SERVA DE DEUS MARIA DE LOS DOLORES Y PATROCÍNIO E A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA DO TRIUNFO
Quando analisamos a vida da Beata Ana Catarina de Emmerich, notamos que foi uma vítima expiatória que exorcizou as forças secretas e maçônicas de seu tempo, até mesmo descobrindo e revelando suas tramas diabólicas.
Vivemos no século XIX uma época em que o corpo místico do demônio possuía enorme poder e desferia golpes incríveis contra a Igreja. Por causa disso, Deus suscitou algumas almas com vocações especiais de se tornarem vítimas expiatórias cujo resultado final era frustrar os planos do demônio. Uma delas foi o Papa Pio IX, eleito como uma esperança de maçons e socialistas, mas cujo pontificado foi o oposto, sendo vítima de perseguições cruéis das forças secretas, mas deferindo rudes golpes contra o corpo místico do demônio.
Destaca-se dentre tais vocações, semelhante a de Catarina de Emmerich (1774-1824), a de Soror Maria de los Dolores y Patrocínio, a qual viveu na mesma época (1811-1891), um pouco depois, enfrentando por mais tempo os problemas da Igreja de que falamos. Do mesmo modo que Catarina de Emmerich, Maria de los Dolores recebeu os estigmas das chagas da Paixão de Cristo e sofreu durante toda a sua vida terrível perseguição, além do próprio demônio, também de seu corpo místico representado pelas seitas secretas maçônicas daquele tempo.
Trata-se de uma alma privilegiada, e scolhida por Deus para ser vítima expiatória numa época de grandes crises morais e de fé. O principal motivo de sua vocação, o que mais ela sofreu, foi uma intensa e contínua perseguição pessoal do próprio demônio.
Isso já se nota desde o seu nascimento. Seus pais fugiam da guerra (em 1811) na ocasião em que sua mãe estava grávida prestes a nascer a criança. Na aflição da fuga, a mulher terminou entrando num lugar ermo, onde nasceu a criança, estando a mãe sozinha sem ninguém que a socorresse. Após o parto, porém, a mãe deixa a recém-nascida abandonada naquele ermo e continua sua fuga. A Providência, porém, já protegia aquela criança de uma forma singular: seu pai, passando por perto, ouviu como que sua voz pedindo ajuda, foi ao local e pegou o bebê, salvando-a da morte certa. Logo ele descobriu que a mãe fez aquilo por maldade, pois nunca amou a filha e até, algum tempo depois, tentou matá-la envenenada, e também auxiliando o trabalho de perseguição à filha quando a tiraram do Convento à força para exílios ou mesmo, simplesmente, para afastá-la de sua vocação.
Sendo criada por uma mãe tão má, era preciso que a Providência determinasse outras pessoas de grande virtude para educa-la. Nisso se destacou muito seu próprio pai, algumas parentas e a madrinha, os quais fizeram tudo para lhe dá uma esmerada educação religiosa, pois eram de família nobre.
Recebeu sua primeira comunhão quando tinha apenas 6 anos de idade, o que não era comum naqueles tempos. Já no início da adolescência, perto dos 15 anos, a mãe procurou induzi-la a um casamento, mas foi recusado pela mesma.
Nesse caso houve auxílio de seus parentes interferindo junto à mãe, do que resultou a ideia de interna-la num convento para estudar, o Convento das Comendadoras de Santiago, em Madrid. Três anos depois, em 1829, a 19 de janeiro, vestia o hábito da Ordem Concepcionista (fundada por Santa Beatriz) no convento do Cavaleiro da Graça. Os votos solenes foram feitos no ano seguinte, no dia 20 de janeiro. Segundo seus biógrafos adotou o nome religioso de Maria de los Dolores de San Rafael, acrescentando depois o nome de Patrocínio após uma aparição de Nossa Senhora. Lembremos que o Arcanjo São Rafael, conforme referido no livro de Tobias, exerceu especial vocação exorcística, expulsando no final o demônio que atribulava a futura esposa de Tobias filho.
No mesmo ano em que fez os votos, ainda noviça, em 30 de julho de 1829, recebe pela primeira vez os estigmas das chagas de Cristo, desta vez, as de Seu Costado. No ano seguinte, no dia 20 de maio, recebe as chagas de pés e mãos. Pelo fato de sua família ser de origem nobre e ter relações na corte, as notícias sobre seus estigmas chegaram aos olhos das forças secretas como uma guinada mística muito forte no país, principalmente porque tramavam eles derrubar a realeza e implantar uma república e sempre fazem isso combatendo também a Religião Católica naquilo que ela tem de mais sagrado. Cinco anos depois se iniciam as perseguições das forças secretas contra a santa. Sua fama de santidade incomodava os revolucionários maçons e o demônio os inspirava tal perseguição por ódio ao papel que ela desempenhava junto à Providência Divina, reparando os pecados e combatendo o corpo místico do demônio.
A Espanha atravessava convulsões políticas. Em 1833 falece o rei Fernando VII e deixa a jovem esposa como regente, a qual passa a coroa para sua filha Isabel II, com apenas 3 anos de idade. Logo eclodem guerras pelo trono, movidas especialmente pelo irmão do rei falecido, D. Carlos. Aproveitou-se a maçonaria do ambiente de instabilidade para iniciar a perseguição religiosa.
Nesse período (1835-1836), o “Ministro de Gracia e Justicia” deu ordem ao Juiz, Sr. Cortázar, para que processasse Soror Patrocínio sobre “uma impostura artificiosa e fanática e uma tentativa de sublevar o Estado e favorecer à causa do príncipe rebelde”. (1) Um dos principais dirigentes dessa perseguição pelo menos em sua primeira investida, era Salustiano Olózaga, chefe do Partido Progressista, deputado e tutor da rainha, braço direito de um ministro da corte, chefe da Milícia Nacional e do Conselho Nacional da Maçonaria.
Usaram para isso de muito aparato de autoridades civis e eclesiásticas, médicos e outros, sobre o fenômeno das chagas e algumas visões, que se haviam difundido de forma que podiam ser prejudiciais aos interesses da coroa reinante (2). As forças secretas tiveram, então, o apoio de sua própria mãe e uma irmã, que tentavam fazer com que Soror Maria de Los Dolores renunciasse à vida religiosa. Tiraram-na do Convento sob ordem judicial e civil e em seguida levaram-na para uma casa particular, e mais tarde para outro local, a “Casa das Arrependidas de Santa Madalena”, em Madrid, espécie de albergue onde se recolhiam moças destinadas à correção da vida por causa do pecado contra a virgindade. Aí permaneceu até 26 de abril de 1837, quando foi transferida para o convento das Concepcionistas Calçadas.
Perseguição do corpo místico do demônio
No início das perseguições diabólicas contra a freira era o próprio demônio que as fazia. Certo dia, porém, o mesmo foi exorcizado por Nossa Senhora, mas, prometeu que continuaria a perseguição através dos homens, isto é, de seu corpo místico. Assim o relata uma biógrafa da Madre Patrocínio:
“No dia 13 de agosto de 1831 (Foi tradicional em nossa Comunidade esta data da aparição, e a confirmou antes de morrer a mesma Serva de Deus) estando minha Reverenda Madre Soror Maria de Los Dolores y Patrocínio no coro, na oração da Comunidade, entre cinco a seis da tarde, se lhe apareceu a Santíssima Virgem, numa formosíssima e resplandecente nuvem, cercada de Querubins e a apresentou uma preciosa imagem sua, que levava o glorioso Príncipe São Miguel com o título de Olvido, Triunfo e Misericórdias. A Virgem Santíssima lhe disse que aquela imagem vinha enriquecida com muitas graças e privilégios para seus verdadeiros devotos, que cuidasse de lhe dar culto, que a deixava na Comunidade. Disse também que, desde então, tirava a permissão a Satanás para atormentá-la por si mesmo.
E pusera a figura do dragão amarrado aos pés da Sagrada Imagem, que Ela mesma a atara com uma cadeia e pusera esta nas mãos da Santa Imagem em sinal de que ficava sujeito. O demônio, furioso, desceu aos abismos, assegurando a minha venerada Madre que já não podia persegui-la por si – como o havia feito até então de uma maneira terrível -, o faria através dos homens, e não somente em vida senão depois de morta a perseguiria também.
Durante esta admirável visão, o Príncipe São Miguel colocou a Sagrada Imagem no altar do coro, ouvindo a celestial música dos anjos a exemplaríssima religiosa Soror Maria Juana da Santíssima Trindade e outras duas outras religiosa; porém, ignorando o que sucedia, para elas invisível, guardaram por então o mais profundo silêncio” (3)
Evidentemente que, tudo isso, levando-se em conta também a atuação da Divina Providência, mas que esta a depender, por decisão divina, da atuação do Corpo Místico de Cristo aqui na terra.
Um exemplo do modo como era atormentada diretamente pelo demônio, está nesse trecho de uma biografia deixada pela Madre Pilar: “Escrever tudo o que ocorreu durante esta permissão que teve o demônio para atormentá-la é quase impossível; porém, embora somente ela mesma poderia declará-lo, pelo pouco que diga pode-se conhecer quanto seria o que sofresse interiormente; pois permitiu Deus que viéssemos e tocássemos por dizê-lo assim coisas tão raras e pouco frequentes. Os golpes e ruídos que o demônio fazia no Convento eram grandes, e no coro, entrando ela, maiores; parecia que, se iniciando o Ofício Divino, tocavam o alarme; e, em sua cela e nas vizinhas davam uns golpes tão fortes nos caixões que causavam perturbação e por todas as partes havia ruídos; se ouvia como falar; porém tão raramente, tantas sombras, enfim, tais coisas que a Comunidade chegou a acovardar-se; porém o mais doloroso eram os golpes que dava este cruel inimigo de dia e de noite nesta criatura; não a deixava sossegar em nenhum momento.
A víamos tão formosa e com aquela graça natural que tem, e logo se notava como uma mudança triste; íamos vê-la e já estava cheia de cardeais. Outras vezes, se ouviam claramente as bofetadas; e embora não víssemos quem as dava, víamos no seu rosto o sinal. Debaixo de seus pés sempre estavam dando golpes; e quando se deitava soavam debaixo de seu corpo. A todas as horas, se lhe punha diante; e ela só poderá dizer como e em que figuras e sempre atormentando-a” (4)
Piores perseguições viriam depois através do maldito corpo místico do demônio, assumido pelas seitas secretas. O pai dela era da nobreza e tinha relações próximas com os reis ou rainhas daquele tempo. Isso aproximou a corte real da Madre do Patrocínio e, como a vinham ver no convento, deduziam que ela influenciava decisões reais. Com base nesse pressuposto eram movidas as perseguições que duraram todo o resto de sua vida. Havia também tremenda trama para derrubar a monarquia e implantar a república, (como ocorreu na França em 1789), fato consumado na Espanha daqueles tempos, mas com pouca duração. As forças secretas imaginavam, inspiradas pelo próprio demônio, que Madre Patrocínio dava orientação aos reis e atrapalhava os ideais republicanos. É provável que, por inspiração divina, ela tenha dado salutares conselhos, mas não há como sabe-lo, a não ser em matéria explicitamente religiosa.
Um dado registrado por seus biógrafos sobre sua influência na corte:
“A respeito da relação da Irmã Patrocínio com Isabel II, a Infanta Eulália, filha da rainha, relata: “Muitas vezes ouvi minha mãe falar de como o Padre Claret (5) , seu confessor e figura de grande influência próxima a ela, e a freira Irmã Patrocínio (...) sugeriram que ela se aproximasse de Pio IX para solicitar a declaração do novo dogma. Minha mãe, muito religiosa (...) conseguiu que outros soberanos católicos o assinassem com ela e também intercedessem em seu nome junto ao Pontífice”. A Infanta se refere ao dogma da Imaculada Conceição de Maria, definido em 8 de dezembro de 1854. A Irmã Patrocínio, portanto, passou a ter influência teológica por meio de suas altas conexões sociais.
A respeito da inocência da Madre Maria Dolores em torno do tema político ou de governo, eis a resposta dela a uma pergunta de um inquiridor:
“...Os Reis, segundo todos os sinais, são piedosos e não deixariam de fazer tudo quanto possam; e assim anime-as Você, que Deus pode mais do que todo o Inferno junto. Veja Você o ano passado, durante meu desterro, quem imaginaria então que tudo aqui havia de resultar em tanto bem; e que aquilo, sabendo os Reis de nenhuma parte que eu tinha nos transtornos do Governo lhes havia de servir de desengano tal que eles mesmos me dizem não terem acreditado no que ocorreu.
Deus permitiu aqueles sucessos porque assim convinha; digo porque nosso entendimento é muito limitado e não miramos os males de aparentes penas, mas que com uma olhada triste, e Deus quer nisso nosso maior bem”.
As perseguições dirigidas pelas forças secretas contra a Madre duraram até o fim de sua vida, não havendo, aparentemente, nenhum motivo político pois ela não interferiu nunca nesses assuntos. Desde a violenta expulsão de seu próprio convento até exílios ela sofreu.
Houve, também, duas tentativas de assassinato. Uma delas ocorreu logo depois do rei dá licença à freira transferir-se com suas discípulas para um convento apropriado, em 29 de outubro de 1845.
O bandido pediu para falar com ela no locutório do convento, e quando ela ali surgiu juntamente com a Madre Superiora o sujeito atirou para matá-la, não logrando êxito porque Deus não o permitiu. Alguns anos depois, em outro convento, houve outro atentado, também frustrado.
A respeito de tais perseguições, assim comenta uma sua biógrafa: “Pouco durou sua ditosa felicidade e paz das religiosas; pois não satisfeitos seus inimigos com as perseguições levadas a efeito contra minha amada Madre na época passada de seus desterros, em seus desejos de vingança, ao vê-la alegre e com pleno gozo de seu amado retiro, se valeram de uma mudança de Ministério para atribuí-lo à sua vítima; a qual ocupada somente em suas ocupações de religiosa e no cumprimento mais exato de sua santíssima Regra e Constituições, nem entendia de tais assuntos, nem atendia a eles, nem sabia que tal mudança havia ocorrido”.Novamente a desterravam de seu convento, sendo que, algum tempo depois, do próprio país, pois foi forçada a refugiar-se na França.
Visões sobre a “bagarre” e “grand retour”
A Serva de Deus teve várias visões místicas, destacando-se duas, entre elas, por nos remeter aos dias atuais. A primeira foi a aparição ocorrida em 13 de agosto de 1831 de Nossa Senhora sob a invocação de “Nuestra Señora del Olvido, Triunfo e Misericórdias”, quando a própria Virgem Santíssima lhe deu uma imagem dessa invocação, pedindo que seja venerada e a seguinte mensagem: “Ela será consoladora do mundo e todo afligido encontrará em mim pela mediação desta imagem o consolo. A alma que rendida a seus pés me pedisse alguma coisa jamais se lhe negará meu amor. Será o consolo do mundo e a alegria da Igreja Católica e, por seu intermédio, meu Filho e eu receberemos culto. Tu, filha minha, alcançarás vitória do poder de Satanás e tua comunidade perfeição em servir-Me”.
A Virgem Santíssima estava acompanhada de São Miguel Arcanjo, Serafins e Querubins, mostrando todo seu poder celeste.
A segunda visão, a que nos referimos, foi a seguinte, ocorrida no dia de Santo Agostinho do ano de 1835:
“No dia de Santo Agostinho do ano de 1835, no momento em que a Comunidade ia se recolher deixando a reverenda Madre em sua cama no chão, teve um êxtase admirável, uma visão muito misteriosa no conceito da Reverenda Madre Pilar que a presenciou, por algumas palavras muito soltas que ouviram e pelo que a mesma Madre, obrigando-a a falar, pôde revelá-la. Parecia que via uma grande batalha; a Rainha dos Anjos sentada com seu Divino Filho na figura de um Menino dormindo; a quatro doutores da Igreja e a muitos personagens, dois detrás de um leão que aparecia sentado com uma cruz na frente. A luta era contra outro leão, que depois se converteu em serpente. O leão assinalado com uma cruz estava como quem não pode se mover, e, a princípio, só movia a juba e alguma pata, mas sempre permanecia imóvel apesar dos esforços de seu contrário. Quando alentava o leão da cruz para o Menino Deus que tinha a Virgem em seus braços, despertava este e então cobrava o leão novos brios e pelejava com mais força. Por fim, tomou a Senhora a seu Doce Menino dormido e o pôs sobre o leão da cruz, e então foi feita a vitória; e os dois personagens que estavam detrás do leão, um deles com uma cruz, se uniram e tudo foi alegria e louvor a Deus”.
A visão dos dois leões nos levam a considerar o confronto entre os dois corpos místicos, o do demônio e o de Cristo, sendo que o primeiro logo se vê que era a própria serpente e não um leão, enquanto o segundo, o de Cristo, traz consigo a Cruz e é animado pelo Menino Jesus, que exorcizou todos os demônios que dominavam os ídolos quando a Sagrada Família passava por aqueles templos indo para o Egito. Tudo nos leva a crer que os acontecimentos que envolvem os últimos tempos sejam decorrentes desta luta entre estes dois corpos místicos.
Últimos anos de sua vida
Com o restabelecimento da monarquia em 1874, Afonso XII ascendeu ao trono e ela retornou à sua atividade religiosa sem perseguição governamental.
Fundou dezenove conventos e faleceu no Convento do Carmo de Guadalajara, “sem a menor agonia”, em 27 de janeiro 1891 perto de completar os oitenta anos de idade e com 62 de vida religiosa.. Seu processo de beatificação teve início em 1907.
NOTAS:
(1) - Diziam que ela estava favorecendo D. Carlos, o rebelde irmão do rei falecido, pelo simples fato de, dentro de um convento, ter visões de Nossa Senhora e aparecer com os estigmas da paixão de Cristo.
(2) Fizeram algo parecido com Catarina de Emmerich na Alemanha: autoridades maçônicas enviaram uma “comissão” de médicos e naturalistas com a intenção de desmascarar “o embuste”, levaram a vidente para fora do convento, em outra casa, e a mesma foi rigorosamente observada, de 7 a 29 de agosto de 1819, sem que tais “autoridades” tenham descoberto nenhum logro, mas comprovando a realidade mística dos fatos, mesmo não a reconhecendo oficialmente.
(3) - Fica demonstrado, no relato acima, que a vítima expiatória agora passaria a sofrer pelo exorcismo do prolongamento do demônio, ou seja, seu corpo místico, que atuava na época através principalmente das forças secretas como a maçonaria. É provável que até hoje perdure tal perseguição, pois ele disse “até depois de morta”. Daí a pouca divulgação de sua vida, e a insistência até hoje das calúnias contra ela que, provavelmente, prejudicam os trabalhos que conduzem à sua beatificação.
(4) - Os dados relatados aqui foram extraídos da obra “Vida Admirable de la Sierva de Dios Madre Patrocinio – Concepcionista Franciscana” – Escrita por Sor Maria Isabel de Jesus (da mesma Ordem e secretária por muitos anos da Serva de Deus) – Editora “Concepcionistas Franciscanas” – imprime: Ediciones Potón S. A – Guadalajara, Espanha – 1991 – página 49 e seguintes).
(5) - Santo Antonio de Maria Claret era confessor da rainha.

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