SÃO JOSÉ DE ANCHIETA E A NATUREZA

SÃO JOSÉ DE ANCHIETA E A NATUREZA
São José de Anchieta

domingo, 6 de abril de 2008

O PENSAMENTO PLINIANO NA MÍDIA ESCRITA (XXVIII)

A crise na Igreja no ano da Revolução da Sorbonne

No próximo mês vão se comemorar alhures os quarenta anos em que a Sorbonne foi invadida pelos revolucionários, marcando assim o início de uma nova fase da Revolução universal. Naquele ano, vários acontecimentos mundiais mostraram que as forças deletérias do mal tomavam novo curso. Até mesmo dentro da Igreja Católica, como frisou Dr. Plínio:

“Parece indispensável completar esse quadro doloroso com o que se passa em um mar incomparavelmente mais importante e mais nobre do que o Índico, o Mediterrâneo ou qualquer outro. É o oceano imenso, espiritual, sacratíssimo, da Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana.
Neste terreno, o ano de 1968 foi o do estouro. Mil germes de confusão e de deterioração – que de nossa parte vínhamos combatendo desde os dias borrascosos de 1943, em que publicamos “Em defesa da Ação Católica”- chegaram a furo. A crise saiu dos bastidores para soprar nas sacristias e nos templos, e daí ganhar as praças públicas. Sem dó nem piedade, ela vai penetrando até nos menores recantos, e quem hoje repetisse as frases outrora tão verdadeiras e tão gloriosas sobre a opinião católica, como dique inquebrantável diante do comunismo, provocaria risotas ou compaixão. Esse o fato mais trágico do ano trágico de 1968”

(Folha de São Paulo, 25.12.68). . .

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