quinta-feira, 18 de março de 2010

Espanha ainda adota o fuso horário nazista

Pela notícia que se divulga, a Espanha vive num eterno "Horário de Verão".
A Comissão Nacional para a Racionalização dos Horários na Espanha (Sigla ARHOE em espanhol, web www.horariosenespana.es) está promovendo uma campanha inusitada: fazer com que se adote naquele país o mesmo fuso horário do resto da Europa. É que no último 16 de março completou 70 anos em que se adotou nos países ocupados pelos nazistas um horário diferente, adiantando-se uma hora nos relógios. Ao terminar a segunda guerra os outros países voltaram ao seu horário normal, menos a Espanha que o adota até hoje.
Segundo o presidente da ARHOE já é tempo do governo espanhol resolver este problema, pois passou "tempo suficiente para nos dar conta de que estamos imersos num horário que não nos corresponde".
Disse mais: "A Espanha se seguiria regendo pelo sol, se almoçaria à uma e não às duas horas, se jantaria às oito e não às nove horas, e se sairia do trabalho às cinco, otimizando mais o tempo de trabalho e desfrutaríamos mais com a família e amigos".
Ver nossa postagem anterior "O horário de verão e as teorias de conspiração".

segunda-feira, 15 de março de 2010

Bill Gates quer vacinas para esterilizar a população

Publicamos abaixo o texto de James Tillman, extraído do site Notícias Pró-Família

Quando o co-fundador da Microsoft e promotor do controle populacional Bill Gates falou recentemente sobre usar vacinas para reduzir a população mundial, ele deu início a uma onda de especulação sobre sua possível insinuação de campanhas disfarçadas de esterilização. De acordo com a Fundação Gates, porém, o multimilionário de fato defende o uso de vacinas para diminuir a mortalidade infantil — algo que ele afirma que realmente diminui o crescimento da população.
Os comentários de Gates ocorreram enquanto ele estava dando um discurso numa conferência de TED (tecnologia, entretenimento e design) sobre como os seres humanos podem reduzir suas emissões de CO2 a fim de reduzir o aquecimento global. “A temperatura só vai parar de subir”, afirmou ele, “quando chegarmos a quase zero [em emissões de carbono].
Pelo fato de que a quantidade de CO2 emitida tem relação com a população humana, Gates mencionou resumidamente meios de reduzir a projetada população mundial, inclusive “serviços de saúde reprodutiva” — aborto e contracepção — bem como vacinas.
“Ora, se realmente fizermos um grande trabalho na criação de novas vacinas, assistência de saúde, serviços de saúde reprodutiva, abaixaremos a população mundial em 10 ou 15 por cento”, disse ele.
Gates é famoso por financiar medidas de controle populacional pró-aborto — mas a referência que Gates fez sobre vacinas imediatamente lançou especulações com relação ao uso de tais drogas para disseminar agentes esterilizantes em grande escala.
Campanhas de vacinação no passado foram encobertamente usadas para esterilizar mulheres. Em 1995, o Supremo Tribunal das Filipinas descobriu que as vacinas usadas numa campanha de vacinação antitetânica do UNICEF continham o B-hCG, que quando dado numa vacina, destrói permanentemente a capacidade de uma mulher sustentar uma gravidez. Aproximadamente três milhões de mulheres já haviam tomado a vacina.
Apesar disso, Gates afirma trabalhar com uma perspectiva aparentemente contraditória de que diminuindo-se a mortalidade infantil também diminui-se o crescimento da população. Em resposta a uma pergunta de LifeSiteNews, a Fundação Gates — observando que Gates havia discursado no evento de TED exclusivamente a título pessoal — apontou para o fato de que Gates disse em sua Carta Anual de 2009 que um “fato surpreendente, mas crítico, é que reduzir o número de mortes [infantis] realmente reduz o crescimento populacional”.
Ele continuou, explicando que a teoria de que pais terão mais filhos quando a mortalidade infantil é elevada, a fim de garantir que vários filhos sobrevivam para cuidar deles quando envelhecerem.
“Se melhorarmos o sistema de saúde numa sociedade… de forma surpreendente, o crescimento populacional cai”, Gates disse para a CNN em 2008. “E é por isso que os pais precisam ter alguns filhos para sobreviver na vida adulta para cuidar deles quando ficarem velhos”.
“E assim, se eles pensam que ter filhos é o que eles precisam fazer para ter pelo menos dois para sobreviver, é isso o que eles farão. E o que é estupendo é que no mundo inteiro, à medida que o sistema de saúde melhora, então o crescimento populacional é realmente reduzido”.
A Fundação Bill e Melinda Gates recentemente se comprometeu a doar dez bilhões de dólares para vacinar (*) crianças no mundo inteiro.

(*) Quer dizer, "esterilizar", pois somente assim se diminuirão os nascimentos futuros. É pena que o dinheiro de tais ricaços só sirva mesmo, além de sustentar sua megalomania, para promover tantos malefícios para a humanidade... Bil Gates deveria doar este fundo para ajudar a manter (dentro de sua própria família) aquelas crianças de famílias numerosas e pais pobres. "Dentro de sua própria familia" e não em creches e hospedarias comuinitárias...

Visite as catacumbas cristãs de Roma pela internet

O site denomina-se "As catacumbas cristãs de Roma", onde se encontra todas as informações sobre a matéria. Transcrevemos abaixo, a título de exemplo, o resumo histórico das catacumbas:
Os cristãos do primeiro século não tinham cemitérios próprios. Possuíam terrenos, sepultavam neles os seus defuntos, ou recorriam aos cemitérios comuns, usados também pelos pagãos. São Pedro, por esse motivo, foi sepultado na "necrópole" ("cidade dos mortos") junto à Colina do Vaticano, aberta a todos; São Paulo, igualmente, foi sepultado numa necrópole da Via Ostiense.
Na primeira metade do século segundo, como consequência de várias concessões e doações, os cristãos começaram a sepultar os seus mortos abaixo da terra. Iniciaram-se assim as catacumbas. Muitas delas surgiram e desenvolveram-se ao redor de sepulcros familiares, cujos proprietários, recém convertidos, não os reservaram apenas à família, mas abriram-nos também aos seus irmãos na fé. Com o passar do tempo as áreas funerárias alargaram-se, às vezes por iniciativa da própria Igreja. É tipico o caso das catacumbas de São Calisto: a Igreja assumiu diretamente a sua organização e administração, com caráter comunitario.
Com o edito de Milão, promulgado pelos imperadores Constantino e Licínio em fevereiro de 313, os cristãos não foram mais perseguidos. Podiam professar livremente a fé, construir 1ugares de culto e igrejas dentro e fora das muralhas da cidade, e comprar lotes de terreno sem perigo de confisco. As catacumbas, contudo, continuaram a funcionar como cemitérios regulares até os inícíos do seculo quinto, quando a Igreja voltou a sepultar exclusivamente acima da terra ou nas basílicas dedicadas a mártires importantes.
Quando os bárbaros (Godos e Longobardos) invadiram a Itália e desceram até Roma, destruíram sistematicamente muitos monumentos e saquearam muitos lugares, inclusive as catacumbas. Impotentes diante das repetidas invasões, pelo final do oitavo e início do nono século, os papas fizeram transferir, por razões de segurança, as relíquias dos mártires e dos santos às igrejas da cidade.
Uma vez concluído o traslado das relíquias, as catacumbas não foram mais frequentadas, sendo totalmente abandonadas, com exceção das de São Sebastião, São Lourenço e São Pancrácio. Com o passar do tempo, os desabamentos e a vegetação obstruíram e esconderam as entradas das outras catacumbas, tanto que se perderam até mesmo os sinais delas. Durante todo a tarda Idade Média não se sabia nem sequer onde se localizassem.
A exploração e o estudo científico das catacumbas tiveram início, séculos dcpois, com Antonio Bosio (l575-l629), chamado de o "Colombo da Roma subterrânea". No século passado, a exploraçao sistemática das catacumbas, e particularmente das de São Calisto, foi realizada por Giovanni Battista de Rossi (1822-1894), considerado o fundador e pai da Arqueologia Cristã.

domingo, 14 de março de 2010

Quando defender a liberdade pode ser comparado com banditismo

O Projeto GAP é um movimento internacional cujo objetivo maior é lutar pela garantia dos direitos básicos à vida, liberdade e não-tortura dos grandes primatas não humanos - Chimpanzés, Gorilas, Orangotangos e Bonobos. O Projeto GAP Brasil começou suas atividades em 2000 e conta com um cubano exilado na sua direção, o Dr. Pedro A. Ynterian. Assim como milhões em todo o mundo, ele ficou indignado com as comparações grosseiras e ofensivas que Lula fez pondo lado a lado bandidos comuns com os dissidentes cubanos. Para mostrar sua revolta, publicou ele o texto a seguir no site do GAP:

RESPOSTA ABERTA AO PRESIDENTE LULA

Não se assustem não. Os chimpanzés, os grandes primatas e o GAP, nada tem a ver com isso. Isto está relacionado com o meu passado cubano. Eu sou um ex–prisioneiro político, que, para o nosso Presidente, são comparáveis aos bandidos que lotam as prisões paulistas, e não teria direito a protestar, nem a fazer greve de fome, como o operário cubano Orlando Zapata, que morreu após 85 dias desse protesto.

Em 1961, eu tinha 20 anos. Desde os 16 lutei contra a Ditadura de Batista e anos depois tive que lutar contra a dos irmãos Castro, amigos fraternos do nosso Presidente. Na prisão de Cabana, dirigida por Che Guevara, passei várias semanas. Presenciei a morte de vários de meus companheiros estudantes, garotos até mais jovens do que eu. Também presenciei a morte do Comandante Humberto Sori Marin, que redigiu a primeira lei de Reforma Agrária quando lutava na Serra Maestra, junto aos irmãos Castro, e depois lutou contra a ditadura implantada por eles. Todos aqueles fuzilados no Paredão da Cabana nunca tiveram um julgamento, um advogado de defesa, nem puderam falar sua verdade. Essa história se repetiu centenas, milhares de vezes. Algum dia essa história terrível e tenebrosa da Cuba Castrista será conhecida.

Eu era Secretário Geral da Federação de Estudantes Católicos de Cuba, com três universidades e dezenas de colégios. Todas universidades e escolas todas foram fechadas e ocupadas pelo regime ditatorial e nunca mais o ensino privado existiu.

Para a Justiça Castrista só opinar contrário ao regime te condena. Se fosse publicada em Cuba, esta carta me levaria à prisão por longos anos. Por isso Orlando Zapata morreu, por querer opinar, falar sua verdade. Isso em Cuba é um privilégio dos irmãos Castro e os que vivem sob sua sombra.

Eu fiz o compromisso de nunca falar de política cubana neste espaço, já que as causas dos grandes primatas e ambientais não têm cor política e precisa do apoio de todos. Porém, estaria traindo a mim mesmo, aos meus companheiros que caíram em 50 anos de luta, e ao meu “país adotivo” - o Brasil - se não falasse o que sinto neste instante, ao ser humilhado duplamente pelo Presidente do meu país, que me condenou sem conhecer-me, sem julgar-me e sem poder defender-me, como os irmãos Castro – assassinos múltiplos – fazem com o seu povo.

Dr. Pedro A Ynterian
Presidente, Projeto GAP Internacional