ele próprio criou com o sopro de sua boca, ou seja, com Sua própria Palavra. A Bíblia diz que Deus é a Verdade, que a Sua Palavra é a Verdade, e que Deus exaltou, ou engrandeceu, a Sua Palavra acima de seu próprio nome e que a vela para a cumprir (Jeremias 10:10; Salmo 119:160; João 17:17; Salmo 138:2; Jeremias 1:12). Antigamente Deus falava pessoalmente com as pessoas, começando por Adão, Noé, e outros. Noutra época Deus passou a falar pessoalmente, porém através de anjos. Noutra época Deus ungiu pessoas com Seu próprio Espírito da Verdade e utilizou homens para falar com toda humanidade, a começar com seu povo oriundo de Abraão, que na época incluía os descendentes de Isaque e Ismael, e posteriormente os descendentes de Jacó, passando por Juízes, Profetas, Reis e Sacerdotes, até chegar a Jesus e por fim os Apóstolos. Contudo nenhuma dessas pessoas, incluindo o próprio Espírito Santo de Deus (João 16:13), disse alguma coisa de sua própria cabeça, nem pretendeu realizar alguma obra discriminatória, partidarista, oligárquica, racista, ou exclusivista de qualquer outra natureza, mas todos falaram apenas o que haviam ouvido da parte de Deus. Desta forma foram escritas as escrituras Sagradas e hoje a Bíblia com seus 66 livros canônicos, sendo 39 do AT e 27 do NT.
Deus não vai reinar através das falsas denominações cristãs que existem no mundo. Deus também não vai reinar através do falso judaísmo que existe no mundo. Deus também não vai reinar através do falso islamismo que existe no mundo, pois todos, sem exceção à regra, estão contrários a um ou mais pontos ordenados por Deus em Sua Palavra. Contudo Deus vai reinar eternamente, ao menos na Terra, por intermédio de seres humanos ungidos com Seu Espírito da Verdade. Esta unção é o que Deus chama de cristão, ou seja, batizado com Seu Espírito Santo, selado com o Espírito da Verdade, da indestrutibilidade, da incorrupção, o que permitirá a todos que forem salvos por Deus e novamente reconciliados pelo sangue de cristo venham a cumprir naturalmente, por meio da unção do Espírito da Verdade, todos os mandamentos de Deus contidos em Sua Palavra Escrita com igualdade e justiça a toda humanidade. Pois a vontade de Deus é que todos sejam salvos e venham ao pleno conhecimento e entendimento da Verdade em todas as áreas de nossa vida terrena. E neste processo todos aprenderão então a vencer o mal apenas por meio do bem, bem como a escolher o bem e rejeitar o mal tentado agora pleno conhecimento e entendimento de todas as leis de Deus da causa, do efeito, do plantar e colher, da ciência revelada por Deus, da ciência do ecossistema e da natureza do Planeta Terra, e por fim do poder absoluto e supremo e onipotente de Deus para que assim possamos da a Ele o devido temor.
Precisamos compreender o que significa: ser salvo pelo sangue de Jesus. Segundo a Bíblia Deus julgou a humanidade no dia do assassinato de Jesus na cruz do calvário (João 3:16-22). Nesse dia Deus condenou a humanidade à segunda morte e ao sofrimento eterno após a morte (Apocalipse 2:11; 20:6, 14; 21:8), mantendo ainda as condenações à morte e ao sofrimento eteno em vida enquanto vivermos pela desobediência de Adão lá no Paraíso (Gênesis 3:14-19).
A Palavra de Deus diz:
Romanos 6:23 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.
Hebreus 9:22 E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.
Mateus 26:28 Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.
Mas de que maneira o sangue de Cristo ode nos reconciliar com Deus?
Não é por magia, mas é um pacto feito por Deus com toda humanidade. Os Antigos pactos fracassaram por desobediência dos seres humanos aos mandamentos de Deus. Tanto os gentios quanto os israelitas e por fim os judeus fracassaram e continuam fracassando até hoje em obedecer as Escrituras Sagradas. E muitos foram aqueles que criaram outras doutrinas claramente contrárias às únicas deixadas por Deus escritas em hebreu e grego, como é o caso dos católicos, dos muçulmanos e de todas as demais denominações religiosas monoteístas que não seguem à risca os 66 livros escritos por Deus por meio do Seu Santo Espírito da Verdade.
Em outras palavras, no dia do assassinado do Messias Jesus, o ungido Jesus, Jesus o Cristo, o ungido, toda humanidade foi condenada e completamente afastada de Deus. Deus considerou aquele ato um ato da humanidade, e não um ato apenas dos judeus, ou dos gentios ou ainda dos falsos cristãos que se omitiram não dando testemunho da Verdade com medo da morte, da verdade e até do nome de Jesus, que dizia ser o filho da Verdade, ou o filho unigênito da eterna família de Deus, onde todos serão ungidos com o Espírito da Verdade. Se um ser humano viesse a morrer a partir daquele momento, sua condenação à morte, à segunda morte e ao sofrimento eterno já estaria decretada, assim como esta condenação continua nos dias de hoje para todos aquele que morre rejeitando a graça da salvação pela obra vicária de Jesus cristo.
E que obra vicária é esta?
Segundo a Bíblia Deus agravou mais ainda a maldição do seu afastamento do ser humano impossibilitando-o que o próprio ser humano possa escolher ser salvo e reconciliado com Deus. A Bíblia diz:
João 6:44 Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último Dia.
João 14:6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.
Ou seja, não podemos ir a Cristo sem que o próprio Deus nos salve, e com isso não podemos ser perdoados por Deus de nossos pecados. Ou seja, continuaremos condenados e afastados por Deus. Mas se Deus nos salvar, falta ainda ser regenerado pelo Espírito da Verdade, que somente por meio de Cristo podemos receber, para que enfim possamos ser reconciliados com Deus. É daí que surge então a necessidade do batismo nas águas, que é uma simbologia da morte do velho homem (que é enterrado na submersão) e do seu novo nascimento (na emersão das águas), que ressurge sem pecados, pois a partir desse momento, em que Deus nos salva, nos levando a Cristo, nos colocando então o Espírito da Verdade, confessamos com a própria boca que Jesus é nosso salvador, pela graça de Deus, e que a sua morte representa a nossa morte e a nossa quitação com Deus de todos os erros e pecados que cometemos até aquele dia.
Em resumo, todo o conflito que existe hoje entre as várias facções falsas cristãs, bem como entre judeus e muçulmanos, tem seu fundamento na manutenção de todas as mentiras e enganos que podem ser facilmente desmascaradas pela própria e única Palavra de Deus, que podemos resumir nos 66 livros canônicos escritos por homens divinamente inspirados pelo próprio Espírito da Verdade.
Segundo Daniel 2:28-44; 7:18; serão os santos do altíssimo que governarão a Terra. E quem são essas pessoas? São seres humanos selados com o Espírito da Verdade. Estes, por serem selados, ou ungidos com o Espírito Santo, são chamados de os ungidos de Deus, ou cristãos. Mas quero ressaltar que isso nada tem em haver com as falsas denominações católicas, protestantes, evangélicas, mórmons, testemunhas de Jeová, e outras que existem no mundo, que certamente serão destruídas por Deus juntamente com todos os falsos monoteístas que existem no mundo, dentre eles os atuais judeus e muçulmanos, sendo que todos esses estão em desobediência a Deus, desobediência à Verdade, desobediência à Palavra de Deus, que é a única maneira de podermos distinguir a Verdade da mentira, assim como o Espírito da Verdade do espírito do erro. A Bíblia diz:
1 João 4:6 Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro.
Portanto, caros leitores, não estou acusando falsamente cristãos, judeus ou muçulmanos, nem qualquer outra pessoa de qualquer outra falsa religião (porque há apenas um único caminho de reconciliação com Deus, que é pela graça, pelo sangue vicário de Jesus e pelo ensino e inspiração do Espírito da Verdade), mas estou dizendo que a única maneira de acabar com todos os conflitos do mundo é apenas através do ensino da Verdade, que somente por meio do Espírito Santo é que poderemos vir a compreende-la, para que assim sejamos libertos dos laços do diabo e dos homens. A Bíblia diz:
2 Timóteo 2:24 E ao servo do Senhor não convém contender, mas, sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; 25 instruindo com mansidão os que resistem, a ver se, porventura, Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade 26 e tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em cuja vontade estão presos.
João 8:31 Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente, sereis meus discípulos 32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. 33 Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres? 34 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. 35 Ora, o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. 36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres. 37 Bem sei que sois descendência de Abraão; contudo, procurais matar-me, porque a minha palavra não entra em vós..
Pela graça somos salvos.
Efésios 2:4 Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, 5 estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), 6 e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus; 7 para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça, pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus. 8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. 9 Não vem das obras, para que ninguém se glorie. 10 Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.
Sei que estamos nas mãos de Deus, e que Deus quer restaurar o mundo e toda humanidade, antes da volta de Jesus à Terra (Mateus 17:11; Atos 3:19-22; Isaías 61:1-4), pois Deus promete destruir tanto aqueles que fazem injustiças e causa morte e destruição quanto aqueles que destroem o planeta Terra e o próprio corpo, que é o Templo do Espírito Santo. E se Jesus voltasse hoje, o que teríamos para mostrar a Deus? O mundo em guerra, a natureza destruída e 2/3 da humanidade passando fome, e idolatria e mentira reinando no coração de praticamente de toda humanidade?
Somente a Verdade pode libertar toda humanidade acabar com os conflitos. Mas o que é a Verdade? A verdade é tudo aquilo que pode ser comprovado pela ciência e assim pelos órgãos dos sentidos, excluindo todas as teorias e hipóteses não comprovadas. E no tocante ao que trata de Deus e da Criação do universo, a Palavra de Deus, a Bíblia com os 66 livros canônicos extraídos das próprias Escrituras Originais inspiradas por Deus escritas em hebraico e grego, é mais do que suficiente para que possamos discernir todas as coisas, pois o Espírito da Verdade que habitará em nós nos conduzirá nos caminhos de Deus por meio da Sua Unção.
Tenho 13 livros escritos que revelam tudo isso com detalhes. Hoje estou tentando publicar o 13º livro, com 509 páginas (16x23), que resume toda esta obra. Mas estou debaixo da graça e do tempo e da vontade de Deus em Cristo, ou seja, na unção do Espírito da Verdade, aguardando Deus abrir esta porta que nos permitirá extinguir todos os problemas do ser humano sobre a face da Terra.
Sem mais, fico no aguardo de um contato e de seus comentários, para que possa esclarecer aquilo que tiverem dúvidas ou que desejarem conversar.
Atenciosamente
Pastor, Evangelista, Economista, Engenheiro, Escritor
Roberto Knudsen.