segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Exemplo de dedicação em defesa da vida

Em 2008 fizemos uma postagem sob o título de Exemplo de Dedicação em Defesa da Vida, onde é mostrado o fantástico trabalho realizado pelo vietnamita Tuong Phuoc Phuc procurando salvar bebês da fúria assassina dos abortistas. Tudo começou quando sua esposa teve problemas no parto e ele fez uma promessa: se tudo saísse bem ele se dedicaria doravante a salvar crianças prestes a serem abortadas. Quando sua esposa estava em recuperação do parto difícil, diz Tuong que viu várias mulheres grávidas entrando na sala de cirurgia e de lá saindo sozinhas. Em seguida ele viu os médicos jogando os bebês no lixo hospitalar. "Sou católico e respeito o espírito dos seres humanos." "Então solicitei se eu não podia levá-los comigo." O pedido foi concedido sem maiores dificuldades, provavelmente porque lá não é tão atuante a indústria de cosméticos feitos com fetos.
Embora sabendo que em seu país o aborto é praticado com a aprovação do governo, criou em sua própria casa, inicialmente, um pequeno cemitério para dar aos bebês abortados uma sepultura digna. Para tanto, comprou um pequeno terreno onde ele começou a enterrar os corpos dos bebês abortados. Atualmente, já são mais de 9000 túmulos, onde os bebês abortados têm o mínimo de dignidade na morte, a mesma dignidade que lhes foi negada em vida.
Com o tempo, começou a ser procurado por mulheres que desejavam fazer o aborto e criou uma central de ajuda a tais mulheres. Geralmente, ele acolhe solteiras grávidas, especialmente aquelas que não têm condições para sustentar seus filhos, e lhes presta grandiosa ajuda até o parto. Ele e sua esposa acompanham estas mulheres até à feliz conclusão do parto. Depois que iniciou tão maravilhoso trabalho, Tong Phuoc Phuc já salvou muitos bebês: naquela época eram 60, hoje muito mais, criando um pouco de mais 50 deles em sua casa.
Em geral, estas mulheres iam ao cemitério para rezar e outras, grávidas, começaram a procurar a casa de Tuong buscando ajuda. A partir daí algumas delas que não se sentiam, por um motivo ou outro, em condições de criar seus filhos, deixavam-nos com Tuong. Muitas destas crianças são depois recuperadas por suas mães.
Agora, está circulando no Youtube um vídeo-reportagem sobre trabalho tão meritório. Exemplo a ser seguido por nós, brasileiros, e os demais católicos do mundo todo. Veja abaixo o vídeo, em inglês e ainda sem legenda.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Virgem de Guadalupe é entronizada no santuário do Santo Sudário de Turim

As duas imagens consideradas as maiores relíquias da Cristandade são o Santo Sudário de Turim, imagem de Cristo, e a de Nossa Senhora de Guadalupe, a da Virgem Maria. Agora poderemos prestar veneração às duas imagens no mesmo local, pois em Turim foi entronizada a de Nossa Senhora de Guadalupe ao lado do Santo Sudário. Veja a notícia divulgada pela ACI Prensa.

MEXICO D.F., 22 Dez. 10 / 03:33 pm (ACI).- O Centro Mexicano de Sindonologia informou que no dia 12 de dezembro foi entronizada na igreja do Santíssimo Sudário em Turim, Itália, uma imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, fiel ao original que se encontra na basílica mexicana.

Em 12 de dezembro "passará à história como a data em que se irmanam as devoções a Jesus em sua imagem do Santo Sudário e a sua Bendita Mãe em seu advocação do Guadalupe na humilde manta de São João Diego", afirmou Adolfo Orozco Torres, presidente do Centro Mexicano de Sindonologia.

"Graças a Guillermo Ferrer, membro da ‘União de Vontades’ e por iniciativa do Centro Mexicano de Sindonologia", informou Orozco, entregou-se no dia 5 de maio a réplica da imagem guadalupana à Comissão Diocesana de Turim. "O então Arcebispo de Turim, Cardeal Severino Poletto decidiu que fosse colocada na Igreja do Santíssimo Sudário", relatou.

Graças a esta iniciativa, indicou, estão juntas no mesmo templo "as duas imagens mais importantes e representativas em nível espiritual de nossa salvação".

No Santo Sudário "temos os rastros do imenso sacrifício com que Jesus nos resgatou do pecado" e na imagem Mariana se materializa o presente da maternidade de Maria que Cristo deu aos homens na Cruz. "Agora –afirmou-, o Filho a recebe em sua casa de Turim".


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Súplica junto ao presépio


Plínio Corrêa de Oliveira
Comemoramos mais uma vez, Senhor, a festa de vosso Santo Natal. Mais uma vez a Cristandade se apresta a Vos venerar na manjedoura de Belém, sob as cintilações da estrela, ou sob a luz ainda mais clara e fulgente dos olhos maternais e doces de Maria.
A vosso lado está São José, tão absorto em Vos contemplar que parece nem sequer perceber os animais que Vos rodeiam, os coros dos Anjos que rasgaram as nuvens e cantam, bem visíveis, no mais alto dos Céus.
Daqui a pouco se ouvirá o tropel dos Magos que chegam, trazendo no dorso de extensas caravanas presentes de ouro, incenso e mirra, guardados por famulagem sem conta. No decurso dos séculos, outros virão venerar vosso presépio: da Índia, da Núbia, da Macedônia, de Roma, de Cartago, da Espanha, gauleses, iberos, germanos, saxões, normandos e seus descendentes. Aí estão os peregrinos e os Cruzados que vieram do Ocidente para beijar o solo da gruta em que nasceste.
E no meio de tantos, eis-nos aqui também. Estamos de joelhos e Vos olhamos. Vêde-nos, Senhor, e considerai-nos com compaixão. Estamos aqui e vos queremos falar.
• * * *
Nós? Quem somos nós?
Os que não dobram os dois joelhos, e nem sequer um só, diante de Baal. Os que temos a vossa Lei escrita no bronze de nossa alma e não permitimos que as doutrinas do século atual gravem seus erros sobre este bronze, que sagrado vossa Redenção tornou. Os que amamos como o mais precioso dos tesouros a pureza imaculada da ortodoxia e que recusamos qualquer pacto com a heresia, suas obras e infiltrações. Os que temos misericórdia para com o pecador arrependido, e que para nós mesmos, tantas vezes indignos e infiéis, imploramos vossa misericórdia, mas não poupamos a impiedade insolente e orgulhosa de si mesma, o vício que se estadeia e escarnece da virtude. Os que temos pena de todos os homens, mas particularmente dos bem-aventurados que sofrem perseguição por amor à vossa verdadeira Igreja, que são oprimidos em toda a Terra por sua fome e sede de virtude, que são abandonados, escarnecidos, traídos e vilipendiados porque se conservam fiéis á vossa Lei.
Aqueles que sofrem sem que a literatura contemporânea se lembre de exaltar a beleza de seus sofrimentos – a mãe cristã que reza hoje sozinha diante do presépio, no lar abandonado pelos filhos que profanam em orgias o dia de vosso Natal; - o esposo austero e forte que pela fidelidade a vosso Espírito se tornou incompreendido e antipático aos seus; - a esposa que suporta as agruras da solidão da alma e do coração, enquanto a leviandade dos costumes arrastou ao adultério aquele que deveria ser para ela a coluna de seu lar, a metade de sua alma; - o filho ou a filha piedosa, que durante o Natal, enquanto os lares cristãos estão em festa, sente mais do que nunca o gelo com que o egoísmo, a sede dos prazeres, o mundanismo, paralisaram e mataram em seu próprio lar a vida de família; - o aluno abandonado e vilipendiado por seus colegas, porque permanece fiel a Vós; - o mestre detestado por seus discípulos, porque não pactua com seus erros; - o sacerdote que sente erguer-se em torno de si a muralha sombria de incompreensão ou da indiferença, porque se recusa a consentir na deterioração do depósito da Fé que lhe foi confiado; - o católico fiel, asfixiado pela “fumaça de Satanás” que penetrou no Templo de Deus, e que é tratado como um estranho na casa de sua mãe, a Igreja; - o homem honesto que ficou reduzido à penúria porque não roubou.
Estes são, Senhor, os que no momento presente, dispersos, isolados, ignorando-se uns aos outros, entretanto, agora, se acercam de Vós para oferecer o seu dom e apresentar a sua prece.
Prece, antes de tudo, por aquilo que mais amam no mundo, que é vossa Igreja santa e imaculada. Que vossa igreja triunfe por fim deste século de pecado e plasme para vossa maior glória uma nova civilização. Pelos santos, para que sejam mais santos. Pelos bons, para que se santifiquem. Pelos pecadores, para que se tornem bons; pelos ímpios, para que se convertam. Que os impenitentes, refratários à vossa graça e nocivos às almas, sejam dispersados, humilhados e aniquilados por vossa punição.
Prece, depois, por si mesmos. Que os façais mais exigentes na ortodoxia, mais severos na pureza, mais fiéis nas adversidades, mais altivos nas humilhações, mais terríveis para com os ímpios, mais compassivos para com os que, envergonhando-se de seus pecados, louvam de público a virtude e se esforçam seriamente por a conquistar.
Prece, por fim, para que vossa graça, sem a qual nenhuma vontade persevera duravelmente no bem, seja para eles tanto mais abundante quanto mais numerosas forem suas misérias e infidelidades.
(Transcrito do jornal “Última Hora”, terça feira, 24 de dezembro de 1985)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Uma amostra de como os muçulmanos conseguem mais adeptos


A foto acima é de uma criança de três anos, vítima do massacre de Bagdá no último dia 31 de outubro. É um mártir da Fé.
A História registra que, desde Maomé, a religião muçulmana tem crescido mais através da violência, da guerra e da perseguição às outras religiões do que por algum exemplo de bondade. Foi assim que conseguiram impor seu império a milhões de pessoas em dezenas de países no mundo. E é desta maneira que pretendem dominar o mundo. Vejam, abaixo, o que diz São Tomás de Aquino sobre aquela religião.
Um dos exemplos desta forma de conquista pela força tivemos recentemente em Bagdá. Naquele dia, um grupo de terroristas muçulmanos invadiu uma igreja católica na hora da Missa, manteve os fiéis como reféns durante cerca de 5 horas e, no final, terminou assassinando friamente 58 pessoas. O vaticanista Sandro Magister reproduziu em sua coluna uma dramática crônica publicada pelo jornal Il Foglio sobre o massacre. Ele denuncia que "os ataques aos cristãos no país do Tigre e do Eufrates denotam um ódio sempre mais marcadamente religioso, islamista".
"O ataque de 31 de outubro à catedral siro-católica de Bagdá, com 58 mortos e muitas dezenas de feridos, atacados enquanto celebravam a Missa, foi considerado no Vaticano como um acontecimento revelador", acrescenta e sustenta que "a dinâmica do massacre não deixa dúvidas. Os agressores usavam cintos explosivos. Disparavam e atiravam bombas gritando: ‘vocês irão todos ao inferno, enquanto nós ao paraíso. Alá é o maior".
‘"Nas cinco horas do ataque, os terroristas rezaram duas vezes, recitaram o Corão como em uma mesquita. Devastaram o altar, fizeram tiro ao alvo contra o crucifixo, enfureceram-se com os meninos simplesmente por serem ‘infiéis’", acrescenta.
"O que ocorreu nessas cinco horas terríveis foi sabido depois de dias, pouco a pouco, graças aos testemunhos de numerosos feridos levados a Roma e outras cidades européias para serem curados", sustenta.
Dias depois, apareceram no youtube 3 vídeos, em árabe, feitos com uma das famílias que foi vitimada pela tragédia. Os depoimentos são do pai e de suas duas filhas. O nome da testemunha que dá seu depoimento é Shahad Zuhair Marzina, estudante universitária.
No vídeo com o testemunho da iraquiana Zuhair Marzina, que esteve presente no massacre, ela fala bastante de seu sobrinho de três anos, Adam, que morreu, junto com o pai, durante a ação dos terroristas. É o belo menino da foto acima.
O vídeo abaixo foi legendado pelo blog Veradextra.
Antes de ver o vídeo convém dar uma olhada numa carta de duas testemunhas do massacre.

São Tomás de Aquino diz o seguinte sobre o Islamismo:
Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas. Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. ....
Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei.
Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele; ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos.
Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele.
(“Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. )